A prata e o ventre repartem os rios dos relógios, as mortes da infância
Cicatrizadas em medos e noites caindo no sono das formigas humanas,
O rei confiante dentre naufrágios inertes movendo dentre luas e alcovas
Sombrias os pássaros dentre gaiolas. Os soldados de um tempo aonde
Os céus seguem os rios do mundo. Tantos medos, tantas tempestades
E estrelas escondidas através das pinturas medievais de minha
Adolescência. Os ninhos aonde a neve bate, máquinas em um sábado
Aonde as asas das aves estão latentes no anoitecer dos dragões.
O sol se nasce e se põe, as almas nascem e renascem enquanto a
Lua permanece na gravidade perante o mar do não-ser e o ser
Há de viver perante os rios das árvores em contraste com as luzes da
Cidade!
''O homem pode fazer o que quiser, mas não pode querer o que quer'' Schopenhauer
sábado, 30 de novembro de 2013
O Adormecer dos Homens Nos Céus Inquietantes
Tiros revoltos atravessam avenidas, céus caem na atmosfera do sono
Aonde meus olhos ardem como dentre ondas de vinho. Diante da metrópole
Estendida ante as montanhas verdes, meus medos são traduzidos dentre
Flores e cavernas da minha infância traduzida nos pássaros e aviões
Adormecidos nos olhos tímidos da pantera presa no zoológico de minhas
Pálpebras cicatrizadas na guerra aonde os navios seguem. Os presidentes
E pais traem dentre túmulos e igrejas enquanto soldados seguem o rumo
Das pedras. As feridas penetráveis na lua escura e no vento frio aonde o
Ventre da mulher faz-se dilacerado pela neve e árvores de florestas, fábricas
E fumaças dentre engrenagens trazem o sonho aonde a rainha e os bispos
Estão latentes na febre da luz há incendiar-se na aurora aonde a noite faz-se
Encoberta pelo veludo de estrelas aonde os rios seguem assim como o verde
Da relva traz o orvalho, as cinzas dos fantasmas traduzem os mistérios
Inquietantes de onde o adormecer eclode o devir dos mitos e homens
Aonde meus olhos ardem como dentre ondas de vinho. Diante da metrópole
Estendida ante as montanhas verdes, meus medos são traduzidos dentre
Flores e cavernas da minha infância traduzida nos pássaros e aviões
Adormecidos nos olhos tímidos da pantera presa no zoológico de minhas
Pálpebras cicatrizadas na guerra aonde os navios seguem. Os presidentes
E pais traem dentre túmulos e igrejas enquanto soldados seguem o rumo
Das pedras. As feridas penetráveis na lua escura e no vento frio aonde o
Ventre da mulher faz-se dilacerado pela neve e árvores de florestas, fábricas
E fumaças dentre engrenagens trazem o sonho aonde a rainha e os bispos
Estão latentes na febre da luz há incendiar-se na aurora aonde a noite faz-se
Encoberta pelo veludo de estrelas aonde os rios seguem assim como o verde
Da relva traz o orvalho, as cinzas dos fantasmas traduzem os mistérios
Inquietantes de onde o adormecer eclode o devir dos mitos e homens
sábado, 31 de agosto de 2013
Os Mananciais Latentes no Rio
O inverno aonde os castelos e torres estavam adormecidos no sono aonde nas
Florestas os rios passavam nos mananciais e as moças colhiam orquídeas na
Umidade do orvalho, as guerras aonde nas igrejas estavam adormecidas
Pinceladas de sangue enquanto os soldados estavam entregues nas mãos dos
Reis; dentre as folhas eclodiam murmúrios de cavernas e os cervos fazendo-se
Caçados pelos homens robustos e másculos enquanto Liliam estava nas
Fogueiras medievais aonde com ciúmes de deus os templos ardiam
No fogo das universidades aonde o sonho penetrou a matemática linguística
Quando a neve oriunda dos desertos reparte em alcovas silenciosas e cristais
As nevascas aonde os aventureiros repartem a noite como asas de um dragão
Em que os olhos do menino fazem-se envoltos na lua fragmentada em um rio
De tempestades. Os demônios estavam tramando perante reis e peças de
Xadrez
Os enigmas da morte esculpida em esculturas renascentistas aonde os
Milagres da ciência iludiam os primatas mais evoluídos. Na praça mais
Moderna da metrópole, mil fantasmas, nem um homem, nenhum anjo. Os
Céus trazem feridas de ouro colonial, uma dúzia de bispos e dois fiéis
Dentre um crucifixo, generais romanos condenam com veemência a
Herança dos céus e as formigas humanas
Com sua soberba acreditam poder atrair a inteligência suprema. O
Sol que brilha, os nervos de ferro e cobre aonde os alquimistas pretendem
Transformar em ouro o instinto animal. Ó ser envolvido na alma, faz do corpo
Uma semente de eternidade para além dos vestígios do cérebro e da besta
Humana, a delicadeza da vida transborda as fontes!
