Não havia espaço para rios e castelos, os homens bêbados cruzavam as
Ruas, as avós teciam os bordados, agonizávamos dentre avenidas de sono,
Criávamos Igrejas filosóficas de fogo em meio a luta contra reis, quinze
Anos de fábulas, fadas, o deslumbre de ser feliz, semear ondas do mar e da
Lua em meio a música, saímos para brincar dentre árvores, superfícies
De uma vida amável, seguíamos impulsos de silêncios e guerras, nos olhos
Da pequena criança sentíamos que não havia espaço para os loucos, apenas
Para a irmã piedosa e sensível que nos cantava músicas alegres ao entardecer
Folhas, brisas e neves cintilavam e dançávamos para sempre o que havia
Nas armaduras dos soldados, embutidos em espadas, armas e delírios de
Fama.. Os homens andavam de um lado à outro, espelhos de infâncias e
Adolescências difíceis, a sensibilidade da mulher sendo negada e o prazer
Sendo traduzido em dor no adormecer daquele menino, esperando
Compreensão e as fontes límpidas dentre fogueiras e tochas, carros passando,
O enfoque da sexualidade, os belos cervos e a noite sendo tocada na lua
Dos relógios à frente da minha casa, livros na estante, nervos nas escolas
Nas salas de aula e no cotidiano do trabalho, lidamos com almas sensíveis e
Sedentas ao vinho das paixões, a gravidade dos outdoors, das televisões,
Dos grandes ícones da música, do cinema aparecendo na tribo de selvagens
E nós como meninos, tocamos a lira da luz traduzindo a harmonia da vida
Em sua simplicidade, somos crianças-adultas, sementes de paz, a paternidade
Única do rio terrestre e celestial!
''O homem pode fazer o que quiser, mas não pode querer o que quer'' Schopenhauer
sexta-feira, 12 de abril de 2013
terça-feira, 9 de abril de 2013
O Transbordar Das Fontes
Quando saíamos dentre fontes, fumaças, fábricas, árvores, folhas e o
Sono estava penetrante nos teus olhos, os pássaros cantavam e os índios,
Os europeus, astecas, britânicos, tudo estava adormecido nos olhos daquele
Pequenino, o desespero, a felicidade do homem moderno, todos dentro da
Pequena criança, com medo do escuro, dos fantasmas e buscando afeto nos
Olhos castanhos da mulher sensível, ali se concentrava, o cowboy correndo,
Os pássaros voando, os feudos aonde foi criada e os coliseus de guerra,
As armaduras de Igrejas, Escolas, Outdoors, Universidades, relógios e a
Lua tecendo com a noite os mistérios do dia, dos padres e dos teus olhos
Nada há de novo sob o sol, menos você, meu filho, a vida faz-se tudo há
Traduzir a mesma música do silêncio do mesmo deus que banha as mesmas
Fontes todos os dias, os reinos de todas as Américas haverão de passar, as
Línguas emudeceram, os sonhos macios nada o são nestes delírios de fama
Mas a adorável avó de cabelos pálidos, o professor sensível despertando os
Alunos para a sabedoria da vida, o psicólogo traduzindo deus na natureza,
Os médicos salvando vidas de pessoas que querem dar tudo o que podem
Pela humanidade, isto faz-se tudo, o vento, a brisa, a música e a poesia dentro
De tudo são as coisas que nos dão a leveza dos pássaros, não mendigues a
Paz da morte, encontres prazer na delicadeza da flexibilidade, não dês espaço
A voz dos fantasmas em forma de reis, o único senhor faz-se este silêncio do
Teu corpo, vive e transborda na fonte!
