Vida, quando vejo-te a face, me vem a sombra de árvores milenares,
De modo que durante a noite me oculto do brilho de tuas estrelas,
Quando sofro e este mundo arde em fogo, direciono-me para teu rio,
Vejo os meninos correndo, os adolescentes na moratória e os adultos
Revivendo o tempo perdido, quando os pais iam e vinham e o ardor
Feminino amava sem querer nada em troca, tinha vontade de chorar,
Posto que vinha o inverno e a neve batia em mim, mas apenas o calor
Humano venceu o sol de diamantes, vejo os concursos pelo perecível
Deste mundo de sono e poder, 3/4 nas mãos de cavernas e 1/4 de amor
Perante o corpo, mas não haverás de abandonar-me, pois perante o sol
Brilhas mais que a lâmpada elétrica e apareces em abundância na alma
Do sonho singelo!
''O homem pode fazer o que quiser, mas não pode querer o que quer'' Schopenhauer
domingo, 24 de fevereiro de 2013
A Luz Tecida, A Sombra Confeccionada em Claro
Olharás no espelho, a tua face, com ondulações de mar e reflexos da
Lua, um sono de vaidade e medo, na rua verás a fazenda, o ladrar dos
Cães, o mugir dos rebanhos e sobre a parede da tua sala, o relógio
Deste mundo, rodeado de números e letras; nunca o conquistarás
Posto que a vitória faz-se aparente e os olhos do pequenino mais
Valem que as pirâmides egípcias e obras arquitetônicas do ser deste
Mundo de dívidas e apreensões; eu venho sofrendo amor, o que se
Cobra, o desejo de ver deus e esta terra coberta de tolices, a
Sabedoria e a espiritualidade sendo negadas pela prata do cérebro
Há crescer como músculo deveras selvagem, mas vejo que ainda há
Tempo para abraçar, sentir e ver deus nos teus olhos, não por amor
Ou paixão cega, mas por amizade, fome de ser sol!
Lua, um sono de vaidade e medo, na rua verás a fazenda, o ladrar dos
Cães, o mugir dos rebanhos e sobre a parede da tua sala, o relógio
Deste mundo, rodeado de números e letras; nunca o conquistarás
Posto que a vitória faz-se aparente e os olhos do pequenino mais
Valem que as pirâmides egípcias e obras arquitetônicas do ser deste
Mundo de dívidas e apreensões; eu venho sofrendo amor, o que se
Cobra, o desejo de ver deus e esta terra coberta de tolices, a
Sabedoria e a espiritualidade sendo negadas pela prata do cérebro
Há crescer como músculo deveras selvagem, mas vejo que ainda há
Tempo para abraçar, sentir e ver deus nos teus olhos, não por amor
Ou paixão cega, mas por amizade, fome de ser sol!
O Útero do Mundo, O Vento da Vida
O mundo está farto de úteros, desejos de vencer o mesmo e retornar
À selva, o ser humano, másculo espelho de uma bruta forma de cristal,
Cresce deveras efeminado e perante castelos traí a beleza da rosa por
Currículos e postos, aquele que ama permanece, se tens um
Filho, cicatriza o ar das cavernas do teu sono, fertiliza teu solo, posto
Que és tão adulto quanto o vir há ser da tua criança; és pequeno, não
Importa o paladar de vinho perante letras e números, tudo passa,
Exceto esse silêncio do teu corpo, sensibilidade faz-se a delicadeza
Perante a carne, o fogo há de atiçar-se, mas apenas os olhos do
Pequenino haverão de durar e se mentires para te ante dificuldades,
Onde anda a esperança? Haverás de tentar, o sol e lua convergentes
Na luz curva do sonho da alma no corpo do mundo!
À selva, o ser humano, másculo espelho de uma bruta forma de cristal,
Cresce deveras efeminado e perante castelos traí a beleza da rosa por
Currículos e postos, aquele que ama permanece, se tens um
Filho, cicatriza o ar das cavernas do teu sono, fertiliza teu solo, posto
Que és tão adulto quanto o vir há ser da tua criança; és pequeno, não
Importa o paladar de vinho perante letras e números, tudo passa,
Exceto esse silêncio do teu corpo, sensibilidade faz-se a delicadeza
Perante a carne, o fogo há de atiçar-se, mas apenas os olhos do
Pequenino haverão de durar e se mentires para te ante dificuldades,
Onde anda a esperança? Haverás de tentar, o sol e lua convergentes
Na luz curva do sonho da alma no corpo do mundo!
