O Hécade onde todos os nossos medos e paixões oscilam como gigantes
No tempo primitivo de três quartos de um cérebro de lucidez estagnada.
Rios e nebulosas. Os teus belos olhos castanhos vivem tão fortes adentro
De mim, museus e estações de inverno. Todos os trilhos dos trens e o
Acesso à melancolia em que os adolescentes e crianças sentem em seus
Pés a coroa de espinhos de antigos cristãos crucifixados pelos luxuriosos
E sádicos Imperadores Romanos. O sono não faz-se maior que o amor
Enquanto Deus faz-se maior que a carência de lucidez dos céus agindo
Na maestria dos santos. A santa Igreja faz-se eterna no legado da
Santidade preservada para a salvação dos que sofrem mediante as
Provações e se alegra onde a ressurreição faz da dimensão secular do
Tempo a negação de sua própria tragédia, a vida doméstica dos
Divãs a catarem infelicidades inóspitas na terra das mágoas e
Congestionamentos de uma moral esquecida. Cantores, poetas e
Cientistas que não trouxeram em suas memórias o divino e venderam
Suas vidas a obras menores que eles mesmos, oriundas de suas mãos.
Afecções, posses, medos, potestades e quarto sextos de sátiras e
Envolvimentos por uma inteligência qualquer. Profetas esquecidos
E o Cordeiro de Deus ante as heresias do século das luzes. Nas mais
Lindas universidades de origens da cristandade jovens empreendem
A fornicação como um esporte vulgar, usam tóxicos e apreciam a
Música como uma manifestação tribal doentia. Os burgueses não
Arrependidos também se emancipam ao vinho, nas festas insólitas e
Nos camarotes de carnavais. Tais como os príncipes que decapitaram
Se arrefecem e luxo e esbanjamento enquanto vão as Igrejas aos
Domingos e com as imagens de São Francisco em suas casas
Esquecem-se da simplicidade tão cara à devoção mariana, virgem
Pintada com mestria em suas residências. Como ele os levará
Efetivamente ao Cristo? Que saibamos que tudo passa, o sono e o
Amargor das paixões da juventude do homem velho na nova face
Que adquirimos em uma suave conversão. Jamais deixar de seguir
O Messias dos Evangelistas e dos autores das santas epístolas. Eis
Aí o dever de todos os verdadeiros homens em caminho de uma vida
De luz e humilde santidade em momento algum confessada pelos
Que factualmente exprimem o amor em toda a sua pureza!
''O homem pode fazer o que quiser, mas não pode querer o que quer'' Schopenhauer
sexta-feira, 3 de maio de 2019
A Verdade Transcorre, Os Apegos Esvaem-se e a Santidade Permanece
Todo o anoitecer transpassou dentre estrelas, mundos escarlates, azuis
E púrpuros. O tempo em torno de estrelas e metamorfoses de luzes na
Medida em via no espelho de minha alma: baratas, macacos, alienígenas,
Formigas, serpentes, maças, a formação de planetas em infâncias e a
Gravidade lunar diante do adolescer rumo à uma maior maturidade.
Cérebros, sete anos de uma maior formação e os véus ocultos da
Virgem Maria. Tu estavas ali, onde os destroços de uma Era Glacial
Adentraram em mim. A mecânica de um tempo e espaço absolutos
Aniquilados na relatividade onde a inteligência faz-se esmagada
Por um Deus monoteísta e hebraico. Tudo o que faz-se secular e
Apaixonado esvaí-se enquanto não acessamos o divino que em
Nós reside. O verídico amor ao Cristo da luz, na misericórdia da
Eternidade de sua cruz. Isto faz-se mais que o ser e o tempo. O
Legado imortal dos santos sob unção mariana da imitação de
Jesus Cristo, o que excede-se em resíduo, barulho, enfim, o é!
E púrpuros. O tempo em torno de estrelas e metamorfoses de luzes na
Medida em via no espelho de minha alma: baratas, macacos, alienígenas,
Formigas, serpentes, maças, a formação de planetas em infâncias e a
Gravidade lunar diante do adolescer rumo à uma maior maturidade.