Florestas os rios passavam nos mananciais e as moças colhiam orquídeas na
Umidade do orvalho, as guerras aonde nas igrejas estavam adormecidas
Pinceladas de sangue enquanto os soldados estavam entregues nas mãos dos
Reis; dentre as folhas eclodiam murmúrios de cavernas e os cervos fazendo-se
Caçados pelos homens robustos e másculos enquanto Liliam estava nas
Fogueiras medievais aonde com ciúmes de deus os templos ardiam
No fogo das universidades aonde o sonho penetrou a matemática linguística
Quando a neve oriunda dos desertos reparte em alcovas silenciosas e cristais
As nevascas aonde os aventureiros repartem a noite como asas de um dragão
Em que os olhos do menino fazem-se envoltos na lua fragmentada em um rio
De tempestades. Os demônios estavam tramando perante reis e peças de
Xadrez
Os enigmas da morte esculpida em esculturas renascentistas aonde os
Milagres da ciência iludiam os primatas mais evoluídos. Na praça mais
Moderna da metrópole, mil fantasmas, nem um homem, nenhum anjo. Os
Céus trazem feridas de ouro colonial, uma dúzia de bispos e dois fiéis
Dentre um crucifixo, generais romanos condenam com veemência a
Herança dos céus e as formigas humanas
Com sua soberba acreditam poder atrair a inteligência suprema. O
Sol que brilha, os nervos de ferro e cobre aonde os alquimistas pretendem
Transformar em ouro o instinto animal. Ó ser envolvido na alma, faz do corpo
Uma semente de eternidade para além dos vestígios do cérebro e da besta
Humana, a delicadeza da vida transborda as fontes!
quinta-feira, 15 de agosto de 2013
As Terras Aos Céus Repercutidas
As pedras envoltas ao longo das ondas salobras, soldados caem, anjos caem.
Os exércitos e as panteras presas dentro de gaiolas, as folhas caem e os
Meninos trajam as roupas aonde o vigor tempestuoso da relva arrasta
Relógios enquanto Pã toca suas flautas e vão andando os cavalos e ninfas.
Eu saí de casa, visitei
Meninos trajam as roupas aonde o vigor tempestuoso da relva arrasta
Relógios enquanto Pã toca suas flautas e vão andando os cavalos e ninfas.
Eu saí de casa, visitei
O lar das formigas, dos tenentes, astronautas e conheci as árvores da solidão
Penetrante do luar aonde os tribunais arrastam processos tecidos com
Moedas de algodão ao teor das nuvens das cidades e refúgios do campo aonde
Moedas de algodão ao teor das nuvens das cidades e refúgios do campo aonde
Corriam peões e bispos ao lado de fantasmas. As torres e as plantas milenares
Trazendo peças enquanto os reis jogam xadrez e nos comprimimos no sono
Dos céus e das terras, crianças fortes diante do esplendor do fogo e
Das folhas na eterna filosofia das igrejas dos teus olhos!
Das folhas na eterna filosofia das igrejas dos teus olhos!
segunda-feira, 5 de agosto de 2013
As Incertezas Curvas do Infinito Amor
Em uma armadura de guerras aonde íamos lutar com lanças enormes.
Montados Em cima de cavalos, correndo com medo de sermos pegos por
Nossas próprias rugas aonde passavam os rios, leões, pássaros e príncipes.
Um sono adormecido em vinho aonde o homem fazia-se a medida de
Todas as coisas, sofríamos aonde temíamos inferno enquanto acima de
Nós brilhavam estrelas à medida que nas igrejas sentíamos o terror da
Vassalagem
Montados Em cima de cavalos, correndo com medo de sermos pegos por
Nossas próprias rugas aonde passavam os rios, leões, pássaros e príncipes.