Árvores, Folhas, Ruas, Casas e Frutos Dóceis
Olharás as magníficas árvores, adormecidas em folhas, no verão aonde
Seus troncos trazem uma fome de calor, consistentes, rochas vívidas, tecidas
Em raízes profundas, as quais duram em excesso e seu próprio sono
Impalpável, Rio de Deus, luz em harmonia com os céus e as terras, produzem
Frutos dóceis, sementes... Não ardem em deuses, Igrejas e cruzes, mesmo
Assim, macias como o ventre da mulher sensível, são mães de todos os
Pássaros que as buscam e quando caem apenas a mesma mulher sensível
Os acolhe, a divindade desses mundos não está em túmulos que banham as
Ruas de
Londres, Nova Iorque, Cidade do Cabo, Berlim, A Roma Antiga, enquanto
A noite dissolve os homens e o menino tímido, desejando está entre as mesmas
Árvores faz-se submetido ao inverno de um Abril aonde seus próprios pais
Seguem o destino dos leões que saem para caçar e alimentar a matilha que
Serve à um rei... Além deste mar morto, crucifixam homossexuais como os
Soldados, servos da Pátria de nervos evolucionistas, matam Judeus e guerras
São forjadas e o mesmo deus que morreu e ressuscitou por nos faz-se
Sepultado novamente, os cervos que passam, sob a relva orvalhada, comendo
Cavidades verdes dentre galhos são caçados para produzir peles, pessoas
Comuns de terno e gravata veem o amor em forma de ondas cegas e sob os
Relógios, eu te dou toda a conquista espiritual que consegui e vejo as pessoas
Tolas caminhando enquanto os outdoors fazem circos humanos, Pai, quantas
Vezes tento te amar, quantas vezes me esforço para que desças ao útero
De minha Mãe e diga: ''Filho, sei que não estás dentro de mim, mas estas
Terras ora são íngremes, a gravidade pode te puxar, mas espero que saibas
Que conseguirás, não importa aonde estejas, não deixarei teu sangue esfriar,
Não serei um fantasma de
Um império para concordar com teus medos e negar o amor pelo poder, a
Natureza dá empréstimos aos homens, mas eu te darei a mesma do silêncio e
Da música, pois para deus, nada faz-se impossível, te impulsionarei a vida!''
A luz transborda os túmulos, eu cultivo este jardim e vejo o universo e a
Luz nos teus olhos, a poesia faz-se este hoje, este agora, esta amizade em
Forma de sol há traduzir todo o mistério da lua!
Seus troncos trazem uma fome de calor, consistentes, rochas vívidas, tecidas
Em raízes profundas, as quais duram em excesso e seu próprio sono
Impalpável, Rio de Deus, luz em harmonia com os céus e as terras, produzem
Frutos dóceis, sementes... Não ardem em deuses, Igrejas e cruzes, mesmo
Assim, macias como o ventre da mulher sensível, são mães de todos os
Pássaros que as buscam e quando caem apenas a mesma mulher sensível
Os acolhe, a divindade desses mundos não está em túmulos que banham as
Ruas de
Londres, Nova Iorque, Cidade do Cabo, Berlim, A Roma Antiga, enquanto
A noite dissolve os homens e o menino tímido, desejando está entre as mesmas
Árvores faz-se submetido ao inverno de um Abril aonde seus próprios pais
Seguem o destino dos leões que saem para caçar e alimentar a matilha que
Serve à um rei... Além deste mar morto, crucifixam homossexuais como os
Soldados, servos da Pátria de nervos evolucionistas, matam Judeus e guerras
São forjadas e o mesmo deus que morreu e ressuscitou por nos faz-se
Sepultado novamente, os cervos que passam, sob a relva orvalhada, comendo
Cavidades verdes dentre galhos são caçados para produzir peles, pessoas
Comuns de terno e gravata veem o amor em forma de ondas cegas e sob os
Relógios, eu te dou toda a conquista espiritual que consegui e vejo as pessoas
Tolas caminhando enquanto os outdoors fazem circos humanos, Pai, quantas
Vezes tento te amar, quantas vezes me esforço para que desças ao útero
De minha Mãe e diga: ''Filho, sei que não estás dentro de mim, mas estas
Terras ora são íngremes, a gravidade pode te puxar, mas espero que saibas
Que conseguirás, não importa aonde estejas, não deixarei teu sangue esfriar,
Não serei um fantasma de
Um império para concordar com teus medos e negar o amor pelo poder, a
Natureza dá empréstimos aos homens, mas eu te darei a mesma do silêncio e
Da música, pois para deus, nada faz-se impossível, te impulsionarei a vida!''