Cérebros, sete anos de uma maior formação e os véus ocultos da
Virgem Maria. Tu estavas ali, onde os destroços de uma Era Glacial
Adentraram em mim. A mecânica de um tempo e espaço absolutos
Aniquilados na relatividade onde a inteligência faz-se esmagada
Por um Deus monoteísta e hebraico. Tudo o que faz-se secular e
Apaixonado esvaí-se enquanto não acessamos o divino que em
Nós reside. O verídico amor ao Cristo da luz, na misericórdia da
Eternidade de sua cruz. Isto faz-se mais que o ser e o tempo. O
Legado imortal dos santos sob unção mariana da imitação de
Jesus Cristo, o que excede-se em resíduo, barulho, enfim, o é!
segunda-feira, 29 de abril de 2019
Tu Estavas Lá. Todo o Mundo Passou, Ardeu. A Santidade Permaneceu
Tu estavas lá. Em cada silêncio, em cada caverna e em cada flor. Eu
Via que a besta crepuscular de um inverno de espectros infernais me
Separavam de ti. Talvez eu tivesse que provar o pão que o demônio
Havia amassado para permanecer nitidamente no caminho do bem.
Aquelas salas de aula, onde os olhos felinos e agressivos dos linces
Burgueses queriam ser servidos por jovens inocentes na venda de
Vidas santas à um mercado individualista e corruptível. Onde andavam
Os mais magníficos homens que haviam morrido em nome de Deus?
O tempo e o espaço na intuição de uma melancolia em que os esquilos
Se escondem em suas tocas enquanto a neve caí. Jornais em que
Presidentes vendem causas públicas à homens avaros, doentes e que
Dentre multidões vivem a mais profunda solidão dos prazeres de
Tânatos enquanto ciclopes pisam em cima das formigas humanas.
Todo anjo concebido sem prece é um delírio de carne a arder nas
Gerações de gnósticos sem esperança encontrando a válvula de
Escape para suas ansiedades em livros, tóxicos e em relações
Líquidas de uma sexualidade enferma. Eu tive que me apresentar
Sozinho diante do Altíssimo, ouvi os sofistas gritarem suas
Convulsões políticas estéreis entre si enquanto os missionários
Faziam em silêncio o bem comum e socorriam à todos os
Arrependidos, dentre os mais variados sofrimentos. E sei
Que no final, entre eu e Deus, verei a Virgem Maria. Tu
Também estarás lá. Subsequentemente te visualizarei e já
Em espírito testemunharemos o mundo que passou e
Reconheceremos que o arrependimento, toda a penitência e
O fruto daquilo que das boas obras edificou-se, fez-se registro
De santidade, permaneceu. O Cordeiro de Deus estará lá,
Fazer-se-a alicerce, em oração tudo será efetuado, não
Haverá mais nenhum adeus. E por toda a eternidade a tua
Imagem pura não fez-se distorcida. Esteve em minha alma,
Indelével e ficou!
Via que a besta crepuscular de um inverno de espectros infernais me
Separavam de ti. Talvez eu tivesse que provar o pão que o demônio
Havia amassado para permanecer nitidamente no caminho do bem.
Aquelas salas de aula, onde os olhos felinos e agressivos dos linces
Burgueses queriam ser servidos por jovens inocentes na venda de
Vidas santas à um mercado individualista e corruptível. Onde andavam
Os mais magníficos homens que haviam morrido em nome de Deus?
O tempo e o espaço na intuição de uma melancolia em que os esquilos
Se escondem em suas tocas enquanto a neve caí. Jornais em que
Presidentes vendem causas públicas à homens avaros, doentes e que
Dentre multidões vivem a mais profunda solidão dos prazeres de
Tânatos enquanto ciclopes pisam em cima das formigas humanas.