sábado, 16 de fevereiro de 2013
Ode Ao Estábulo de Verde Pastos e Ao Orvalho Dos Olhos
No seio do mundo, haveria de nascer na efervescência do pântano, nos
Raios de um útero aonde o poder já não fazia-se relógios e a selva já
Não exprimia-se o leão ao rei da mesma, e o as ovelhas e cervos não
Mais corriam com medo da morte, a lua, o mesmo mistério da dor, ardia
Enquanto andavas e te adaptavas perante os cavalos, carros e brinquedos
Que passavam, o silêncio e o sono de uma sinfonia estridente de cálices de
Vinho em forma de água e rio, momentos lúdicos de alegria e tempestades
De pássaros que passavam dentre águas, urubus e flores de um mar de
Anjos e terras, o morrer não está separado do viver, assim como os céus
E as guerras existem, na infância sem pré-conceitos, os navios passam e as
Marcas das cavernas ardem, mas os teus olhos, o arder da tua sensibilidade
E o mesmo sono ardendo no olhar sensível
Da mulher, aonde todas as espécies, se umedecem e os deuses chegam,
Pã, tocando a sua flauta para as ovelhas perdidas e os pais sentindo os
Céus, o humano desce na relva o tempo perdido na forma de orvalho e
O chorar converte-se em alegria, a pureza de menino já não mais faz-se
Pré-conceito, o prazer das crianças e o dever-morto dos adultos se faz
Convergente para aqueles que negam a si mesmos e são capazes de mudar,
Pois nos olhos daquele que se remodela, abrem-se as portas do perdão!
Raios de um útero aonde o poder já não fazia-se relógios e a selva já
Não exprimia-se o leão ao rei da mesma, e o as ovelhas e cervos não
Mais corriam com medo da morte, a lua, o mesmo mistério da dor, ardia
Enquanto andavas e te adaptavas perante os cavalos, carros e brinquedos
Que passavam, o silêncio e o sono de uma sinfonia estridente de cálices de
Vinho em forma de água e rio, momentos lúdicos de alegria e tempestades
De pássaros que passavam dentre águas, urubus e flores de um mar de
Anjos e terras, o morrer não está separado do viver, assim como os céus
E as guerras existem, na infância sem pré-conceitos, os navios passam e as
Marcas das cavernas ardem, mas os teus olhos, o arder da tua sensibilidade
E o mesmo sono ardendo no olhar sensível
Da mulher, aonde todas as espécies, se umedecem e os deuses chegam,
Pã, tocando a sua flauta para as ovelhas perdidas e os pais sentindo os
Céus, o humano desce na relva o tempo perdido na forma de orvalho e
O chorar converte-se em alegria, a pureza de menino já não mais faz-se
Pré-conceito, o prazer das crianças e o dever-morto dos adultos se faz
Convergente para aqueles que negam a si mesmos e são capazes de mudar,
Pois nos olhos daquele que se remodela, abrem-se as portas do perdão!
A Divina Ingenuidade Poética
De repente, como se fossemos a pele das camadas de neve, nossas mães
Vivessem em ternas avenidas verdes aonde os pais passavam com os
Cavalos, éramos induzidos há concordar, o útero aonde a seca induzia
A infância e a intuição concordava com a ciência de um Abril de guerras
E paixões, tu concordastes com com Rei, porque ele se aliou ao bispo,
Eu precisava de alguém do lado de fora, de uma estrela para me induzir
Aonde o faro dos cães e anjos a mim não servissem como animal selvagem,
O relógio aonde andávamos e tudo o que conseguimos foi ao leu, negamos
O amor, queríamos o poder, o espelho da língua de conflitos e alicerces de
Mundo, um sono de rios, andando entre a relva e as flores, vejo um deus,
E apenas aos olhos daquela pequena criatura adulta, fostes capaz de ver
A iluminação, além da fama e do sonho, existe a alma que haverá de
Despertar quando a carne vibra ao vácuo!
Vivessem em ternas avenidas verdes aonde os pais passavam com os
Cavalos, éramos induzidos há concordar, o útero aonde a seca induzia
A infância e a intuição concordava com a ciência de um Abril de guerras
E paixões, tu concordastes com com Rei, porque ele se aliou ao bispo,
Eu precisava de alguém do lado de fora, de uma estrela para me induzir
Aonde o faro dos cães e anjos a mim não servissem como animal selvagem,
O relógio aonde andávamos e tudo o que conseguimos foi ao leu, negamos
O amor, queríamos o poder, o espelho da língua de conflitos e alicerces de
Mundo, um sono de rios, andando entre a relva e as flores, vejo um deus,
E apenas aos olhos daquela pequena criatura adulta, fostes capaz de ver
A iluminação, além da fama e do sonho, existe a alma que haverá de
Despertar quando a carne vibra ao vácuo!