A luz transborda os túmulos, eu cultivo este jardim e vejo o universo e a
Luz nos teus olhos, a poesia faz-se este hoje, este agora, esta amizade em
Forma de sol há traduzir todo o mistério da lua!
sábado, 6 de abril de 2013
Os Tecidos do Tempo, Os Rios da Vida
Quando o tempo excedia em forma de rios lábios penetrantes do espaço,
Moldando na morte a face da lua em torno de deus, sentíamos que nosso
Corpo poderia navegar em oceanos desconhecidos, aonde os ponteiros
Apontariam para infância. Ecos de reis e igrejas, pessoas que passavam
Enquanto a neve descia pálida nos teus olhos castanhos e os fantasmas se
Evaporavam, sentíamos que os céus faziam-se estas terras e as trincheiras,
Tanto quanto as guerras seriam sementes germinando o ventre da mulher
Adormecida nos olhos do homem adorável, com fogo tempestuoso em
Forma de relva invadindo a noite com cavernas e rios amáveis, aonde a
Autoridade fazia-se amável destino de frutas doces, uvas e cerejas aonde
O relógio e teus olhos adormeciam apenas um sono dócil de acalanto,
Os poetas passam, os cientistas assim como os atletas... A presença
Dos espíritos da morte aparecem de repente em meio aos hábitos daquele
Ser de cabelos pálidos com medo de se remodelar, túmulos e traduções
De padres em 3/4 da consciência, mas teus olhos como luzes perante
O fogo!
Moldando na morte a face da lua em torno de deus, sentíamos que nosso
Corpo poderia navegar em oceanos desconhecidos, aonde os ponteiros
Apontariam para infância. Ecos de reis e igrejas, pessoas que passavam
Enquanto a neve descia pálida nos teus olhos castanhos e os fantasmas se
Evaporavam, sentíamos que os céus faziam-se estas terras e as trincheiras,
Tanto quanto as guerras seriam sementes germinando o ventre da mulher
Adormecida nos olhos do homem adorável, com fogo tempestuoso em
Forma de relva invadindo a noite com cavernas e rios amáveis, aonde a
Autoridade fazia-se amável destino de frutas doces, uvas e cerejas aonde
O relógio e teus olhos adormeciam apenas um sono dócil de acalanto,
Os poetas passam, os cientistas assim como os atletas... A presença
Dos espíritos da morte aparecem de repente em meio aos hábitos daquele
Ser de cabelos pálidos com medo de se remodelar, túmulos e traduções
De padres em 3/4 da consciência, mas teus olhos como luzes perante
O fogo!
No Princípio Era O Verbo, A Luz Faz-se o Verbo
Um rio que passa aonde o amor se fez gelo na superfície, a tua face, pálida,
Adormecida aonde meus olhos tensos contraiam um ventre aonde a mulher
Sensível fez-se ferida perante as guerras, minha carne arde e pouco sentimos,
Queremos em sono, os murmúrios de um vento aonde as igrejas e as
Universidades nos dão um trigo em forma de vinho, as faces de vidro e os
Navios repartidos em impérios, enquanto as pessoas fazem-se tolas e
Os músculos se contraem em diamantes burilados por tronos e inteligências,
Aquele criança, ali sentada no colo de sua mamãe, já não mais sabe se a
Terra faz-se redonda ou se gira em torno do sol, se os céus são tão azuis
Quanto os seus próprios olhos ardendo em sensibilidade, um pai seduzido
Pela gravidade pré-histórica, um abril estonteante aonde não há espaço
Para a arte e a espiritualidade, o vinho anda solto nos ares e choramos
Ao adolescer, crescemos há ouvir os pássaros e as águias sendo
Confundidos pelo tráfego e as promoções de quem atiraria a lança mais
Apropriada ao sonho da tribo aonde o pajé seria tão selvagem quanto
Aquele jovem de quinze anos que sonha em vencer os mundos e chora
Ao descobrir o vácuo daquele menino, carente de pais e sem cavalos para
Sustentá-lo há morrer como ele enquanto sua infância como a do mesmo
Foi induzida pelo ópio do mundo, o ouro de Adão e Eva cicatrizados em
Lucas, Marcelo, Eduarda e Elisabete. Quando tinha teus catorze anos e
Tremias, a eletricidade dos nervos fazia-se cálice de bebidas ébrias nas
Guerras dos teus treze, chorastes por não ter à quem te ouvir, o vento
Suave, as montanhas que banham indiferentes as mesmas fontes, as quais
Extraímos a água todas as manhãs antes do suor, são dádivas de deus,
Tu simplesmente não sabes aonde ir, mas olha nos olhos das pessoas
Sábias, elas movem montanhas enquanto o mundo arde em estática!