Todo anjo concebido sem prece é um delírio de carne a arder nas
Gerações de gnósticos sem esperança encontrando a válvula de
Escape para suas ansiedades em livros, tóxicos e em relações
Líquidas de uma sexualidade enferma. Eu tive que me apresentar
Sozinho diante do Altíssimo, ouvi os sofistas gritarem suas
Convulsões políticas estéreis entre si enquanto os missionários
Faziam em silêncio o bem comum e socorriam à todos os
Arrependidos, dentre os mais variados sofrimentos. E sei
Que no final, entre eu e Deus, verei a Virgem Maria. Tu
Também estarás lá. Subsequentemente te visualizarei e já
Em espírito testemunharemos o mundo que passou e
Reconheceremos que o arrependimento, toda a penitência e
O fruto daquilo que das boas obras edificou-se, fez-se registro
De santidade, permaneceu. O Cordeiro de Deus estará lá,
Fazer-se-a alicerce, em oração tudo será efetuado, não
Haverá mais nenhum adeus. E por toda a eternidade a tua
Imagem pura não fez-se distorcida. Esteve em minha alma,
Indelével e ficou!
terça-feira, 23 de abril de 2019
Renascendo Das Cinzas do Homem Velho, Alvorecer do Empíreo
Quando arrefecidos os trilhos nervosos do filho do homem a purgar-se
Nos cronômetros do tempo. Os trens onde a infância, a adolescência, o
Pudor, a sensibilidade e a inteligência ardendo como as formas definidas
Por vulcões invisíveis no arder de um magma escaldante, na caótica
Ordem da que vem a emitir a catarse do ser e do nada no fluxo da
História natural. O monólito cosmológico, aqui ascende o patentear-se
De Gaia em tenros mares, terras, atmosferas e fogos do manto,
Do núcleo externo e interno onde toda a crosta arde para o Empíreo.
O repousar e permanecer intacto para perpassar o inverno, outono,
O verão e na primavera à todo o decorrer do verde orgânico emergindo
Em uma ontologia consciente. Tal como expoente de Atenas, implícita
Natureza rumo a descoberta da pessoa de Jesus Cristo, o Cordeiro de Deus.
Uma Odisseia de dialética onde o ego, a identidade, a vontade, o inatismo
E o empirismo fazem-se acolhidos na síntese onde o divino se sobrepõe
Ao humano aos fins da obediência da castidade, do dever teologal do
Evangelho justificando a vida de muitos por toda a delicadeza de sua
Simplicidade. O descobrir a alma excelsa, magnífica e divina para
Além do acaso de alegrias insólitas. Descobrindo pétalas de
Magnólias, dálias, orquídeas e estrelícias em toda a vida, na natureza
De cada estação do ser e do não-ser.
Metamorfoses ao perecível ante fantasmas de planetas distantes,
Os reflexos de instintos, dores e de um ascetismo rumo às fórmulas
Onde os arcabouços da mecânica onde os meteoros, silêncios,
Colisões do cometas, explosões e nascimentos de novas estrelas.
Mundos e mistérios do Anima, a evolução do espírito, lobos,
Raposas, ursos, gralhas, rouxinóis, crianças, cadeias onde o
Primitivo ante árvores, prados onde Febo ascende em luz ante
A música, a poesia e toda uma maestria de beatitude onde as
Criaturas tendem a negar as existências mais aparentes rumo às
Formas de um mundo onde a fé, a esperança e a caridade vencem
As tentações da carne ante toda a banalidade do visível aos olhos
Nus. Emergindo, por fim, o
Santo Espírito, destronando a soberba, o individualismo, a cegueira e
As sombras ante o despojar das cenas onde a dramaticidade das paixões
Ardem até onde a filosofia, a metafísica, o poder e a caça as presas de
Um mundo selvagem ardem na descoberta de um Deus judaico-cristão.
A luz surpreendente dos santos; os heróis e titãs do paganismo sendo
Esquecidos. Até onde vamos como herdeiros do paleolítico e do
Neolítico a arder em dialogar com cérebros maciços e vidas privadas
Onde a mágoa e o rancor nos coroam como monarcas de energias
Soturnas e despóticas... Quem poderemos ser diante de uma vida sem
Oração? Animais bípedes e solitários em epidemias de morte, guerra,
Genocídio sensível e cognitivo à completa ausência de contemplação
Ao Altíssimo!
A consciência enquanto lâmina de uma prata ignóbil, o sono e o sonho
Como cálices de vinho desconhecedores das águas em suas fontes
Límpidas... Apenas o que três quintos de paixão concedem na maresia
Dos apegos à realidade sensorial e sedenta ao monopólio abstrato da
Carne a dar espaço à Lúcifer. Apenas a vitória do bem sobre o mal
Faz-se valer as séries até o sétimo selo. A conquista rumo ao Empíreo
Começa em pequenas atitudes fluindo suaves, leves, sublimes e
Transcendentais; onde todas as palavras evaporaram-se, permanecendo
Apenas na medida em que fazem-se redimidas pela penitência, a prece,
Toda a unção sacramental e a prática das bem-aventuranças!