Um sono adormecido em vinho aonde o homem fazia-se a medida de
Todas as coisas, sofríamos aonde temíamos inferno enquanto acima de
Nós brilhavam estrelas à medida que nas igrejas sentíamos o terror da
Vassalagem
Mas vieram grandes filósofos e poetas para garantir que estávamos sobre a
Terra e a morte fazia-se um oceano de perdão. os céus tão azuis quanto os
Olhos de santa Clara, a adorável acácia de Francisco de Assis. Faziam
Sacrifícios por Vênus, a deusa do amor, lutavam por terras, por Jerusalém.
Alexandre, o grande. Cléricos sensíveis eram expulsos do purgatório do amor,
Depois veio a racionalidade tamanha, fazendo do universo uma máquina.
Enquanto linhas cartesianas iludiam o homem oriundo do ventre materno,
Por amor à deus, por que não ver o reino nos olhos daquele que faz-se
Pequeno como um menino? Aonde o sono se banha com o mel das
Abelhas e o sonho faz-se tão leve quanto a sensibilidade das ovelhas
Perdidas e acolhidas..
Por amor à deus, por que não ver o reino nos olhos daquele que faz-se
Pequeno como um menino? Aonde o sono se banha com o mel das
Abelhas e o sonho faz-se tão leve quanto a sensibilidade das ovelhas
Perdidas e acolhidas..
Vieram inúmeras fases de caos e guerras. Guilhotinas na França, revoluções
Nas terras Inglesas. Quanto à ti, mulher sensível, pureza adormecida nos
Sótãos do cérebro do homem, amamenta com leite imperecível a criança
Dentro de todos nós, peões de bispos, damas e reis. Somos tão jovens
E brigamos através da sede de territórios, damas em duelos mortais.. Sou
Tão frágil em meu corpo que faz-se tão grande quanto minha alma. Minto para
Mim mesmo por paixões aonde passam caças e fidalgos dentro de todos nós
Como servos destes castelos. Por que tanto sofrer? Tantas lágrimas e tantos
Livros para o sofrimentos dos que amam? Olho para o relógio e vejo a noite
Abatendo com seus mistérios o medo das estrelas que tem suas constelações
Tão belas, o centro de tudo faz-se a incerteza que com suas águas banha
Todo o fogo em constante ação da natureza!
Estender As Asas Do Ninho
Um inverno aonde caem neves perante os pinheiros e os ninhos dos
Pássaros ardem no fogo das expectativas. As águas dos rios já não
Estão tão apressadas e vejo deus cintilar nas formiguinhas que
Seguem seus ofícios enquanto jogamos peças de xadrez e as guerras
Entre camadas de vinho banham as metrópoles. A minha adorável
Infância sente o ventre dos brinquedos aos livros dos adultos e
A simplicidade do orvalho dos teus olhos castanhos trazem a lua
Na noite deserta.
Os louros de César e as pinceladas dos quadros de Van Gogh, a mulher
E as crianças de cristal enquanto saíamos para caçar e nas ruas passavam
Os motoristas aventureiros alimentando os meninos. A vida em abundância,
Os pastores que banham suas ovelhas com a água dos riachos e as flautas
Que tocam as luzes profundas o deus Pã. As ondas salobras e os castelos
Suntuosos aonde vemos no espelho as rugas de nossa adorável vovó sobre
Sessenta anos de fogo, esplendores do orvalho renascendo das acácias e
Àrvores aonde as cachoeiras batem nas pedras os museus aonde vemos que
O tempo renasce todos os dias no útero de nossas mães e nas lágrimas
Aflitas de nossos pais. De repente vemos cavernas, impérios, arquiteturas
Egípicias, sul-americanas, neo britânicas na coroa dos reis que vivem
Em todos nós como peões. Um sono de amor dócil e a simplicidade das rosas
Penetrando a sensibilidade destas flores em ondas de perdão aonde a mesma
Lua e o vente da terra trazem o arado aonde os soldados veem suas amadas e
Seus filhos depois de muito chorarem frente aos generais e tenentes do
Exército das tropas aonde a noite desceu no cenho dos anjos expulsos das
Moradas de nosso pai
Margarida estava adoecida enquanto íamos ao coliseu ver batalhas de leões e
Pessoas que não vinham de nossa pátria. Discutíamos os problemas do estado
E estávamos tão distantes de nossas almas. Ao invés de brincarmos com a
Alegria das coisas mais simples negamos o amor em nome da primavera
De nossos olhos brilhantes, mas os fantasmas generosos, sementes de paz
Germinaram no solo, as plantas que havíamos plantados geraram o corpo das
Iris abrindo suas pétalas em nome do destino das estrelas!
