O ópio do mundo, imerso em ti, crias nas rédeas do céu as lágrimas
Do teu próprio cérebro, pretender alcançar a perfeição e ao sol
Perante as árvores crias o útero do inverno, te amo inda na madrugada,
Mas não a compreendo como servo de minhas próprias cavernas
Queria ser por inteiro, à flor da pele sinto o diamante do perfeccionismo
E aos olhos do filho do homem vejo um deus barroco; Pai quantas
Vezes casastes com tua mãe e encontrastes o admirável leão de
Bronze no teu progenitor e ardestes em sonho no burilar renascentista
Do teu sonho; mãe, anseias tanto pelo espírito enquanto em te arde
A carne; os olhos do filho de deus, o orvalho da relva e a música
Da vida no silêncio da morte, harmonia!
''O homem pode fazer o que quiser, mas não pode querer o que quer'' Schopenhauer
quarta-feira, 24 de outubro de 2012
domingo, 14 de outubro de 2012
O Sol, A Lua, As Árvores e A Vida
Os olhos dela embrulham diamantes, rubis e castelos, os seixos adormecidos
Nos lábios das flores aonde as princesas ardem no sono dos reis, mas ela
Faz-se mãe das madrugadas, o ventre das formigas, metade natureza e anjos,
Os teus sonhos moldados em prata, as nuvens e paixões ardentes, a criança
Que chora o tempo perdido nas armaduras do adulto, aonde andas há
Embaçar de guerras e nudez, o prazer do vinho e da dor das navegações
Romanas, eu gostaria de te amar de modo independente das águas ébrias. o
Céu e o espírito precisam ser compreendidos pelo coração e a alma, mas o
Teus olhos
Deus, navegam dentro da escuridão, a luz da pedra, está acima dos sonhos dos
Mortais, aonde o sangue arder, as pálpebras; quanto a ti, és deveras adverso
De mim, não me venhas com lágrimas de cristal, não haverás de penetrar meu
Solo
Tens como progenitor o fogo deixando escassa minha umidade, mas os olhos
Dela, da mulher em sol de inverno haverá de vencer a sombra e nada pode
Vencer o mistério do amor acima do da morte,a retina do tempo, o teu calor
Nos lábios das flores aonde as princesas ardem no sono dos reis, mas ela
Faz-se mãe das madrugadas, o ventre das formigas, metade natureza e anjos,
Os teus sonhos moldados em prata, as nuvens e paixões ardentes, a criança
Que chora o tempo perdido nas armaduras do adulto, aonde andas há
Embaçar de guerras e nudez, o prazer do vinho e da dor das navegações
Romanas, eu gostaria de te amar de modo independente das águas ébrias. o
Céu e o espírito precisam ser compreendidos pelo coração e a alma, mas o
Teus olhos
Deus, navegam dentro da escuridão, a luz da pedra, está acima dos sonhos dos
Mortais, aonde o sangue arder, as pálpebras; quanto a ti, és deveras adverso
De mim, não me venhas com lágrimas de cristal, não haverás de penetrar meu
Solo
Tens como progenitor o fogo deixando escassa minha umidade, mas os olhos
Dela, da mulher em sol de inverno haverá de vencer a sombra e nada pode
Vencer o mistério do amor acima do da morte,a retina do tempo, o teu calor
O Adormecer dos Reis, O Despertar da Luz
Os cães ladram o tempo perdido na noite deserta do sonho, o selvagem
Adormecido nas rédeas da guerra, o fogo vigente nos olhos do rei ador-
mecido em rios aonde as crianças ardem no sono da terra em formação,
Dentro de mim, habita latente a prata, aonde teus olhos no juri de anjos e
Feras
O ventre das fontes de vinho, a Inglaterra vigente nos olhos de navegações
Adormecida na pupila do adolescente de quinze anos, quantas faces da
Lua incompreendida na morte das rugas do homem amadurecido no solo,
Quantas rédeas pai, adormecestes nos lábios de Vênus em trocas de armas
Sábias
Sou uma terra imperfeita reduzida na perfeição do bronze e não do sol, arde
Em mim uma potência de asas de Pégasos, Hércules e formigas no coliseu
De Roma, a rosa vigente, quantas lágrimas e sementes de paz em lâminas
Deus não está morto enquanto o império das montanhas e das ruas verdes
Ardem nas fumaças dos cigarros, eu gostaria de te abraçar, no ser do
Corpo, aonde a luz seria um só farol imenso, na pedra da alma efervescente