Deus exprime-se santo, efetivo e real para aqueles que sob unção
Mariana imitam com humildade seu filho unigênito!
Nos cronômetros do tempo. Os trens onde a infância, a adolescência, o
Pudor, a sensibilidade e a inteligência ardendo como as formas definidas
Por vulcões invisíveis no arder de um magma escaldante, na caótica
Ordem da que vem a emitir a catarse do ser e do nada no fluxo da
História natural. O monólito cosmológico, aqui ascende o patentear-se
De Gaia em tenros mares, terras, atmosferas e fogos do manto,
Do núcleo externo e interno onde toda a crosta arde para o Empíreo.
O repousar e permanecer intacto para perpassar o inverno, outono,
O verão e na primavera à todo o decorrer do verde orgânico emergindo
Em uma ontologia consciente. Tal como expoente de Atenas, implícita
Natureza rumo a descoberta da pessoa de Jesus Cristo, o Cordeiro de Deus.
Uma Odisseia de dialética onde o ego, a identidade, a vontade, o inatismo
E o empirismo fazem-se acolhidos na síntese onde o divino se sobrepõe
Ao humano aos fins da obediência da castidade, do dever teologal do
Evangelho justificando a vida de muitos por toda a delicadeza de sua
Simplicidade. O descobrir a alma excelsa, magnífica e divina para
Além do acaso de alegrias insólitas. Descobrindo pétalas de
Magnólias, dálias, orquídeas e estrelícias em toda a vida, na natureza
De cada estação do ser e do não-ser.
Metamorfoses ao perecível ante fantasmas de planetas distantes,
Os reflexos de instintos, dores e de um ascetismo rumo às fórmulas
Onde os arcabouços da mecânica onde os meteoros, silêncios,
Colisões do cometas, explosões e nascimentos de novas estrelas.
Mundos e mistérios do Anima, a evolução do espírito, lobos,
Raposas, ursos, gralhas, rouxinóis, crianças, cadeias onde o
Primitivo ante árvores, prados onde Febo ascende em luz ante
A música, a poesia e toda uma maestria de beatitude onde as
Criaturas tendem a negar as existências mais aparentes rumo às
Formas de um mundo onde a fé, a esperança e a caridade vencem
As tentações da carne ante toda a banalidade do visível aos olhos
Nus. Emergindo, por fim, o
Santo Espírito, destronando a soberba, o individualismo, a cegueira e
As sombras ante o despojar das cenas onde a dramaticidade das paixões
Ardem até onde a filosofia, a metafísica, o poder e a caça as presas de
Um mundo selvagem ardem na descoberta de um Deus judaico-cristão.
A luz surpreendente dos santos; os heróis e titãs do paganismo sendo
Esquecidos. Até onde vamos como herdeiros do paleolítico e do
Neolítico a arder em dialogar com cérebros maciços e vidas privadas
Onde a mágoa e o rancor nos coroam como monarcas de energias
Soturnas e despóticas... Quem poderemos ser diante de uma vida sem
Oração? Animais bípedes e solitários em epidemias de morte, guerra,
Genocídio sensível e cognitivo à completa ausência de contemplação
Ao Altíssimo!
A consciência enquanto lâmina de uma prata ignóbil, o sono e o sonho
Como cálices de vinho desconhecedores das águas em suas fontes
Límpidas... Apenas o que três quintos de paixão concedem na maresia
Dos apegos à realidade sensorial e sedenta ao monopólio abstrato da
Carne a dar espaço à Lúcifer. Apenas a vitória do bem sobre o mal
Faz-se valer as séries até o sétimo selo. A conquista rumo ao Empíreo
Começa em pequenas atitudes fluindo suaves, leves, sublimes e
Transcendentais; onde todas as palavras evaporaram-se, permanecendo
Apenas na medida em que fazem-se redimidas pela penitência, a prece,
Toda a unção sacramental e a prática das bem-aventuranças!
