Cinzas impressas no veludo dos sonhos, as nuvens
Intrigantes que se cicatrizam nas mentes, o silêncio
Penetrante nas tempestades verdejantes, de ouro
E bronze, as horas que se dilatam quanto aos céus
Descem ocasionalmente cicatrizados no vinho de
Um firmamento efêmero, cálices de fogos sobre
Uma ferida que não vê que o presente e o futuro são
Dádivas de um mesmo espelho intrínseco, o corpo
E alma de um sono que é simultaneamente no
Coração o sonho da Vida Viva, aonde maremotos
Se colidem dentre montanhas de picos gelados, e
Os impérios conquistados na fome dos desertos
Demonstram-se retas paralelas sem curvas , a
Cristalina expressão da morte das maças adormecidas
Na infância incendiada pelas paixões, mas o eco
Humedecido pelas crateras dos olhos renascem em
Vôos o errar humano
Vulnerável a fantástica fantasia das estrelas que
Morrem e renascem com mais luz sobre os mundos
''O homem pode fazer o que quiser, mas não pode querer o que quer'' Schopenhauer
sexta-feira, 25 de março de 2011
quinta-feira, 17 de março de 2011
Metamorfose Reagente ao Deserto
O esterco adormecido nas metrópoles fertilizantes across the highways
Slepping in dreams coming from deserts and skins of passions traveling
In skies and shining along animals and God's, o relógio adormecido na nebulosa
Dos sonhos viáveis ao pastar das gramíneas de cães que ladram e galos
Que exprimem a aurora sobre o Oasis, ser a tempestade estridente sobre
As cascatas da neve, das areias e da maresia do universo em espelho de ser
Slepping in dreams coming from deserts and skins of passions traveling
In skies and shining along animals and God's, o relógio adormecido na nebulosa
Dos sonhos viáveis ao pastar das gramíneas de cães que ladram e galos
Que exprimem a aurora sobre o Oasis, ser a tempestade estridente sobre
As cascatas da neve, das areias e da maresia do universo em espelho de ser
sábado, 12 de março de 2011
Fausto
Fluência penetrante em cicatrizações diamantinas aonde rio
Adentro, fome , desespero e latências inconstantes de um ventre
Dissecam o vento e evaporam em sopros sobre mundos verdejantes
O acúmulo de céus e terras dentre a escultura da morte fertilizada
Nos esqueletos contraídos pelas tempestades e vultos aonde a alma
Desce ao sono o vinho, a virgindade, as pérolas aonde éramos o
Demasiado ouro cicatrizado nas névoas do Sol, mas de repente
Vimos o espelho, o diafragma, os mares, as ondas, os maremotos e
As ilhas desconhecidas, não habitávamos a raiz na metamorfose
Das estrelas, e as cinzas de martes no silêncio penetrante em sombras
De pirâmides, não foi sonho, foi romantismo trágico da vida inerte
Idealizada na solidão expandida em renascimento, relação, correntes
De aço, dor, ferida, mármore e zinco quente, fervendo, amanhecemos
Aurora, navegamos contra as serpentes, mas retornamos ao Jardim de
Éden, aviões decolavam e a febre descia efêmera, mas a razão, o intuir
A vulnerabilidade do devir, deu a forma do não-ser ao tempo,
Leão, anjo, rabino ou humano, cada ser é o último
sexta-feira, 11 de março de 2011
O Espectro Castanho, Moldado ao Fogos e Céus
O inverno dentre as rochas instáveis e inconstantes, a neve e o gelo
Cicatrizados no vinho do verão em que os céus descem na maresia
De um xadrez dentre montanhas verdes e acúmulos agrestes nas celas
Da seca, esperanças, jovens, crianças de 13 anos sentindo em seus
Olhos o eclipse das luas renascidas na sombra preenchendo o vácuo
Nas veredas de íngremes cavalos repercutidos na fome dos peões
E dos reis e rainhas nas ondas de torres efêmeras, ânsia do tempo dos
Bispos, ventanias, tempestades cicatrizada na espontaneidade dos
Descobridores de Américas profundas, pacíficas e atlânticas, indígenas
E europeias e a falsa santidade dos anjos decaídos sendo um espelho
Da guerra da busca absoluta de uma paz oscilada em alfinetes da
Incoerência humana desvendada em entrelinhas sólidas, primavera
Aonde folhas caem nos chãos aromáticos e o outono que as faz imã
Do frio da ausência de um sol expressivo
Moinhos mergulhados no diafragma do sono latente nas órbitas
De Júpiter enquanto navegamos adentro as agulhas viáveis ao
Pastar de rios desvendados na aurora encoberta pelas chamas
Passíveis a metamorfose da verdejante escada em aços em túbulos,
Hemisférios, a oca estrutura dos ossos dentre veredas aonde paixões
Se cruzam no martírio das espadas na luta orquestrada da sobrevivência, o
