quinta-feira, 23 de julho de 2026

O Ser, O Mundo, O Universo. A Eternidade, a Verdade e o Destino

O espelho profundo, rio caudal da memória eterna, tempo de 

Engrenagens e de um espaço curvo nos corpos físicos entre

Raios de luz cruzando a massa densa do sonho metafísico 

Onde o não-ser se ilumina na imaginação e conceito do sentir

E pensar. O amor é uma metamorfose entre o manancial, a

Queda d’água, o fogo, ar e terra, se faz qual celeiro de um 

Rebanho de cordeiros nervosos no abate do ódio que morre para

Renascer nas guerras existencialistas do poder suprimido em


Nome do bem. As horas, ponteiros, pegadas, círculos, destinos

E a matéria-prima do mundo das formas, os antigos pergaminhos

De geometrias também trazem os segredos da álgebra não-linear.

O eu atravessa a ponte, o descer do deus traz a escadaria.

O sono é mortal, o sonho fatal e a morte dilacera a vida como

Flor da existência. Espírito, alma, corpo, theocronologia do 


Cotidiano, sexo aliado em fluxo primitivo, civilização animal,

Eros retrógrado, força dilacerada, percepção do sublime, 

Contemplação temporária. A vida exprime-se divina,

Decodificar os estágios em axiomas e demonstrações.

Tudo passa, humanoides ardem e se tornam flexíveis.

Servos de um Deus, aprendem a ser a meta do que são. 

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