sexta-feira, 14 de junho de 2013

Oh Lights of Ever!

Oh great herd of cows, moon of bulls, great stone of silvers dreams. Trees
Beside your leaves of golden wombs. Passions and needs of sorrow in an
Ocean of pain. The sun was never so clear as the king and pope! Oh.. We
                                                                   Are lights who will live forever!

Dancing With Skies, Feeling Mountains and Loaves

Quando de repente venho lembra-me das rédeas sombrias que a paciência
Exige dos homens cavalheiros de ferraduras de prata, o ser envolvido pela
Lua dentre variações de sombras e cinzas. Que suga dos oceanos as ondas
Inquietas e salobras que rodeiam as formigas que acreditam adultas serem,
Tais quais mitologistas, um espírito de dionísio fragmentado na luz de Apolo

Jogando xadrez enquanto as almas sensíveis se pré-ocupam com o bem-estar
Dos que sofrem. Umas pinceladas de sono impalpável pelo papa que finge
Pai ser dos adolescentes que imitaram os reis carnavalescos, quando de repente
Deus não precisa das rosnadas da pedra animada para afirmar sua luz, the
Phantoms of mother's chimeneys as mokeys in the night when they allowed
These speeches of kings jealous of God's. With the power to order each one
Of our shadows to keep darkness at ordinary people. Go to heel miserable
Dictator, your soldiers are empty and those echos are graves. Father, son and
Holy spirit are one over all churches and rest is ado. Let's fell the
                                                                                            Music and dance!
( Os fantasmas de mães ao longo de chaminés ao longo de macacos adentro
Da noite. Quando elas permitiam que estes discursos dos reis ciumentos de
Deuses, com o poder de mandar em cada uma de nossas sombras
Estenderem-se feito escuridão às pessoas comuns. Vá para o inferno ditador,
Seus soldados são vazios e estes ecos são túmulos. Pai, filho e espírito santo
São um para além de todas as igrejas e o resto faz-se barulho. Que tal sentirmos
                                                                                    A música e dançarmos!)

Drawings of Modern Times

When my heart was sleeping by grains of silver brain, the time's surface of
A really dark river. Parlamententary steps and souls from states across my
Sheeps as key facts opening veins and factories. Only one womb of
Fatherhood hidden from the moon eyes represented by my mother's
Voices. Castles, priests and nuns. Kings, queens and Mars from stone
Rivers. Wine deeping in green mountains. Trees, oaths and hedges as

The colours by my brown eyes. You told to me that love is the shinning
Element. However your spirit falls when our night gets down and only
Caves, ministers at farols by holy churches could be explaining to
Ordinary men the pride of been atheist or selfish. Oh evil owe along
Our modern times. You came to sensible boys and your cemitery gates
Are so distanced at the remodelation of this crowd without faith.
                                                           Jesus salve this generation!
                             

segunda-feira, 10 de junho de 2013

O Arder Da Música Na Sensibilidade das Estrelas

Eu adormecia, as nevascas que vinham enquanto corriam as ondas de sol,
O sono e o perfume das orquídeas, a sensibilidade da mulher isenta dos
Pré-conceitos de Eva, a delicadeza de quem sentia na pela a harmonia da
Relva em pleno orvalho, cantávamos cantigas para a criança dormir para

Além dos caos da era moderna de pessoas correndo apressadas,
Atormentadas por relógios, torres e praças com monumentos de deuses
Pagãos, Dionísio, o mero deus do prazer vigente no cérebro dos reis e
Pessoas que os seguem enquanto os sensíveis correm com medo de causas
Que nada mais o são que as chuvas que batem na pele de quem sente

O sistema solar, navegando no coração de deus, lágrimas e astrólogos
Mentindo enquanto na era aristocrática a alma entra em crise pela busca de
Questões vigentes em deus. Os teus olhos castanhos e as mentiras de Pedro
Ante Jesus nada o são. Estamos vivos e continuaremos criando asas para
Vencer as pedras da morte vigentes nas ruas enquanto as montanhas nos
Acalantam para além do desequilíbrio das almas, o divino está conosco e
                                     Ardemos em música, no teocentrismo no universo!

sábado, 8 de junho de 2013

A Primavera de Outono, Dentre Folhas e Rios

Primavera estonteante, flores e nebulosas nos teus olhos, o tempo,
Infância, dentre rios que correm eu vislumbro dentre camadas de 
Diamante, a rosa esculpida no ventre de Maria, as árvores, homens  
Que sozinhos pesam muito em si, abraçam as montanhas, tais quais
Soldados de demônios visíveis aos olhos de um mar de ondas de 