Os homens ardentes em um quarto de fazendas aonde maremotos movem-se
Sobre as telhas ardentes na pressão dos relógios, mas a meditação dos
Gritos ignorados trás as redes de Zeus, cicatrizando fazendas e expondo
Os céus ilimitados, eternos na alma e na carne, céus azuis e amarelados
Para além da física aparente, asas humanas desvendando deus no olhar
Do mundo em si, castanho, espelho imensurável
sábado, 5 de março de 2011
Dinamite do Orvalho Renascido Aurora
As lágrimas dilatadas em névoas cristalinas, ventos, redemoinhos
Sobre os leitos, lagos e rios de um firmamento efêmero, metamorfoses
De rochas viáveis na cicatriz do olhar ao vinho inconstante, as cachoeiras
E a índole dos cães oculta nas crateras de uma lua bipartida, o eclipse
Oscilando nos relógios, as auroras viáveis na maresia aonde os mares
Enfurecem e os navios, aglomerações da madeira, das velas e do fado,
A luta, as flexas, bicudas goteiras em cavernas aonde matamos a fome
Das sombras, aviões decolam e os pássaros permanecem em nós, ni-
Nhos, os pêndulos das estrelas rarefeitas no sono, o brilho dos sóis es-
Pelhados nos olhos, tempestades castanhas, no leito do devir, o ser es-
Cuta os ecos, o silêncio profundo, a imaginação, a mitologia do não-ser,
A sede do instinto, a obra ao longo, de montanhas, verdejantes montanhas,
E a fé, a coragem e do desafio, encontrando deus face a face no olhar,
A guerra contra os mísseis das áreas companhias de vôo, Fênix que
Renasce das cinzas, faz-se sol a evaporar toda a história dos vultos
De um deserto, de dunas profundas de miragem e oásis aparentes
As crianças-adultas que somos, renascidas no orvalho das auroras,
Materializadas as almas no crepúsculo, entre o sol e a lua, uma linha
Curva penetra-me a raiz da existência, as terras e céus concentrados
Na dinamite humana e divina
Sobre os leitos, lagos e rios de um firmamento efêmero, metamorfoses
De rochas viáveis na cicatriz do olhar ao vinho inconstante, as cachoeiras
E a índole dos cães oculta nas crateras de uma lua bipartida, o eclipse
Oscilando nos relógios, as auroras viáveis na maresia aonde os mares
Enfurecem e os navios, aglomerações da madeira, das velas e do fado,
A luta, as flexas, bicudas goteiras em cavernas aonde matamos a fome
Das sombras, aviões decolam e os pássaros permanecem em nós, ni-
Nhos, os pêndulos das estrelas rarefeitas no sono, o brilho dos sóis es-
Pelhados nos olhos, tempestades castanhas, no leito do devir, o ser es-
Cuta os ecos, o silêncio profundo, a imaginação, a mitologia do não-ser,
A sede do instinto, a obra ao longo, de montanhas, verdejantes montanhas,
E a fé, a coragem e do desafio, encontrando deus face a face no olhar,
A guerra contra os mísseis das áreas companhias de vôo, Fênix que
Renasce das cinzas, faz-se sol a evaporar toda a história dos vultos
De um deserto, de dunas profundas de miragem e oásis aparentes
As crianças-adultas que somos, renascidas no orvalho das auroras,
Materializadas as almas no crepúsculo, entre o sol e a lua, uma linha
Curva penetra-me a raiz da existência, as terras e céus concentrados
Na dinamite humana e divina
sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011
Words That Returns Along The Time
Sonhos, assinaturas dilatas no ventre dos espaços dilatados,
Pássaros sobre os túmulos, fantasmas de uma dimensão última
Dentre desertos, cavernas e dinamites explodindo nas chamas,
Fogo sobre a natureza das madeiras aonde as cinzas inauguram
As auroras aonde os sóis renascem adentro do ser, ser ou tempo
Vulnerável ao dia de amanhã sepultado na música da fé a mover
Montanhas inconstantes, expansão do meu universo, estrelas,
Renascidas, explodidas, re-erguidas na ferida diamantina do olhar
Do sono profundo da metamorfose das nuvens inconstantes,
Verdejantes as cascatas orquestradas no embate das pedras,
O azul resplandecente ao brilho das luzes intrigantes em
Olhos no diafragma das paixões, o raio ofegante aos acúmulos
De verdes lâminas do orvalho, encobertas pelas ruas, asfaltos da
Vida, de repente minha existência envolta em cristalinas asas
De aves lubrificadas,
Pela fome dos tímpanos na fome das horas consumidas no
Espírito, o som estridente dos mares, maremotos sobre as
Tempestades da viva, vívida flor de serpentes e vislumbres
Do magma dos céus dando forma ao dilúvio de cílios, pétalas
Negras sobre o lago destas esferas de terra, mar, ar e silêncio
