Ele estava sentado, no palco da vida, prazer, fome, desejo e o
Relógio apertando, a fome e o desejo de ver deus; ele vive em mim
E em ti, nos teus olhos, foi reprimido no inverno, o amamentaram
Com espinhos, mas visualizando os olhos dela, o mais sábio em
Fumaça transformou-se, ela era um sol, um fogo sob o poder da
Água rala, limitada deu a fonte enquanto lhe davam o vinho,
Insuperável só existe deus, sendo maior que a ti, a mim e a eles
Dois, às vezes ele some no sono e renasce do sonho, muitos
Crescem acreditando ser grandes, mas ele as acolhe no tempo em
Que a guerra acaba, e desta forma, nos olhos da mulher que nada
Quer em troca, o filho de deus fez do vento e da fonte, a lei maior,
A fama passou, o rio passou e a ressurreição permaneceu!
''O homem pode fazer o que quiser, mas não pode querer o que quer'' Schopenhauer
segunda-feira, 10 de dezembro de 2012
O Mito Dos Olhos, O Orvalho da Retina
Sou um rio, uma terra de pais e um céu de mães, uma caverna de
Pântanos, uma montanha verde diante de névoas, tudo em mim passa,
Exceto esse silêncio do teu corpo, o tempo da brisa, o espaço do
Relógio na alma da imperfeição, a anarquia dos loucos e o sabor
Castanhos dos teus olhos; Adão e Eva em mim, Abraão e sua família
Em mim e o ardor humano de Jacó, lágrimas, mares de alegrias e
Tristezas, a vaidade do homem, a humildade do rio, a competição do
Mundo e os silêncios dos céus e do filho, o ventre de barro e o
Sangue junto ao vinho, não me tirem a vida, já tive vontade de morrer,
Apesar de falível, te amo, és lua na minha noite e o sol nos teus olhos
Me aquece, calor do corpo à alma!
Pântanos, uma montanha verde diante de névoas, tudo em mim passa,
Exceto esse silêncio do teu corpo, o tempo da brisa, o espaço do
Relógio na alma da imperfeição, a anarquia dos loucos e o sabor
Castanhos dos teus olhos; Adão e Eva em mim, Abraão e sua família
Em mim e o ardor humano de Jacó, lágrimas, mares de alegrias e
Tristezas, a vaidade do homem, a humildade do rio, a competição do
Mundo e os silêncios dos céus e do filho, o ventre de barro e o
Sangue junto ao vinho, não me tirem a vida, já tive vontade de morrer,
Apesar de falível, te amo, és lua na minha noite e o sol nos teus olhos
Me aquece, calor do corpo à alma!
O Sono Impalpável, O Verde da Aurora
O relógio, a fúria de ser mortal, todos no ouro do poder, inclusive
Os bispos e artistas, quantas léguas cruzará o cavalo até que
A evolução fazer-se-a palavra, ou anjo? Quantas vezes o filho dará
Ao pai o poder do império? muitas mentiras, uma verdade, a
Encontrastes para além do sono
Mas ardemos no espelho do mundo e das mães, houve uma
Perfeição, mas sou imperfeito, servo dos números, permito que
Meus filhos vejam em mim uma referência de sonho em forma de
Éden e pesadelo, até quando haverei de permitir que eu apenas
Exista e meus dias durem e as noites me ignorem em suas cavernas,
Não digo nada de novo, a fama adormece em mim e muito vejo,
Visualizo a rosa, espinhos, me ame, me sinta e transborde nos meus
Olhos!
Os bispos e artistas, quantas léguas cruzará o cavalo até que
A evolução fazer-se-a palavra, ou anjo? Quantas vezes o filho dará
Ao pai o poder do império? muitas mentiras, uma verdade, a
Encontrastes para além do sono
Mas ardemos no espelho do mundo e das mães, houve uma
Perfeição, mas sou imperfeito, servo dos números, permito que
Meus filhos vejam em mim uma referência de sonho em forma de
Éden e pesadelo, até quando haverei de permitir que eu apenas
Exista e meus dias durem e as noites me ignorem em suas cavernas,
Não digo nada de novo, a fama adormece em mim e muito vejo,
Visualizo a rosa, espinhos, me ame, me sinta e transborde nos meus
Olhos!
Os Olhos, O Mistério da Lua, A Fé do Sol
O sonho morno, a noite, faróis na eletricidade vigente na luz palpável,
A neve enjaulando as flores, ao mentires para ti, acumulas um império
E escravizas tua própria sensibilidade, sou uma atmosfera de poder,
Quando a água serena me sacia, o sono provém em ondas de morte
E a sobrevivência excessiva me encobre os nervos, tu moras em mim,
És diamante orgânico qual pedra, sementes de ceticismo e a vaidade,
O preço da rosa, desta forma a guerra faz-se promovida pela paz e
O mesmo destino que aplacou o soldado faz de te o rei da pátria de
Ventres mórbidos, por mais que vivas, o ardor poético não te salvará,
Causará náusea, suscita tua alma, te embeleza com a natureza, a arte
Não cura, os olhos abastecem!