Deus exprime-se santo, efetivo e real para aqueles que sob unção
Mariana imitam com humildade seu filho unigênito!
A Uniformidade Divina Ante A Essência dos que Verdadeiramente Amam
Quando no outono dentre rios, o azul diante das folhas amareladas
E alaranjadas mediante as geadas das faculdades intrínsecas. O sono
Repercutindo ao longo das vinhas, rebanhos de ovelhas e as estações
Solitárias onde a filosofia e a morte ascendem a queda do filho do
Homem. A consciência dentre espelhos, as afecções, paixões e mortes
Da infância remanescente dentre fantasmas de lordes, miseráveis
Perdidos em um mundo infeliz e um missionário resgatando os
Cordeiros que se extraviaram dentre preces, altares e celebrações
Litúrgicas onde uma intelectualidade laica assassina jovens no
Paraíso a ser reconquistado pelos novos heróis.
Os sonhos dourados da conquista aparente de um legado transitório,
Imberbe e sorumbático. Famílias da burguesia ascendente com
Mancebos repousando em divãs. A era das luzes emergindo em
Trevas de individualismo na descoberta do pudor ante o sacrílego
Ao ceticismo dos mortos. Apenas o imitador do Evangelho faz-se
Íntimo do infindo. As regalias, glórias e títulos dos filhos de uma
Emancipação frugal serão esquecidas ante as crianças-adultas.
Apenas o amor arde em vitória definitiva ante a inocência do
Éden reconquistado!
E alaranjadas mediante as geadas das faculdades intrínsecas. O sono
Repercutindo ao longo das vinhas, rebanhos de ovelhas e as estações
Solitárias onde a filosofia e a morte ascendem a queda do filho do
Homem. A consciência dentre espelhos, as afecções, paixões e mortes
Da infância remanescente dentre fantasmas de lordes, miseráveis
Perdidos em um mundo infeliz e um missionário resgatando os
Cordeiros que se extraviaram dentre preces, altares e celebrações
Litúrgicas onde uma intelectualidade laica assassina jovens no
Paraíso a ser reconquistado pelos novos heróis.
Os sonhos dourados da conquista aparente de um legado transitório,
Imberbe e sorumbático. Famílias da burguesia ascendente com
Mancebos repousando em divãs. A era das luzes emergindo em
Trevas de individualismo na descoberta do pudor ante o sacrílego
Ao ceticismo dos mortos. Apenas o imitador do Evangelho faz-se
Íntimo do infindo. As regalias, glórias e títulos dos filhos de uma
Emancipação frugal serão esquecidas ante as crianças-adultas.
Apenas o amor arde em vitória definitiva ante a inocência do
Éden reconquistado!
sexta-feira, 18 de janeiro de 2019
Santidade, Alvorada Eterna do Homem Devoto
O tanto que te vi aos olhos desnudos que à mim já não mais pertenciam,
Para escrever-se sobre o tempo perdido, a metempsicose de Pitágoras,
Os espelhos da mutabilidade em um rio inconstante. A identidade entre
As árvores, os bípedes, as formigas e as guerras. Toda afecção faz-se em
Nós uma guerra, as paixões, como luzes ao alicerce da noite no
Iceberg frio do sono dentre luzes, apartamentos, casas e tribos. Príncipe,
Filósofo, filósofo-teólogo, poeta, escritor ou santo. Pedras rolam a partir
Daquele penhasco. Bolas de neve, crianças. Meninas de olhos castanhos,
Adolescentes. Todo sistema metafísico arde em ilhas, arquipélagos. O
Vinho faz-se o substrato da negação no amor. Toda fenomenologia
Para alcançar aos céus tem que arder. O tempo, os cavalos, a dialética,
A música e os sistemas solares na escravidão de um mundo pequeno
E de escassa evolução na síntese do relógio. A terra, lar de corpos
Conscientes em sistemas nervosos ao cérebro, ao tronco encéfalo e
Ao cerebelo. A medula espinhal e os nervos cranianos. Toda a
Eletricidade se contorce no espaço-tempo em quatro sextos de
Arquétipos de Eva, heróis românticos frustrados, Helena, Maria.
