Inverno rigoroso da alma translúcida em paixão, dor e filosofia.
Camadas de sonho, cristais solitários em rios de sofrimento.
Formas de cones, esferas, paralelepípedos, paralelogramos,
Primas em cálices onde as vinhas ardem segredos mortais.
Para cair firme na verdade onde as fontes transbordam
Mananciais de água pura se tem de ir além das manchas da
Vaidade e medo, perdidos em um mundo gnóstico de um
Ideal corrompido pelo poder, não poderia ser tão firme o
Jovem cujas raízes insistem em seguir um caminho de
Martírio e decifração do mistério do amor ante o da
Morte, onde a virtude não é covardia, mas o ato heróico
De estar no mundo se faz a compaixão de crer em Deus
Na resiliência de que a missão é Cristo, desde a aurora ao
De todo dia.
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