quinta-feira, 7 de março de 2024

O Retiro Ante O Caos, A Verdade e A Luz Ante A Descoberta Mais Íntima

A noite e o sono que vela consigo os mistérios de tempos insones,

A viagem entre o passado, presente e futuro onde o nada e a matéria

Fluem como consciências, formigas, gigantes e cérebros em trens e 

Naves onde as cores do arco-íris na refração de um prisma exterminam

Os gladiadores e a índole primitiva de uma vontade irracional de seres 

Coléricos e ambíguos com a justiça da força. Os impérios da

Superioridade racial, os divãs de pessoas abastadas abarrotadas de 


Neurose e psicose. Os mundos passam, o poder é a febre narcísica 

Da mentira dos soberbos e a pior escravidão é a miséria da

Incompreensão em uma sociedade competitiva e descartável.

Quando a doença toca o mortal, conspira-se contra o portador,

O isolamento traz maturidade enquanto os tiros nas ruas e 

Instituições traduzem o espírito do querer vão. Para se ser 

Profundo faz-se preciso negar a traição dos que rotulam sem


Conhecer o que se passa, resguardar-se para servir e não 

Tornar-se superficial no prazer das realidades aparentes. Daí

Nasce Deus no coração e alma que tornam-se pequenos, 

Pois a verdade é simples e divina, onde há corrupção e 

Notícias falsas a pureza é corrompida, e no resguardo do

Retiro o deserto vence Satanás e a preparação para estar 

No mundo das formas exprime-se nitidamente possível. 

sexta-feira, 9 de fevereiro de 2024

O Livre-Arbítrio, O Destino e O Aprendizado da Escala Celeste

Quando desnuda a alma na noite imersa na dialética do sono entre

Cactos, seixos, sarcófagos, navios e naves espaciais adiante de 

Hermes, Pandora, Vénus e Júpiter, a ira de Juno ante as paixões da

Minha juventude, éramos livres e dentre árvores e uma arquitetura 

Moderna encobrindo guerras e templos de panteísmo e politeísmo

Pagão estávamos sob efeito de vampiros, ídolos mercenários e 

Solidões. Desconhecíamos o Cordeiro de Deus, vítimas da fama,

Sucesso, loucura e bem-estar social na infância do turismo inútil,

Dos bens móveis descartáveis e dos brinquedos traumáticos. 

Os números ímpares e as superfícies de três dimensões, a gravidade

E as forças do instinto; fantasmas de pessoas ironizadas para a 


Glória social e da inteligência. Celebridades, pixações, orgias, 

Disseminações de sigilos e casais de civis no cotidiano separados

Enquanto em séries de televisões homens viram camaleões e 

Nas ruas hip-hop e jaquetas caras ostentam pessoas usando 

Iphones e produtos de comerciais do YouTube. Adolescentes 

Assistem animes, músicos e compositores degustam gênios

Milionários deificados por revistas, programas de TV e sites, drogas 

E amor livre em motéis baratos, solidões imensas e relacionamentos

Quebrados como cidades bombardeadas, a juventude a imitar os

Poderes do mundo, a gnose do relativismo recorrente, uns querendo


Ser mais que os outros. Liberdade, arbítrio de cognições traidoras,

Paz e amor, ativismo hipócrita, Spinoza e Nietzsche interpretados da

Pior maneira possível, modernidade líquida, existencialismo? 

Intimidade, propósito, arrependimento, prece, contemplação, caridade.

Os castos e humildes vencerão, os pretensiosos e vãos a corromper

Frágeis e a enganar moças serão julgados e a verdade do poder

Dos orgulhosos por si mesmos será destruída, e todos descobrirão

Que ela reside na abdicação, sacrifício e serviço. O bem é a raiz,

O amor faz-se a vida e a existência sem estes é desespero e ilusão.

Sem Deus, tudo é aparente e com Ele, tudo exprime sentido e 

                                                                                              Prontidão.


quarta-feira, 10 de janeiro de 2024

A Transparência de Teias Globalizadas

As vielas e becos, em bicicletas hipsters escutam em fones 

Post-punk, andam moças profundamente desoladas pelos homens 

Que as seduziram quais musas impelindo-as sortilégios de 

Romantismo, paixão e deificando a si mesmos na falsificação

Da imagem de Deus, mendigos que deveriam estar 

Fartos e saciados com a abundância de seus talentos estão

A mercê da caridade dos padres e beatos. Dos bueiros

Dos esgotos saem baratas e os ecos do aplicativo Tinder

                                                      São uma febre primitiva. 