A neve enjaulando as flores, ao mentires para ti, acumulas um império
E escravizas tua própria sensibilidade, sou uma atmosfera de poder,
Quando a água serena me sacia, o sono provém em ondas de morte
E a sobrevivência excessiva me encobre os nervos, tu moras em mim,
És diamante orgânico qual pedra, sementes de ceticismo e a vaidade,
O preço da rosa, desta forma a guerra faz-se promovida pela paz e
O mesmo destino que aplacou o soldado faz de te o rei da pátria de
Ventres mórbidos, por mais que vivas, o ardor poético não te salvará,
Causará náusea, suscita tua alma, te embeleza com a natureza, a arte
Não cura, os olhos abastecem!
domingo, 9 de dezembro de 2012
O Trigo da Vida, A Luz Dos Céus
Houve um tempo aonde o belo era silêncio, a guerra, espontaneidade
Do sono, em que o rei via a tristeza despida da beleza e o frio batia,
A ambição era do homem maduro e a inocência fictícia do adolescente
E da criança fazia-se carne sepultada no túmulo do rubi, a mãe
Imperfeita e o ventre dos Papas, as montanhas e o relógio impalpável,
Verde e empoeirado pelo tempo do vento, a relva e o orvalho
Renascendo a água enquanto o orgulho perdoado fazia-se trigo
Para o menino, a humildade faz-se rio para o mar, muitos se apegam
Nas ondas que passam, mas eu à te amo e para além das Igrejas
Vejo deus nos teus olhos, me toque e me ame e seremos uma
Dívida na lua compreendida pelo sol e nada vencerá esta chama,
Natureza de fogo eterno!
Para o menino, a humildade faz-se rio para o mar, muitos se apegam
Nas ondas que passam, mas eu à te amo e para além das Igrejas
Vejo deus nos teus olhos, me toque e me ame e seremos uma
Dívida na lua compreendida pelo sol e nada vencerá esta chama,
Natureza de fogo eterno!
A Colheita, Os Frutos, A Chuva das Sementes
Vem o frio, o espinho e os céus, a vaidade e o rancor batem na alma
Imperfeita de todo trigo sob o sol, sou um personagem ardendo em
Sangue e vinho, dentro de mim existe a guerra e a alma, os olhos
Dela e o filho no ar; o pai há mandar, corrigir e sofrer, enquanto
Todos em sono o amam e questionam, crias o espelho, criticas teu
Adversário e à te mesmo abre fendas necessárias há cicatrizarem-se,
O que há faz-se rio e no mar a mesma criança que fostes banha teu
Afilhado, o menino livre, medonho, pequeno e gigante há sofrer e
Arder; os olhos dela tão úmidos e o relógio sofrendo o verde das
Montanhas, aquele menino há galopar no cavalo, imperfeito, saiu
Das ruas e automóveis e caiu, morrendo, mas quando à te olhou,
Na terra sentiu os céus compreendidos
Imperfeita de todo trigo sob o sol, sou um personagem ardendo em
Sangue e vinho, dentro de mim existe a guerra e a alma, os olhos
Dela e o filho no ar; o pai há mandar, corrigir e sofrer, enquanto
Todos em sono o amam e questionam, crias o espelho, criticas teu
Adversário e à te mesmo abre fendas necessárias há cicatrizarem-se,
O que há faz-se rio e no mar a mesma criança que fostes banha teu
Afilhado, o menino livre, medonho, pequeno e gigante há sofrer e
Arder; os olhos dela tão úmidos e o relógio sofrendo o verde das
Montanhas, aquele menino há galopar no cavalo, imperfeito, saiu
Das ruas e automóveis e caiu, morrendo, mas quando à te olhou,
Na terra sentiu os céus compreendidos
O Mundo, A Flor E Os Céus
És imperfeito, aos olhos do mundo, vês o rubi cristalino, depositando
Nele a alma do pântano, acreditas na pureza de menino e não tens o
Prazer, senão domesticado, o mundo e suas dívidas; à ela destes todo
O teu amor adormecido no verde e na guerra, procurastes o espírito
Com o aroma do perfume ao sonho e ela te negou, correstes atrás da
Prata na sensibilidade do ventre e o mesmo amor em que ganhastes o
Mundo, te negou; o prazer não domesticado brilha da lua ao sol e és
Falível; ela imperfeita como tu, viu nele a guerra sob o verde, mas te
Amo, este menino adormecido em mim arde no relógio entre montanhas
E metrópoles, ele através de ti, mediu a alma em vinho e fez da dor
Prazer não domesticado; olho a rosa e vejo o espírito ante a carne e
Na alma do mundo: Deus!
Nele a alma do pântano, acreditas na pureza de menino e não tens o
Prazer, senão domesticado, o mundo e suas dívidas; à ela destes todo
O teu amor adormecido no verde e na guerra, procurastes o espírito
Com o aroma do perfume ao sonho e ela te negou, correstes atrás da
Prata na sensibilidade do ventre e o mesmo amor em que ganhastes o
Mundo, te negou; o prazer não domesticado brilha da lua ao sol e és
Falível; ela imperfeita como tu, viu nele a guerra sob o verde, mas te
Amo, este menino adormecido em mim arde no relógio entre montanhas
E metrópoles, ele através de ti, mediu a alma em vinho e fez da dor
Prazer não domesticado; olho a rosa e vejo o espírito ante a carne e
Na alma do mundo: Deus!
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