sexta-feira, 9 de julho de 2021

O Sétimo Selo, O Arder dos Mundos Primitivos e Permanência Eterna de Deus

As gárgulas das catedrais, os hominídeos estavam fluindo enquanto

Elas permaneciam diáfanas, invisíveis. O homem de poucos pelos,

Os canibais estão condenados; caçadores, sacerdotes e espíritos

Em vaticínios de tragédia. O tempo, as paixões, feitiçaria, destinos

E fatalidade. A besta alastrara, Deus não necessita dela, todavia


Ela dele anseia perdida e desolada. O ódio será extinto, os selos

Ardendo, o sétimo, a nova era teocrática, alegoria de momentos 

Solitários e o juízo final. Reza o filho de Adão e vive o esplendor 

Do Espírito acima da decadência da ilusão de um mundo material!


segunda-feira, 28 de junho de 2021

O Mundo a Arder em Sangue, A Alma e Deus na Benevolência do Espiríto

O anoitecer, cães ladram e o oiro desvela o conhecimento dos imperadores 

Imunes ao desespero, a modernidade e a morte de Deus. O romance, 

A paixão e o espinho; toda a loucura faz-se um sinônimo de desencontro

Entre o amor e o poder. Ser pouco é necessário, o mundo está cheio de 

Fantasmas famintos crentes de que estão certos, as crianças-adultas


Rezam diante de tanto barulho, pois Deus dá o terço para os que se

Permitem ser seus filhos e andam desarmados enquanto os animais

Linguísticos e especulativos cedem ferozes ao império da justiça

Mórbida aparente. Acidentes fluem, os arrependidos são contritos

Ao passo que as feras se adaptam aos seus vícios. Se Deus existe 

                      Só os santos o provam, pois a verdade à eles pertence.

O Azul Lânguido de um Destino Profundo

Olhai os desertos e os olhos dos linces, o tom rupestre dos Deuses mortos, Amon-Rá,

Zeus, Júpiter. Macacos nas florestas tropicais, savanas com camelos e mercadorias.

Uma chuva de meteoritos, agonizante marca do poder nos animais agonizantes.

Sono, dialética, mortes na subjetividade, infância, adolescência, árvores, prados,

Folhas, campinas, druidas, guerreiros, ferreiros, elfos e humanoídes tomando 

Forma dentre ancestrais e fantasmas. Desespero, amor, paganismo, cristianismo e

Sacrifício, verdade, eternidade e a morte do tempo em todas as suas 

                                                                                       Concupiscências!

quarta-feira, 28 de abril de 2021

Dentre Seixos, Rochas e Prados Ardem Almas Humanas ao Empíreo

A genealogia entre titãs e Deuses, o teatro dos desesperados. Ciúme sexual,

Delírio juvenil, ânsia e ambição na volição de um cérebro aprendiz das 

Potências abstratas da glória pagã. Sacrifícios, sacramentos, comunidades

Indígenas e civilizações dentre instintos selvagens, religiões, direito, ciências 


E filosofias. Colonizações, divórcios, separações, frustrações. O binômio de

Newton, as mônadas de Leibniz. Átomos, moléculas, castelos, igrejas,

Anfiteatros, gladiadores, cinemas, suspenses e silêncios dramáticos no

Caos do pouco que somos. Soldados, príncipes e mendigos à mercê de 

                 Deus? Sim, somos isto, crianças-adultas que ardem ao Empíreo!

O Sono Trevoso da Morte Despercebida, O Sonho Dos Imitadores do Cordeiros de Deus

O anjo exterminador, o séquito de Lúcifer, oiro, hipocrisia religiosa, perseguição,

Concupiscência do ter. Toda aurora e poente sob o deserto dos beduínos 

Batizados pela aparente graça de um Cristo outorgado em aborto a 

Santidade. Rios, linces, o cobiça dos bens, o assassinato, a calúnia e a

Difamação. A exploração da patologia, a tirania do opressor, a educação


Formal dos macacos nus. O sono, o fado do anoitecer, três quintos de

Inferno purgador para os que seguem a verdade. Os líderes dos homens,

As famílias obcecadas com o sucesso, ser grande e a vontade de poder,

Olho por olho e uma legião de cegos parvos e obstinados. Sofrer, amar e

Viver para os céus, fazer a autêntica de Deus faz-se o único dever do 

                                                                                                       Homem!

segunda-feira, 29 de março de 2021

Os Rios Diáfanos do Deus de Nossa Mais Última Dimensão; Celestial e Divina Ao Acidente da Matéria

A estrada da solidão, das estrelas, sofrimentos e nebulosas. Os reinos, a loucura

E as tropas que seguem dentre ideologias econômicas adversas. Os satélites

Naturais dos planetas, cisões deveras antigas em crateras. O mundo das idéias

Contêm triângulos retângulos e equiláteros dentre retas curvas à luz em meio 

Ao espaço-tempo a contorcer-se. Partículas aglomeram-se em átomos em 

Infância. Seriam os oceanos a terna juventude de um planeta ainda assaz


Preservado em dialética de forças de impérios niilistas? O príncipe e os 

Fantasmas, o pequeno-burguês e os espectros. O rei, o magnata, 

O micro-empresário, o burocrata-estatal. Cinco universos possíveis,

Sete mortes no olhar. Cubos, cones, paralelepípedos; a tangente de

Uma reta intermitente. Tudo faz-se expiação em porvir no desconhe-

cimento da ontologia, e está é metafísica, fruto do mundo das formas:

                                                                                                         Deus!

quarta-feira, 24 de março de 2021

Não Houve Apenas A Existência em Si, Deus Fazia-se Imanente em Toda Essência, Amor e Providência

Pela mais terna castidade, do anoitecer e dos fantasmas infelizes, o fado

Primevo de uma virilidade, metempsicose, filosofia e solidão ante o ser

E o nada. Se foi por ti, em camadas de desespero que a virtude fez-se

Excelsa, sigo desamparado enquanto não vejo Deus nos olhos da

Infância incompreendida de meus irmãos que sofrem. Eu não poderia

Te oferecer o que o destino não quis, da austeridade à fase estética,

Vi que a moralidade ulterior sem o cristianismo me seria muito cara e

Em intrínseco martírio providencial o que contemplei foi a face de

Cristo, o Cordeiro Imolado de Deus. Quando minh’alma, subjetividade

E coração choram, não vejo mais vinho em minhas veias. Vejo-te 


Límpida e renascida em estrela excelsa, seguirei a bússola

Celibatária de um suplício cuja esperança exprime-se o Empíreo;

Honro com minha vida e testemunho da graça, um instrumento

Do espírito do Paralítico; mérito que nunca possuí, tenho ou

Haverei de valer pelo pouco que sou. Todavia, no fogo lépido

Em espírito de Pentecostes em eterno retorno teocrático de

Um milênio onde a espiritualidade excede fronteiras; ao olhar

A imagem não consumada, vejo um Deus eterno como

Criança-adulta, levar os eternos jovens que sentem a dor ao

Sentido do vívido Messias faz-se dever maior e o Altíssimo,

Alicerce de todo amor, traz consigo a semente de toda

                                                                                Verdade!