Pássaros ardem no fogo das expectativas. As águas dos rios já não
Estão tão apressadas e vejo deus cintilar nas formiguinhas que
Seguem seus ofícios enquanto jogamos peças de xadrez e as guerras
Entre camadas de vinho banham as metrópoles. A minha adorável
Infância sente o ventre dos brinquedos aos livros dos adultos e
A simplicidade do orvalho dos teus olhos castanhos trazem a lua
Na noite deserta.
Os louros de César e as pinceladas dos quadros de Van Gogh, a mulher
E as crianças de cristal enquanto saíamos para caçar e nas ruas passavam
Os motoristas aventureiros alimentando os meninos. A vida em abundância,
Os pastores que banham suas ovelhas com a água dos riachos e as flautas
Que tocam as luzes profundas o deus Pã. As ondas salobras e os castelos
Suntuosos aonde vemos no espelho as rugas de nossa adorável vovó sobre
Sessenta anos de fogo, esplendores do orvalho renascendo das acácias e
Àrvores aonde as cachoeiras batem nas pedras os museus aonde vemos que
O tempo renasce todos os dias no útero de nossas mães e nas lágrimas
Aflitas de nossos pais. De repente vemos cavernas, impérios, arquiteturas
Egípicias, sul-americanas, neo britânicas na coroa dos reis que vivem
Em todos nós como peões. Um sono de amor dócil e a simplicidade das rosas
Penetrando a sensibilidade destas flores em ondas de perdão aonde a mesma
Lua e o vente da terra trazem o arado aonde os soldados veem suas amadas e
Seus filhos depois de muito chorarem frente aos generais e tenentes do
Exército das tropas aonde a noite desceu no cenho dos anjos expulsos das
Moradas de nosso pai
Margarida estava adoecida enquanto íamos ao coliseu ver batalhas de leões e
Pessoas que não vinham de nossa pátria. Discutíamos os problemas do estado
E estávamos tão distantes de nossas almas. Ao invés de brincarmos com a
Alegria das coisas mais simples negamos o amor em nome da primavera
De nossos olhos brilhantes, mas os fantasmas generosos, sementes de paz
Germinaram no solo, as plantas que havíamos plantados geraram o corpo das
Iris abrindo suas pétalas em nome do destino das estrelas!
O Burilar Da Alma em Luzes
És deveras carnívoro quando saís para alimentar a matilha das família de lobas
E leoas sob o comando dos másculos felinos com flexibilidade de cérebros
Mecânicos de tigres. Baixezas em nome dos relógios, torres que caem e
O direito romano penetrando a alma dos nervos dourados do senado aonde
Teus olhos se confundem com os ponteiros dos olhos de Ades impondo o
Medo do inferno para as crianças que tendem há tornarem-se ateias.. Quando
As águas envoltas em raios fazem ondas aonde a lua agita teus mares os
Adolescentes sentem que Pã e o guardador das ovelhas está com o evangelho
Segundo Jesus Cristo em suas mãos e nada como um rio de fontes límpidas
Para matar a sede dos rebanhos! Quanto a te, general do exército, que recebes
De Juno, esposa de Júpiter e descendente de Zeus, pinceladas de heroísmo
Refratário, armas em sono sementes de vinho e pões pai contra filho enquanto
Exiges do ser humano a adaptação da seleção artificial. Tem piedade e
Misericórdia do mundo! Para não seres apanhado nas neves do inverno
Industrial dos deuses mortos em nome Hepu, Hut-Hor, Hor e todos os
Deuses com carmas animais, posto que és um faraó que citas Moisés, a
Manada desses gados passará. Mas as árvores permaneceram além de nossas
Fomes carnívoras. Ver e sentir deus faz-se luzir direto!
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