Adormecido nas rédeas da guerra, o fogo vigente nos olhos do rei ador-
mecido em rios aonde as crianças ardem no sono da terra em formação,
Dentro de mim, habita latente a prata, aonde teus olhos no juri de anjos e
Feras
O ventre das fontes de vinho, a Inglaterra vigente nos olhos de navegações
Adormecida na pupila do adolescente de quinze anos, quantas faces da
Lua incompreendida na morte das rugas do homem amadurecido no solo,
Quantas rédeas pai, adormecestes nos lábios de Vênus em trocas de armas
Sábias
Sou uma terra imperfeita reduzida na perfeição do bronze e não do sol, arde
Em mim uma potência de asas de Pégasos, Hércules e formigas no coliseu
De Roma, a rosa vigente, quantas lágrimas e sementes de paz em lâminas
Deus não está morto enquanto o império das montanhas e das ruas verdes
Ardem nas fumaças dos cigarros, eu gostaria de te abraçar, no ser do
Corpo, aonde a luz seria um só farol imenso, na pedra da alma efervescente
quinta-feira, 11 de outubro de 2012
A Atmosfera do Poder, O Útero Dos Cèus
O poder, montanha efervescente adormecida no útero, semente de pérolas
Aonde o fogo devora as águas dos rios, agitados correndo para o mar da
Lua, adolescentes estão morrendo, grades estão corroendo a sensibilidade
Dos pássaros e deus está oculto nas igrejas e instituições, um sono de
prata
O amor está morrendo, germinando em zoológicos, as lebres e os relógios
Trazem feridas ardendo na escuridão, Maria, estou sofrendo em demasia,
Querem me impor espadas em uma guerra dentro de mim mesmo, estou
Ferido, leões políticos, ardendo no aço estão caçando os cercos e a relva
Está adormecida em mim, os templos estão dentro de mim, ajuda-me há
Encontrá-los, os céus não são maiores que as terras e pretendo senti-los,
O sonho faz-se um impulso de dimensão harmônica no caus, apenas os
Olhos sensíveis da mulher dentro do homem podem fazer o espaço
Convergente ao tempo, os coliseus haverão de morrer, as tragédias são
Obras humanas, mas além da dor, há um silêncio manso, aonde o
Impossível faz-se luz
terça-feira, 9 de outubro de 2012
A Influência Livre da Água Vívida
Queres em demasia ser um sol em desequilíbrio, pretendes ser escuridão, uma
Lua deserta, crateras nas tuas rugas, posto que és humano, na terra pouca
Habita a censura na noite deserta, as cavernas trazem uma infância tardia, e
Desta forma ao mentires para te mesmo, descascas tua ferida, o escuro faz-se
O teu sono, em te carece o sol, somam-se os dias e choras o Éden que
Perdestes, o relógio esculpido na grande metrópole, uma selva aparente do
Novo Éden, amas o teu pai e nele te espelhas, mas invés de perdoá-lo no
Espelho da tua mãe por si só idealizas um paraíso, os cavalos correm, as
Granadas na guerra vêm, mas os
Olhos sensíveis de quem ama, a natureza delicada de quem se permite sentir a
Água para além do vinho, haverá de sentir a alma, na mesma intensidade
Em que os céus sentirão as terras e a alma será um só espírito aonde sentirás
Teu corpo moldado em uma argila compreendida, divina e em sono de
Harmonia, na melodia do mundo em deus!
Lua deserta, crateras nas tuas rugas, posto que és humano, na terra pouca
Habita a censura na noite deserta, as cavernas trazem uma infância tardia, e
Desta forma ao mentires para te mesmo, descascas tua ferida, o escuro faz-se
O teu sono, em te carece o sol, somam-se os dias e choras o Éden que
Perdestes, o relógio esculpido na grande metrópole, uma selva aparente do
Novo Éden, amas o teu pai e nele te espelhas, mas invés de perdoá-lo no
Espelho da tua mãe por si só idealizas um paraíso, os cavalos correm, as
Granadas na guerra vêm, mas os
Olhos sensíveis de quem ama, a natureza delicada de quem se permite sentir a
Água para além do vinho, haverá de sentir a alma, na mesma intensidade
Em que os céus sentirão as terras e a alma será um só espírito aonde sentirás
Teu corpo moldado em uma argila compreendida, divina e em sono de
Harmonia, na melodia do mundo em deus!