Faraós, cavalgo em meu cavalo, saindo para caçar com a medalha
De são Francisco de Assis para fazer de mim uma figura mitológica 
Para os jovens, enquanto as fábricas dentro de mim estão dormindo, 
Estou com sono, enquanto os padres mentem e os governantes 
Fazem o carnaval, descemos ao estábulo do Messias, a noite 
                                                                                  Descendo 

Sombria nos apartamentos de Duplin, Londres Nova Iorque e Brasília,
Um menino que toma banhos nas fontes enquanto o mundo arde em 
Vinho, selvagens, posturas? Cercam as posses de reis e as brigas pelo
Poder desencadeiam o ciúme sexual, aos que transformam o indivisível 
                             Ver aos céus faz-se uma insustentável leveza de ser!
            

quarta-feira, 22 de maio de 2013

As Cores Da Alma Em Paisagens Adormecidas

Acordo ébrio, mal havia ou há tempo para sentir que adormeci, dentre
Cascatas sorrateiras de um sono tranquilo, meus olhos tecem, ouvindo as
Ondas dentre praias suntuosas, o rei envolvido e o medo das panteras,
os pássaros cantam os meus medos, as minhas alegrias, os carros dentre
                                                                                                          Noites e auroras

Vigentes na pedra ardem no útero de minha mãe, cavernas e o vinho viável
Nas dunas da cidade aonde as árvores estão vigentes nas crianças, eu sinto
Que minha alma está na extensão de meu corpo, que teus olhos nada mais
O são que os espelhos do mesmo rio pelo qual deus arde em ondas refletindo
O brilho da lua, dentre avenidas, divãs e relógios o presidente confundi as

Rosas, os caules e a folhas aonde tocávamos a sensibilidade dos ninhos, a
Vida arde em forma de montanhas, igrejas, moças doentes em madrugadas
Em que as universidades estão abertas para o mercado, eu vejo a tua pele,
Quantas vezes nos semáforos passam os automóveis, as charretes e os

Servos da era democrática, os reis aonde nada de novo sob o sol arde, além
Do brilho dos teus olhos, sensíveis, nas horas em que se soma a claridade
Lunar a poesia dos dias, estava cansado de minha vida alienada saí para
Bosques, convive com com os desertos do campo para retornar a filosofia

Primária de minha mente como tábua rasa e vi que nem o fogo, as guerras,
Das mais adoráveis rainhas, dos peões movidos, bispos e todas as peças do
Xadrez nada valiam, hábitos mudam-se, fantasmas aparecem na sensibilidade
Dos meninos e meninas, mas teus olhos são chaves, destrancando a porta
                                                                    Do sentimento ao meio de luzes!

terça-feira, 21 de maio de 2013

Os Vales da Idade Desta Aurora

Os soldados medievais, com seus arcos, flechas; os bois, burros e cavalos
Passando, os muros aonde tínhamos os feudos cicatrizados em feridas, o
Sono aonde éramos pequenos e tecíamos com a lua as pétalas da noite, os
Jovens universitários caçando suas presas em livros, outros estão há vir,
                                                                                                  Homens

Fortes, com a robustez das pedras, colhendo em suas grandes cavalgadas
Moças, outros muito sensíveis, chorando no vinho o amor não acolhido pela
Alma, homens velhos vendo no mundo o fogo e com medo na loucura
Imaginam-se pássaros em jaulas. Eu vi a rainha, vi o garoto sensível tendo

Compaixão das ovelhas perdidas e não contive minhas lágrimas, pois as
Casas civis seguiam a ela, os vestígios da loucura mencionada em exércitos
E Igrejas, num inverno de ventos tempestuosos, vi-me sonhando feito
Menino, os sonhos podem trazer sombras e eu não quero dormir alheio

Ao meu próprio deus, esta adorável criança que concebi, como poderia
Ser fiel aos olhos da madrugada deserta, ela está dentre árvores, folhas,
Fazem quatro anos que aprendeu há andar, vejam os adultos fiéis, as
Guerras na atmosfera, os adoráveis meninos que conceberam, sofrem
Nas armaduras aonde o sangue quente esfriou. Preciso de calor, preciso
    Sentir a luz do sol, não ter medo de ter fé em deus, através desta música,
Deste silêncio penetrado em esperança solar, nosso corpo tanto
                                                                 Quanto a alma grande o será!