quinta-feira, 23 de julho de 2026

Testemunha Ocular do Caos. Escolha Perene da Contemplação e Serviço

Os teus olhos refletem uma alquimia silenciosa, pupilas profundas

De um oceano entre gasosas dimensões púrpuras qual a densidade

Da esclerótica de um nobre feudal entre crises em tempo irregular

E cosmopolita. Traduzo minha linguagem em superfícies de cimento

E tijolo, detalhes escondidos em uma língua de software entre raios,

Algarismos e noites onde tempestades não tocam apenas as velas 

Das caravelas de fantasmas, mas os labirintos onde anciãos e crianças


Jogam xadrez enquanto Peter Pan, Capitão Gancho, Wendy e 

Sininho ficam quais crianças que não envelhecem, piratas irreverentes,

Meninas devotas e fadas passionais enquanto Alice com uma poção nada

Entre as lágrimas de quando estava gigante. Vida, doce vida, dentre 

Fotografias em preto e branco de antigos jornais impressos, as notícias

De divórcio, solteiros garanhões da alta sociedade na Europa Central,

E intelectuais lançando livros de pesquisa extensa trazem ao escrutínio


As cavernas onde a solidão devora a ânsia animal do sucesso predador.

Um eco de Kant no criticismo da mente a si mesma, subjetividade e

Encanto no celibato claustrofóbico do jovem adulto que sente a agonia

Traduzida em outro ambiente, no espelho. Seu rosto não tem o significado

Que sensualidade feminina pode traduzir, tem o mistério da filosofia que

É gnóstica e cabalística, esotérica e dantesca. Se ele fosse belo e 

Hedonista, teria como satisfação o carma de estar só adiado, porém

Ele tem o dever de ser o que deve, espiritual mesmo sendo um primata

Pequeno em construção. Alma, espírito, ser, verdade, beiradas do tempo,

Rastros de eternidade. Deus existe, se manifesta, antítese não vence,

                                                               O bem se faz a resposta final. 

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