Os estudantes de Kant, Hegel e Wittgenstein não cansam, os

Números divisíveis por um e eles mesmos, a problemática da

Inveja e da luxúria dos homens arrependidos os faz mais 

Próximos da espiritualidade. Independentemente da 

Experiência os juízos matemáticos e linguísticos no arcabouço

Da mente, arquétipos de Tarzan, lorde inglês, santo e 

Rock’n’roll star, ou da Virgem Maria, de uma feminista do

Século XVIII e de Marie Curie, a grande física e química.

Estamos ainda na era burguesa, a fenomenologia animal na

Consciência e o ardor pelo Espírito na ordem da moda, 

Intelectualismo e a fé individualista, a atomicidade dos 

Fatos e o estado das coisas. A radioatividade e a energia.


A música, o vinho e as mulheres, a mocidade e os motoristas,

Ser alguém, o dinheiro, o prazer e a família nas cercas do

Mercado. O planeta Marte degradado, explosão nuclear?

Competição e desastre. Os anéis de Saturno, gases e ali

Ante uma distância vasta exo-planetas. Água, fauna e flora,

Planetas ainda imaturos. O sono é solitário, a carne traidora,

A oração divina, a filosofia construtiva e a palavra de Deus 

O amor, a tolerância a inclusão e a verdade. Deus exprime-se

A essência, a existência de tudo é consequência do 

Livre-arbítrio ou da obediência. A devoção é nossa vocação 

Original, aqui criamos o nosso céu, e Cristo, a Virgem Maria e 

O Espírito Santo são os caminhos para o Pai Celestial e a 

Verdadeira razão de toda felicidade isenta de mentiras.

domingo, 31 de dezembro de 2023

As Rosas Invisíveis Na Alma Refletida nos Olhares Ternos e Infindos

As pétalas invisíveis destes olhos que choram, feridos pelo mundo.

Os chacais, os lobos, tiros nas ruas, bombas de vingança, inveja e 

Morte alastradas dentre adultos que assassinam dentro de si as próprias

Crianças que foram. A noite, os morcegos, o ouro e o poder, a classe

Média alta e a ansiedade do espírito empobrecido, do valor das

Coisas e títulos, a completa ignorância da caridade. A filosofia ferindo


A comodidade dos seres iludidos, emergindo adentro o universo das 

Formas de Platão. A luz é maior que a reação igual e contrária, anula-a,

A vitória será do amor, dos oprimidos e sofredores, daqueles que 

Servem e estão além do egocentrismo e narcisismo solitários. 

O sono carrega consigo as cavernas, a selva e de repente de olhos 

Desnudos estamos presos, reprimidos, a liberdade humana é a 

Frustração da vontade de potência. Apenas Deus exprime-se

Eterno na pessoa humana, tudo o mais faz-se ilusão, mentira e 

                                                                                             Miséria.

segunda-feira, 27 de novembro de 2023

A Cristalina Dimensão do Tempo Fraturada, A Eternidade do Olhar de Deus

Traduzir o teu semblante, qual o mistério denso da galáxia e do tempo

Em que os corpos se chocam e os buracos de minhoca trazem

Minotauros e me vejo como Teseu em labirintos de sistemas adversos,

Ora de três estrelas, duas azuladas e uma escarlate. Traduzindo em uma 

Equação de física, filosofia natural a índole primitiva do humor e as suas

Dimensões em sociedades ainda púberes, eis o que meus mestres me 

Ensinam na pedagogia de emoções ainda regressas que não encontro,

Desperto na arte o que meus amigos ardem nos cálculos a facilitar não


Apenas a comunicação, mas o acesso ao problema da morte, Deus e 

Providência. É que o teu olhar me envolve e dilacera o que não alcanço,

Qual a sombra de um existencialismo melancólico onde o prazer, dinheiro

E intelecto não encontrassem uma forma intermediária de larva nas 

Afecções dos universos incompreendidos pelos sujeitos de mundos


Abarrotados de indivíduos que anseiam por paraísos perdidos para 

Além da mera índole da perpetuação de uma espécie cega e gananciosa.

Talvez a linguagem dos teus trejeitos iniba o caos de ignóbeis razões

Que se perturbam por si para encontrar a existência do Criador, pois a

Linguagem do amor é a oração e não há guerra na verdadeira identidade

Que está para além da dialética do desencontro e do acesso à mais íntima

                                                                         Dimensão de si mesmo.