O Sono do Mundo, O Sonho do Corpo
Através dos olhos, diamantes e céus, terras de um inverno aonde a fama e
O ato de comer, beber e dormir estavam latentes no sono, o corpo adaptável
À neve aonde o ouro cintila as cinzas do campo, és pequeno como um
Redemoinho de seixos, no espetáculo do relógio camuflas teu berço em sol,
Tal como uma formiga, no ofício da sua perfeição esmagada por um
Progenitor de sangue revestido em medo, no prazer da selva traduzes o
Receio da chuva, na infância, acreditas na pureza de menino e também
Que o homem aparentemente maduro te mostrará o caminho, e negas
A existência de deus, vês as igrejas e para além delas estás latente na
Guerra de reis, a arquitetura da alma, a vontade de viver, o delírio da
Perfeição penetrando teus nervos, cometas e raios de um pássaro
Aprendendo há voar enquanto os esquilos trafegam com suas nozes e
A lua sob o mistério da dor traduz o tempo perdido em engrenagens de
Fábricas e as fortes crianças livres entre árvores de um campo milenar
São medidas enquanto os deuses humanos e imperfeitos jogam xadrez,
Tens vontade de viver, de lutar contra os fantasmas, Cristo venceu o
Mundo e tu és o filho do homem, traduz o invisível e perante um rio
E o aroma sensitivo da mulher evapora a ficção dos tronos, desperta!
quinta-feira, 10 de janeiro de 2013
O Adormecer do Sonho, o Despertar dos Olhos
Uma erupção, quando o inverno no rio do relógio abriu fendas, o cientista
E o filósofo analizaram o sono da neve, o rei transpôs o soldado para a
Guerra e os flocos de granizo bateram nas montanhas, o fogo das tuas
Deformações abateram e o padre não as traduziu para os céus da inocência
És pequeno assim como eu e a figura da mulher com olhos de sol, pois
Vives em mim e em toda criatura que sofre, a lua sob o céu e a terra de
Pais sedentos ao vinho, olho para os céus e vejo o amor para além dos
Castelos, ventres de aurora, ofuscados por uma mansão em pleno estábulo
Da cobiça, uma atmosfera de mundo e cinzas de cigarro sob cárceres de
Repressões e cavernas, guerras tristes e adolescentes de quinze anos como
'Bárbaros'' em coliseus romanos; um imperador de olhos de rubi como ídolo
Para ovelhas perdidas pregando o
Ideal e assassinando os deuses pela febre da inteligência macabra, vencestes
Ao mundo e não encontrastes nada; o mundo, pequeno qual o sentimento
Adormecido no racional cristalino, a pureza de menino no tráfego e nas
Fábricas; árvores, flores e fontes, quando o mundo aperta de te me lembro
Pois deus tem seus filhos e ocasionalmente desce em forma de mulher e
As armaduras do homem nada o são, posto que chama da fama faz-se
Fogo de pálpebras cinzentas, nada de novo há sob o sol, tudo o que existe,
Já existiu, compreende teus túmulos, teus olhos mais valem que a ciência e
A arte, ao transformastes eles em faróis elétricos ignoras o valor das estrelas,
Ignoras o brilho das estrelas, nunca morrerás, pois nunca estarás sozinho, o
Mundo e suas teias te tocam, mas és luz, és terra, além da noite, a compreende
E tal como ator imperfeito faz de te astro pequeno para o público e desta
Forma não morrerás sozinho, o amor e o sono, tudo diante deles, as
Árvores e as ruas, chuva de músicas e silêncios, desperta-te, vive!
E o filósofo analizaram o sono da neve, o rei transpôs o soldado para a
Guerra e os flocos de granizo bateram nas montanhas, o fogo das tuas
Deformações abateram e o padre não as traduziu para os céus da inocência
És pequeno assim como eu e a figura da mulher com olhos de sol, pois
Vives em mim e em toda criatura que sofre, a lua sob o céu e a terra de
Pais sedentos ao vinho, olho para os céus e vejo o amor para além dos
Castelos, ventres de aurora, ofuscados por uma mansão em pleno estábulo
Da cobiça, uma atmosfera de mundo e cinzas de cigarro sob cárceres de
Repressões e cavernas, guerras tristes e adolescentes de quinze anos como
'Bárbaros'' em coliseus romanos; um imperador de olhos de rubi como ídolo
Para ovelhas perdidas pregando o
Ideal e assassinando os deuses pela febre da inteligência macabra, vencestes
Ao mundo e não encontrastes nada; o mundo, pequeno qual o sentimento
Adormecido no racional cristalino, a pureza de menino no tráfego e nas
Fábricas; árvores, flores e fontes, quando o mundo aperta de te me lembro
Pois deus tem seus filhos e ocasionalmente desce em forma de mulher e
As armaduras do homem nada o são, posto que chama da fama faz-se
Fogo de pálpebras cinzentas, nada de novo há sob o sol, tudo o que existe,
Já existiu, compreende teus túmulos, teus olhos mais valem que a ciência e
A arte, ao transformastes eles em faróis elétricos ignoras o valor das estrelas,
Ignoras o brilho das estrelas, nunca morrerás, pois nunca estarás sozinho, o
Mundo e suas teias te tocam, mas és luz, és terra, além da noite, a compreende
E tal como ator imperfeito faz de te astro pequeno para o público e desta
Forma não morrerás sozinho, o amor e o sono, tudo diante deles, as
Árvores e as ruas, chuva de músicas e silêncios, desperta-te, vive!
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