Há muito havia se dado a queda do poder físico, houve a queda
Do aventureiro apreciador do intenso e lírico romance. Caiu o
Orador, o professor e o discurso dos sermões com fragmentos
Espirituais. Restou apenas a espiritualidade natural enquanto guia
Suprema do ser humano. Ser santo faz-se o dever de ser íntimo
E inteiro. O electromagnetismo entre as dimensões sub-totais e
Pequenas esvaem-se, apenas a dimensão última do ser em sua
Primavera espiritual faz-se alvo de conquista eterna e imperecível
Para além de toda glória estéril e mundana. Apenas a santidade faz-se
Alvorada eterna do homem devoto!
A Flor Filosófica, Espírito da Virtude, Ironia da Verdade Aparente
Tais como cometas, anos-luz entre a efervescência do sono, o rebanho
De um sonho vil. Crepúsculo primitivo, a sensibilidade e a estética subjetiva
Andante e da lua ante a frustração dos treze anos. Talvez não seja o
Destino apenas o rumo dos passos soturnos da noite fantasmagórica
Onde os raios, tempestades e fumaças dentre queimadas, fábricas e
Ferrovias traduzem a densidade dos ancestrais. Ele faz-se em estado
Definitivo o curso da dialética entre o curso das escolhas, da intuição
E do evolucionismo psicológico congênito ante os olhos dela em uma
Metamorfose onde Adão, Prometeu e Buda estão dentre veredas
Nas florestas temperadas, tropicais e desertos. A lua minguante,
Rarefeita no curso do rio. Cervos, ursos, índios, jesuítas e
Colonizadores militares com suas armas de fogo. Cavernas,
Folhas verdes, estrelas dispersas. O decorrer do interlúdio ao
Céu azul. O Cordeiro de Deus está na subjetividade do poeta,
Filósofos autênticos não assassinam um Deus misericordioso
E jamais morrem desvairados como vítimas de enfermidades
Oriundas de afecções e hábitos de prazeres viris e remetidos
À tolices intrépidas, tais como produtos da auto-piedade mal
Interpretada a devorar-lhes.O divino jamais deixa de renascer
Na primavera dos santos. O eterno reside nos que inibem-se à
Cegueira, fazendo-se puros e dignos da única verídica liberdade:
A de amar com delicadeza e virtude nos mistérios do Alto, puro amor maior!
De um sonho vil. Crepúsculo primitivo, a sensibilidade e a estética subjetiva
Entre Deuses, formigas, manadas de antílopes e titãs. O amor como flor
De Eros, a eterna puberdade dos impulsos nervosos da ânsia intelectual
E da tragédia filosófica ante a explosão da ironia na pele da ascendência
Animal. A paixão que devora quatro sextos a princípio nas superfícies
Que excedem o eu até as entranhas do cérebro, do nada e do ser entre
O curso mortal do tempo entre as guerras da infância, do cavalheiro
Andante e da lua ante a frustração dos treze anos. Talvez não seja o
Destino apenas o rumo dos passos soturnos da noite fantasmagórica
Onde os raios, tempestades e fumaças dentre queimadas, fábricas e
Ferrovias traduzem a densidade dos ancestrais. Ele faz-se em estado
Definitivo o curso da dialética entre o curso das escolhas, da intuição
E do evolucionismo psicológico congênito ante os olhos dela em uma
Metamorfose onde Adão, Prometeu e Buda estão dentre veredas
Nas florestas temperadas, tropicais e desertos. A lua minguante,
Rarefeita no curso do rio. Cervos, ursos, índios, jesuítas e
Colonizadores militares com suas armas de fogo. Cavernas,
Folhas verdes, estrelas dispersas. O decorrer do interlúdio ao
Céu azul. O Cordeiro de Deus está na subjetividade do poeta,
Filósofos autênticos não assassinam um Deus misericordioso
E jamais morrem desvairados como vítimas de enfermidades
Oriundas de afecções e hábitos de prazeres viris e remetidos
À tolices intrépidas, tais como produtos da auto-piedade mal
Interpretada a devorar-lhes.O divino jamais deixa de renascer
Na primavera dos santos. O eterno reside nos que inibem-se à
Cegueira, fazendo-se puros e dignos da única verídica liberdade:
A de amar com delicadeza e virtude nos mistérios do Alto, puro amor maior!
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