Memórias Subterrâneas da Natureza Em Devir, O Despertar do Espírito e Luz

Ao contemplar no espaço improvável da dor a memória da tua face, os céus 

E a metempsicose de um triângulo retângulo, o orgulho a traduzir em cavernas

E arranha-céus a minha perca. Os homens solitários no ciclo distante das almas

E eras de outrora em que viviam em um mundo narcísico e hedonista, sacrificaram

A fidelidade do amor mais puro a vaidade e ao prazer ignóbil. Um menino moço 

Desencantado com a sociedade e o feitiço do mercado e tecnologia, incorrespondido

Em suas paixões tenta viajar profundamente dentro de si mesmo na mais intensa 


E rebelde negação da riqueza, alienação e desgraça e a sentir o desatino da 

Frustração afetiva somatizada na forma mais amarga em seu psiquismo, enxerga 

Deus na providência de uma realidade anterior que o tornava extremamente infeliz. Desilusão,

Desapego e humildade implicam as raízes mais profundas do amor à Deus e aos 

Homens, a resposta não estar em ir atrás do que não convém e não mais nos pertence

Desde de antes de surgirmos nos braços cristãos dos únicos que fariam as mais


Profundas renúncias por nós. Viver a santidade e serenar as afecções é o dever 

De toda pessoa humana, sem isto somos um nada auto-destrutivo, a fé é tudo.

A Virgem Mãe, Jesus Cristo e Deus ardem e choram enquanto estamos presos na

Valorização descartável do nosso ego, posto que os que ofertam-se e negam a 

Competição e a mentira através do arrependimento serão vitoriosos, tão somente

Os simples e aqueles com espírito de criança sobreviveram nestes tempos de

             Individualismo, depressão e loucura que anseia pelo bem a todo custo. 

sábado, 18 de novembro de 2023

O Rio de Uma Outrora Dispersa, O Amanhecer de Uma Primavera

Escrevo em letras solitárias talvez o retrato acizentado de uma tarde onde

A infância dos Deuses trouxesse ao Olimpo o registro de um acidente do 

Destino da humanidade. Apolo em seu carro, no tráfego qual homem 

Superior exilado e cultuado por matemáticos, poetas e filósofos. O sono

Traz consigo a imagem das ninfas quais vítimas da loucura da estética 

Amorfa dos separados dos seus amigos de infância. O rio onde

Tomávamos banho, abarrotado de dor de uma época em que os gritos e

Cavernas não libertavam Odisséu e Penelope era cortejada pelos 

Homens de moral baixa. Quiça nas ruas de Nova Iorque, em Mahanttan,

Os metrôs traduzam o inverno onde os esquilos, cervos e as crianças

Não estivessem atravancadas nos jogos de linguagem dos maquinistas de 

Locomotivas antigas em um calor e fogo tenebrosos. O quádruplo do meu

Sonho é algo tão catastrófico quanto Cérbero, aquele cão gigante na 

Morada dos mortos onde os mortais não notam sua presença enquanto

Esquecem-se da Palavra de Deus e se exibem como animais tolos na 

Sociedade da transparência, onde a imagem pessoal é prostituída pelo

Dinheiro e o exibicionismo. Quem quiser amar, terá que arrancar de si o

Suplício existencial de onde o nada eclode com efeitos no problema da 

Liberdade, onde os ídolos são desmascarados e os adolescentes sentem


O amargor de um mundo que não cultua Deus nenhum, mas sim a 

Inteligência, beleza, lucro e o encontro casual. A produção, vaidade e 

Autodestruição passam, são tão efêmeras quanto o fardo de quem 

Tem tudo nas mãos e percebe que dentro de si, estava miserável.

Filosofias e almas arrastadas pelo pensamento metódico isento de 

Prece, não se aprende a humildade com aqueles que se impressionam

Com os próprios pensamentos. Somente os pobres, modestos e santos

São referências eternas, o que seria da terra sem Cristo, a Virgem Mãe e 

Seus santos, a promessa do Espírito Santo? O Paralítico é a verdade,

Fora disto há choro e ranger de dentes. O homem será consumido pelo

Orgulho, mentira e impertinência a não ser que deixe desabrochar o divino,

Que se torne pequeno e reconheça que exprime-se apenas mais um e que

                                                     Livres são os que obedecem o Criador.