segunda-feira, 27 de julho de 2026

A Rua, O Caminho na Província, O Tempo Mortal. Os Ecos dos Céus, Deus em Nós

Os retratos dos ancestrais, pesados, serenos e profundos. Aparentavam 

Sair das fotografias, e o relógio era um homem velho que olhava o rio,

A rua, o caminho entre as árvores da província. Fratura óssea, corte

Na pele, existem gotas de sangue que excedem as trincheiras das 

Guerras. Os óculos do intelectual traduzem olhos intensamente tristes,

Ternos, relógios e a vidão míope, o tempo? Reflexo do espelho invertido

Em grama, bosque, troncos longos, animais que dormem no inverno

Para caçar e encontrar predadores. O que chamamos de amor passional


É uma febre que dilacera a sanidade, fere a identidade e estabelece a 

Chama da crise. O amor não faz-se mal, mas o veneno do apego é

Visceral na vontade irracional do animal que pensa em linguagem 

Sintática e morfológica na comunicação alfabética das formas

Geométricas que Platão e Sócrates pegam em Pitágoras e 

Desenhamos em Euclides, para figuras de contornos não lineares


No fim de um terceiro milênio. O doente é saudável, e o saudável 

É doente, todo paradoxo é um mito que faz o sujeito ir além da 

Caverna que não vê as formas, mas sombras. A luz se faz em Cristo,

O véu da Virgem Mãe cura, os desígnios do Criador são eternos. 

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