Adormecida aonde meus olhos tensos contraiam um ventre aonde a mulher
Sensível fez-se ferida perante as guerras, minha carne arde e pouco sentimos,
Queremos em sono, os murmúrios de um vento aonde as igrejas e as
Universidades nos dão um trigo em forma de vinho, as faces de vidro e os
Navios repartidos em impérios, enquanto as pessoas fazem-se tolas e
Os músculos se contraem em diamantes burilados por tronos e inteligências,
Aquele criança, ali sentada no colo de sua mamãe, já não mais sabe se a
Terra faz-se redonda ou se gira em torno do sol, se os céus são tão azuis
Quanto os seus próprios olhos ardendo em sensibilidade, um pai seduzido
Pela gravidade pré-histórica, um abril estonteante aonde não há espaço
Para a arte e a espiritualidade, o vinho anda solto nos ares e choramos
Ao adolescer, crescemos há ouvir os pássaros e as águias sendo
Confundidos pelo tráfego e as promoções de quem atiraria a lança mais
Apropriada ao sonho da tribo aonde o pajé seria tão selvagem quanto
Aquele jovem de quinze anos que sonha em vencer os mundos e chora
Ao descobrir o vácuo daquele menino, carente de pais e sem cavalos para
Sustentá-lo há morrer como ele enquanto sua infância como a do mesmo
Foi induzida pelo ópio do mundo, o ouro de Adão e Eva cicatrizados em
Lucas, Marcelo, Eduarda e Elisabete. Quando tinha teus catorze anos e
Tremias, a eletricidade dos nervos fazia-se cálice de bebidas ébrias nas
Guerras dos teus treze, chorastes por não ter à quem te ouvir, o vento
Suave, as montanhas que banham indiferentes as mesmas fontes, as quais
Extraímos a água todas as manhãs antes do suor, são dádivas de deus,
Tu simplesmente não sabes aonde ir, mas olha nos olhos das pessoas
Sábias, elas movem montanhas enquanto o mundo arde em estática!
Folhas, Anoitecer e o Anel de Luz nos Teus Olhos
A atmosfera latente no verde sob a lua, o mundo repousa nas folhas sob
As quais desce a noite, reflexos do dia e da luz no homem bêbado que
Caça cães e alimenta a matilha com o faro do destino dos reis e as
Crianças com medo de panteras, ecos de sinos e os meninos
Vagando dentre árvores enquanto na loucura perante a fama o mundo
Divide-se em exércitos e igrejas, na rua os fantasmas trazem cavernas,
Desejos perante a carne e o fogo aprisiona-te bela dama, eu te
Necessito, posto que o mundo faz-se governado pelo poder e o ópio
Fomos piratas lutando contra reis, cavalgamos e batalhamos para
Conquistar animais selvagens, mas os teus olhos não medem a dor
Dos autoritários, somos uma semente e a terra sob os céus no rio
Da vida!
As quais desce a noite, reflexos do dia e da luz no homem bêbado que
Caça cães e alimenta a matilha com o faro do destino dos reis e as
Crianças com medo de panteras, ecos de sinos e os meninos
Vagando dentre árvores enquanto na loucura perante a fama o mundo
Divide-se em exércitos e igrejas, na rua os fantasmas trazem cavernas,
Desejos perante a carne e o fogo aprisiona-te bela dama, eu te
Necessito, posto que o mundo faz-se governado pelo poder e o ópio
Fomos piratas lutando contra reis, cavalgamos e batalhamos para
Conquistar animais selvagens, mas os teus olhos não medem a dor
Dos autoritários, somos uma semente e a terra sob os céus no rio
Da vida!
sábado, 23 de março de 2013
A Semente da Anoitecer, O Regar Dos Verdes
Dentre redes, eu vou em direção ao útero do mundo, como a chuva que
Caí dentre as oscilações da rocha de nosso sono, o ventre da flor traz ondas
De cabelos pálidos em meio a infância, hábitos adormecidos em fantasmas e
Deus latente nos teus olhos, na noite estamos livres e enquanto os soldados
Dentro de mim lutam por uma paz impenetrável, vimos as raízes e o delírio
Da perfeição, reis e cálices de vinho, a sensibilidade amável e carismática de
Meus pais, quando menino nas velhas fotos poderia repousar sem temor na
Pele sensível aonde a autoridade não estava adormecida na ficção da vida
Nas espadas do relógio, meu pai dizia para minha mãe, vai com o pequeno e
Caso não possas conte comigo, tenho um imenso prazer em levá-lo em meus
Braços, um rio que passa e os pássaros que cantam em meio as ruas da alma,
Ás vezes faz-se como um jardim aonde devemos cultivar a semente, o teu
Legado não deve servir de escultura para os museus antológicos, mas os
Teus frutos haverão de tecer o tempo deste vento transbordando na
Imperfeição do mundo!
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