quarta-feira, 1 de julho de 2026

O Vasto Horizonte da Eternidade em Renúncia

As folhas que trazem água envolta, as casas subterrâneas dos animais,

Coelhos em tocas, e espadas nas mãos de cavaleiros que hoje são 

Fantasmas. O olho azul do destino no inverno que abaixo do equador

Traz o xadrez das raças indígenas e negras em torno de Cronos, o Deus

Do tempo e o rio onde os castelos, cavernas, fazendas, arranha-céus,

O coliseu, partenon, casa-branca, planalto centeal, computadores e 

Smartphones se fragmentam em ansiedade, guerra, túmulos e 

Mortos que vagam como almas dentre lareiras se casas de campo,

Enquanto em redes sociais o luxo da alta-sociedade é imitado 

E no curso em que as bolsas de valores entram em crise e os ricos veem 

A loucura de olhos consumados na mentira e ardentes pela verdade.


O sono devora as entranhas, quais cavalos selvagens na noite de

Lua cheia sem estrelas. As crianças felizes rezam e sabem o valor de

Ser pobre, mesmo que não o sejam, as infelizes não sabem que o 

São, pois são vítimas do aparente sucesso de famílias focadas na 

Realidade aparente. Os macacos sensuais nos galhos grossos e 

Pesados, estamos na selva de pedra, somos frágeis e quebrados.

Mas Deus não está morto se nos arrependamos de nossa

Exorbitante miséria. Somos de carne e osso, mas podemos 


Escolher a interioridade, simplicidade e o caminho da verdade,

Que não está no luxo, orgulho intelectual, mas no Cristo que 

Nasceu na manjedoura, solicitou que não prejudicássemos os 

Inimigos e diante da falhas, rezássemos diante das faltas que 

Cometemos. Seja para proteger, o sofrimento arde e clama

Pelo espírito, se não amarmos, cairemos. Sejamos discretos,

Humildes e omissos, pois da pobreza e pureza de coração

                        Vivem todos os que ardem em prol do eterno.

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