Céus No Sono, Harmonias na Alma
Uma era medieval de sonhos e prazeres, aonde servos feudais ardiam e mães
Choravam nas cavernas incompreendidas de seus filhos, lágrimas em jaulas
Enquanto pais ardiam em zoológicos, um tempo aonde os nervos eram rédeas
E os quadros estações de trens chorando o tempo perdido nas fumaças vinham
A era caótica!
O espelho aonde o rei faleceu e a mãe, fez-se rainha perfeita aos olhos do filho,
A dor veio e deus estava adormecido, homicida o progenitor fazia-se um Abraão
Negando a existência dos deuses, uma nudez nos sentidos e uma armadura na
Alma, o tempo traz muitas rédeas e as fábricas muitos céus no tráfego, mas
Apenas
Os olhos da mulher sensível dentro do próprio homem faz o perfume da rosa
Vencer o espinho, e se te amo enquanto filho de deus, somos uma só família e
Nada haverá de vencer o nosso amor, aonde o sol vence a lua, e a luz, a
Sombra!
Choravam nas cavernas incompreendidas de seus filhos, lágrimas em jaulas
Enquanto pais ardiam em zoológicos, um tempo aonde os nervos eram rédeas
E os quadros estações de trens chorando o tempo perdido nas fumaças vinham
A era caótica!
O espelho aonde o rei faleceu e a mãe, fez-se rainha perfeita aos olhos do filho,
A dor veio e deus estava adormecido, homicida o progenitor fazia-se um Abraão
Negando a existência dos deuses, uma nudez nos sentidos e uma armadura na
Alma, o tempo traz muitas rédeas e as fábricas muitos céus no tráfego, mas
Apenas
Os olhos da mulher sensível dentro do próprio homem faz o perfume da rosa
Vencer o espinho, e se te amo enquanto filho de deus, somos uma só família e
Nada haverá de vencer o nosso amor, aonde o sol vence a lua, e a luz, a
Sombra!
O Sonho Do Corpo, O Sono da Alma
Um rio no ventre da porcelana, redes, seixos e camadas de fogo, o sono
Aonde as árvores se confundem com as nozes, aonde tocamos a face da
Folha e os pelos, uma guerra de espadas, um anjo camuflado no delírio
Da alma, queria poder tocar a tua face, a lua minguante nos Papas e o sol
Ardendo dentro dos quartos
Aonde as árvores se confundem com as nozes, aonde tocamos a face da
Folha e os pelos, uma guerra de espadas, um anjo camuflado no delírio
Da alma, queria poder tocar a tua face, a lua minguante nos Papas e o sol
Ardendo dentro dos quartos
Uma cerca-viva de tempos remotos e mortos, cães ladram no mundo e as
Fábricas nas chaminés do cérebro escodem os céus em circuitos, os pais de
Uma aurora rebuscada em um filho moldado na pedra há quebrar-se na água
Que tanto fura, o incesto no útero, nos céus provém algo de inteiro, um
Relógio
De atmosfera viva nos teus olhos, nada haverá de me aprisionar, o perdão
Dentre arbustos vence a mata deserta elevando a alma para além dos aviões
E nada faz-se maior que meu espírito convergente com meu corpo, nada
Adormecido, apenas 3/4 do tempo no espaço viável da música, harmonia
Fábricas nas chaminés do cérebro escodem os céus em circuitos, os pais de
Uma aurora rebuscada em um filho moldado na pedra há quebrar-se na água
Que tanto fura, o incesto no útero, nos céus provém algo de inteiro, um
Relógio
De atmosfera viva nos teus olhos, nada haverá de me aprisionar, o perdão
Dentre arbustos vence a mata deserta elevando a alma para além dos aviões
E nada faz-se maior que meu espírito convergente com meu corpo, nada
Adormecido, apenas 3/4 do tempo no espaço viável da música, harmonia
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