segunda-feira, 15 de julho de 2024

O Inverno Livre da Vontade, O Calor da Obediência Aos Céus

Qual o frio de um inverno onde as crianças estão despidas, a água 

Congelada, o amor passível a mais aguda dor ante o problema da 

Morte. Todos livres, suportando o efeito de suas ações como adultos

Ante o terror. Vampiros no anoitecer entre paixões, e moças 

Prometidas aos templos ante as heresias dos homens gananciosos

Feridos. Nas ruas, becos e elos, as prostitutas são usadas e 

Descriminadas por homens ocos que ocultam sua importância

Por trás de smokings. Enquanto isto, os cavaleiros andantes 


Retornam e são ridicularizados pelos janotas que se consideram

O centro do mundo pela suas conquistas perecíveis, o bem é

Massacrado enquanto os cristãos esquecem de quem deu a vida

Por eles. Redes sociais, vidas sem mistério, narcisismo em toda 

Publicação, enquanto zilhões curtem uma existência arrebatada

Pelas aparências. Haverá um dia em que não será a riqueza, os

Títulos, passeios e os exibicionistas que serão estimados, mas

Os sofredores, aqueles que tem espírito de pobreza, sejam de 

Parcos recursos ou não nascidos nesta última esfera, posto que 


O mundo está farto daquilo que passa, saturado de apegos e 

Luxo, e carente de caridade e ausência de provas do que se faz.

Chegará um dia em que as pessoas serão exaltadas não pelo

Poder, talento e inteligência e sim por suas ações, humildade e 

Santidade. Muitos estudam, trabalham para se adaptarem alegres

A triste moda do momento, entretanto existem aqueles que se 

Esforçam para ser mais e são estes que constroem o céu que 

                                                                         Tanto precisamos. 

sábado, 22 de junho de 2024

Reflexos Digitais, Impressões de Uma Sutil Esperança À Parte

 A flor delicada ante um oásis solitário em pleno deserto, o 

Anoitecer das luzes da cidade, computadores, celulares e 

Nuvens de dados. Não existem códigos e logaritmos mais,

Tudo o que vazou em sigilo agora está em transformação

Em algo inteiramente desconhecido de nossos atributos 

Falidos entre o dever, vaidade e prazer… Jovens e moças 

Estão camuflados nas teias do desejo, a mocidade é filha 

Das ambições e das paixões arrebatadoras. Ver o mundo


Dentre uma sociedade profundamente dividida entre 

Companhias de hoje e ontem, passaram-se com uns 

Cinco, uns dez e outros quinze anos até que nos 

Apartássemos, e isto não é tudo, faz-se uma incerteza,

Impermanência, como se a fragilidade estivesse 

Escondida na paciência, amor, letargia solitária de 

Um sono ancestral onde devemos reconhecer os 

Desencontros como motivos de prece, de calar no

Momento do rancor e entregar a Deus o que já 

Consumiu a aparência de nossas forças. Os santos


Estão vivos, a pessoa vai e sua energia fica, 

Aqueles que se canonizaram deixaram o legado da 

Imitação de Cristo, a definição máxima de amar,

De ter responsabilidade e a essência que precede 

Qualquer existencialismo circunstancial. A luz e o

Bem existem, basta abrir os olhos e ver as Sagradas

Escrituras, os pássaros, as pessoas, as rosas e o 

Reflexo de divino em todas as criaturas em estado 

                                                              De prece.

sexta-feira, 21 de junho de 2024

Os Trilhos Confusos do Mundo, A Luz de Um Céu Indivisível

As pálpebras que traduzem quais pétalas cinzentas, a prata 

De uma madrugada dentre rios e fábricas ao longo de 

Correntes ante o jovem estudante que desafiou Deus e 

Está atormentado dentre divãs, pílulas e síndrome do 

Pânico. O eco do grito na ponte solitária em que o amor

É ignorado pela competição, a liberdade e o sexo dominam

Paixões e prazeres de um mundo opaco e melancólico.

Crianças na floresta, lobos, chacais, prados e ovelhas,

Raposas, os relógios dentro de nós, a morte e as afecções


Da alma em um corpo limitado e quando foragido da graça,

Escravo do pecado. Os olhos ternos e afáveis de uma 

Contemplação erma, de sentir tudo o que somos sem 

Estar com mais ninguém exceto nós mesmos, e destarte

Ver o instinto de um dia remoto, um carro, video-game,

Passeio qualquer, a elevada impressão com uma idéia 

Alheia de um filósofo, a queda em uma realidade secular

E a busca divina na arte e na moral das circunstâncias 


Possíveis ante o curso das árvores, campos e vegetação

Rasteira onde fomos gravados na memória da privacidade

Vazada. A face de Jesus Cristo, o homem maior, adentro na

Ternura do Santo Terço para além de toda fama, opróbio

E rivalidade vã de um vale de lágrimas e vergonha descarada 

Em todo pormenor onde uns traem-se entre si em benefício

Próprio… Quanto mais verdade, imersão interior, distância 

De intimidades, e uma entrega completa a caridade que 

Expande um universo onde há a recompensa do paraíso

                                                                     Reconquistado. 

sábado, 15 de junho de 2024

Intimidade a Arder, Somos Tudo, O Acesso da Luz ao Âmago, Divindade Anterior e Ulterior

Umas poucas crianças-adultas em um universo confuso de três

Dimensões, qual o mercúrio da experiência de um sono mutilado

Por armas nucleares, ideologias liberais e opressivas em uma

Atmosfera de competição e poder tentando salvar a humanidade

Enquanto a inveja e rivalidade ostentam o problema do mal. 