Navegando adentro o fruto das maças dissipadas na língua
Ardente enquanto mergulhávamos em oceanos de guerras
E variações azuladas e penetrantes na raiz da alma inconstante,
Rio profundo, tua face, esmeralda repentina, vinho e fonte de
Águas límpidas, meu espelho, meu reflexo e eixo variável nas
Curvas de Vênus a amenizar o adormecer das feridas de Marte,
Flechar que seguem retas e depois declinam, na carne ou na placenta
Do riso, lábios avermelhados, da cor dos vulcões efervescentes,
As placas tectônicas vulneráveis, mas não emblemas de harpas,
De harmonias, mas do oscilar dos relógios, cronometrados para
Além dos limites da reprodução genética, reproduzimos os
Parênteses transcendentais, na luta contra o contrair do metabolismo
Das panteras adentro, carnívoras, envoltos para além da autodestruição
Das águias envoltas em desvios, comendo urubus fictícios, sentimos
O fogo na síntese do divino, nas câmeras espelhamos o mundo para
Além da América Idílica, mas sempre regressamos a fonte, seja
Dirigir, seja somar ou subtrair, dividir multiplicar a luz sobre a sombra
É o murmúrio do devir, metamorfose do tempo, embaçado nos teus
Olhos e refletido no céu das estrelas expansivas, renascendo sempre
No amanhecer aonde somos novamente, os novos que somos, rejuvenescendo
anos luz de quem somos, sendo multiplicados,
divididos, somados, multiplicados, regenerados: infinitos!
quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011
Devir nas cascatas desta cachoeira
As palavras se consomem por si mesmas em ventanias dissipadas
Nas auroras expressas no silêncio das horas mortas renascendo
Intrigantes no devir aonde os tempos consomem-se no vinho e
Oscilam entre os pêndulos das terras e dos céus, as aparências,
Os fados e as orquestras no diafragma dos oceanos inconstantes,
Ser primata, ser índole, ser o vácuo amanhecido nas montanhas
Verdejantes da fé cristalina em lágrimas aonde a memória desce
A efêmera semente dos sonos viáveis as gramíneas e orquídeas
Dentre a dimensão última, secas, abundância de chuvas, palhas
E coqueiros cheios de águas na fome dos sonhos, sonhos de índole
Imperfeita, sonhos e cinzas ao futuro aonde as esperanças são
Expectativas, frutos do jardim do Éden, as esperanças são o
Motor das almas, mas o sentido da vida é o esperar repentino
Do efeito que se consome pelo silêncio aonde cruzamos os céus
Agora nas asas de Fênix, o eco, a morte, tudo, o fado e as vozes,
Veredas, labirintos, fome de fogos, água sobre fogueiras, sede de
Nuvens, luz dos sóis, se fosse pela serpente, não mas é pela história,
Pela ânsia das placas tectônicas, pelo excesso de sono que as pérolas
Imateriais contornam os passos em asfalto, o asfalto em espelho e os
Céus e a vida, romantismo dessas cachoeiras, tudo são rios batendo em
Cascatas na meditação da dimensão última, com deus o sonho é raiz e
A raiz realidade, fantasia, destino, olhos abertos no dilúvio, navio
Imortal ao longo desta bola de cristal!
Nas auroras expressas no silêncio das horas mortas renascendo
Intrigantes no devir aonde os tempos consomem-se no vinho e
Oscilam entre os pêndulos das terras e dos céus, as aparências,
Os fados e as orquestras no diafragma dos oceanos inconstantes,
Ser primata, ser índole, ser o vácuo amanhecido nas montanhas
Verdejantes da fé cristalina em lágrimas aonde a memória desce
A efêmera semente dos sonos viáveis as gramíneas e orquídeas
Dentre a dimensão última, secas, abundância de chuvas, palhas
E coqueiros cheios de águas na fome dos sonhos, sonhos de índole
Imperfeita, sonhos e cinzas ao futuro aonde as esperanças são
Expectativas, frutos do jardim do Éden, as esperanças são o
Motor das almas, mas o sentido da vida é o esperar repentino
Do efeito que se consome pelo silêncio aonde cruzamos os céus
Agora nas asas de Fênix, o eco, a morte, tudo, o fado e as vozes,
Veredas, labirintos, fome de fogos, água sobre fogueiras, sede de
Nuvens, luz dos sóis, se fosse pela serpente, não mas é pela história,
Pela ânsia das placas tectônicas, pelo excesso de sono que as pérolas
Imateriais contornam os passos em asfalto, o asfalto em espelho e os
Céus e a vida, romantismo dessas cachoeiras, tudo são rios batendo em
Cascatas na meditação da dimensão última, com deus o sonho é raiz e
A raiz realidade, fantasia, destino, olhos abertos no dilúvio, navio
Imortal ao longo desta bola de cristal!
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