Os anjos caídos e vingativos estão imersos na queda de Lúcifer,

E os miseráveis estão perseguindo uns aos outros. Enquanto 

O turismo arrecada um zilhão de dólares, outros morrem de 


Fome sem ter o que comer e teto próprio para abrigar-se. 

Enquanto alguns compram jóias, outras mulheres esquecidas 

E vítimas da virilidade traiçoeira dos homens se tornam 

Prostitutas. Nestes cosmos existem santos, formas de vida 

Avançadas que surgiram na décima segunda dimensão e 

Descem até a sétima, atualmente este mundo medíocre 

Chamado terra está na dimensão cadenciada de tortura 

E prazer tridimensional ardendo para chegar na quarta 


Ou quinta a custa do martírio daqueles que se dignam ser

Chamados de homens a imagem e semelhança de Deus.

O tempo passará, a comparação e progresso material e 

    Intelectual doentio de um individualismo estéril está 

    Seduzindo as consciências fracas, artistas, cientistas e 

    Esportistas estão vendendo suas almas a fama e ao 

    Escárnio de seus próprios expectadores. Deus não 

     Está morto, o homem maior deixou o paralítico, 

       O Espírito Santo, e enquanto não o acessarmos 

            Somente haverá choro e ranger de dentes.

sábado, 4 de maio de 2024

As Estrelas Indivizíveis, O Caos E A Música Do Sentimento

Os príncipes, condes, viscondes que melancólicos em seus castelos,

Angustiados das caças, vendo o martírio pela janela da torre dos 

Que praticavam o duelo, a prisão solitária da sensibilidade ante os

Camponeses famintos e as moças enlouquecidas e perdidas em um

Ambiente de fofocas, mentiras e luxo. Era a princípio a auto-estima

Do burguês poliglota, das paisagens germânicas e de herança latina

Do hemisfério norte e as chicotadas em parte de seu sangue 


Meridional. Está abarrotado de amigos vãos, narcisistas, superficiais.

De amores incorrespondidos onde mansões, fazendas, fábricas e 

Castelos caem por terra. O amor é uma ferida que arde em 

Profundidade, centelha indescoberta das raízes de uma civilização

Doente onde reina a ilusão. Os olhos femininos e distantes de tudo

O que adapta-se ao exibicionismo de uma era digital vazia estão em

Retiro no amanhã dos sofredores, as almas que vem e vão, arder 


Em exílio e lutar contra a violência intrínseca dentre preces.

Cavernas, ursos, homens de tempos remotos e primitivos e 

Madrugadas solitárias. A negação que desce as dimensões mais

Enigmáticas e sublimes, que traz a santidade para os recolhidos

Em oração no flagelo da carne miserável, vejo Deus em cada 

Detalhe messiânico deste livro ungido das Sagradas Escrituras.

sábado, 20 de abril de 2024

A Esquálida e Aparente Ventura da Vontade ao Mundo Ante a Luz do Ser

Não existe privilégio ao poder diante da morte, as cercas-vivas da 

Memória, algas-marinhas e buracos de minhoca trazendo 

Impressões de um livre-arbítrio reduzido e de seres vivos cujo

Eu exprime-se menos dependente do inconsciente. 

As auroras e manhãs solitárias nas cidades das nuvens, 

No tráfego, os carros que voam. Propagandas e o fetiche de


Todas as mercadorias a vista trazendo suplício ante as almas 

Já desenganadas. A psicologia das massas, o comportamento 

De manada e o consolo da própria companhia. A negação da 

Alma ante a aparente clareza das faculdades mentais, 

Sensações e atributos corporais. Acreditar em Deus e estar

Desligado, a vontade de uma espécie animal, mamífera e 


Primata onde a atração ávida, paixão e sexo confundem-se

Dentre árvores, prados e impressões de arquitetura gótica,

Moderna e futurista. A espiritualidade e o amor são a chave

Para o universo evoluído em essência, existir é doer, 

Alegrar-se delinea-se oferta independente do estado de

Ânimo, o sono e o sonho são cíclicos, todavia a luz faz-se 

                                                   Maior adentro dos mesmos. 

sexta-feira, 12 de abril de 2024

A Solidão Ante Deus; O Deserto, A Luz: A Verdade.

A destruição por todos os lados, os vampiros do anoitecer dissimulados

Na luz diurna, o estado original primitivo do homem é solitário. Dentre

Multidões de afinidades de vínculo: perseguição, consumismo e

Hedonismo. Viver exprime-se o desafio enorme ante enxergar a luz

Onde adentro as sombras da cobiça, soberba e luxúria corrompem 

Ao longo de paixões, medos e ousadias o poder dos afortunados 

Em um mundo doente. Estar no deserto na imitação de Cristo, o 


Homem maior, as tentações de Satanás, na manada humana ser 

Tentado a rir no futuro desprazer da existência em sociedade. 

Precisamos da nossa própria companhia para estar com Deus e 

Testemunhar a própria miséria que à nós pertence. Os contatos

Devem nos levar ao Criador, e devemos ir buscá-lo quando o 

Desconhecemos, seja no outro, na Sagrada Palavra ou na prece.

No mais será solidão, imersão ao mundanismo, o futuro retiro e 

Depois haverá de restar apenas a luz, e a verdade tomará de conta

                                                                       Do pouco que fomos.