domingo, 28 de novembro de 2021

O Peremptório Destino Esquálido do Desejo e A Verdade Eterna da Prece

A escolha de viver o amor é a maior dor diante de todo o fardo da 

Existência humana, o sacrifício de perceber as profundas misérias 

Consumadas na noite minguante da solidão purgativa, da maior de 

Todas as pobrezas: a inexistência de Deus. De ver os desencontros,

O frio dos afetos consumados em incompreensão e ante o mistério

Da morte ver Deus nos abandonados, prostitutas, esquecidos e órfãos.


A ideologia ilusória de ter e conhecer devastando com lâminas as eternas

Crianças sofredoras no martírio psíquico de não ser nada por não se ofertar

Ante o individualismo midiático das redes sociais do narcisismo da maior 

Solidão do esforço que concede facilidades que simplesmente fenecem. Sem

Cristo não há nada, tudo faz-se treva, exprime-se tempo de conversão e caso

Não nos convertemos não seremos nada e a carne se consumirá por si, somente

                          Na simplicidade do amor somos tocados pela eternidade do céu.

terça-feira, 16 de novembro de 2021

As Estrelas do Firmamento Imperecível

Sentir à flor da pele a negação elétrica da puberdade angustiante, a ternura

Dos céus e o solo maciço dos asfaltos e calçadas, o ladrar de tudo o que 

Passa sem perdão, na válvula do rancor e ódio. Sentimos a pureza nas 

Lágrimas frustadas dos poetas que testemunham o mundo solitário das 

Esperanças estéreis de ideologias miseráveis mortas para fecundar as 

Terras da santidade ao firmamento do amor de Cristo. Ser pobre, santo,

Humilde e devoto e dar muito, mas muito mais do que receber, nascemos

Para servir e para amar, já que não há outra forma de provar a existência


De Deus. A fama, glória mortal, o apego das paixões, vaidade, ciúme e o

Querer em demasia o que não nos pertence a nada a de levar-nos. 

Estar recolhido em um quarto, rezando e em intimidade com Deus faz-se

Algo maior que estar no enxame das redes sociais em guerra mesmo que

De forma camuflada. Sair ao mundo para ser espelho do Empíreo. 

Demonstrar que nossas incontáveis misérias são e foram menores que

A graça de Deus, que Ele não desistiu de nós e que nada mais vale do

Que ter esperança e em nosso último dia sermos tocados pela visita 

                                                  Do reino na condução para a vida eterna!

segunda-feira, 15 de novembro de 2021

Em Cada Átimo de Segundo O Amor Arde em Deus

Os príncipes infelizes, as oportunidades da burguesia e suas instituições 

Falazes. O sono e outono noturno, frio donde os cervos e rebanhos dos

Pastores pastam, estes guardadores desconhecem a insanidade dos amantes frustrados dentre

O clímax internacional das culturas e filosofias daqueles que no 

Materialismo epicurista pouco conhecem da vida devota. A solidão 

Dos poetas armados em medo das fobias de escuro e do amor 

Esfriando em um mundo onde os brancos, festeiros e consumistas 

Estão livres enquanto os que escaparam das cavernas conscientes 

Deparam-se dentre lágrimas em seus apartamentos caros, pensando 


Nos que sofrem, na falta de soluções das alternâncias do poder público

E na violência passional dos civis. Cada dor é uma lágrima, ferida

E reminiscência de que os santos, pobres, sinceros, em estado de 

Prece estavam vivendo o amor, purificando-se de seus apegos,

Paixões e sombras através da humildade a procura de ver Deus ainda

Em quem mais nos persegue. A flor narcísica é uma conotação infeliz,

As promessas da felicidade através de uma educação formal alpinista,

Do sucesso artístico, científico e da estética de um amor líquido em 


Torno de toda beleza aparente dilata os sentidos em egocentrismo.

Para ser muito, o mundo é muito pequeno, pois para ser muito é

Preciso ser ainda menor que o mundo, pois a misericórdia é tão

Simples que faz-se alicerce de todo o céu. O amor doí, fere e 

Maltrata o individualismo de nossos sonhos em uma sociedade

Totalitária. Faz-se preciso purgar-se, rir das conquistas cujos 

Brilhos são ilusões e jamais compromissos. Olhar para dentro e 

Perceber que se não rezarmos seremos destruídos, que se não

Amarmos com Deus nosso amor será superficial, que sem Deus 

E sem perdão, intercessão e misericórdia seremos solitários e 

Tristes. Apenas o que vem do Alto exprime-se eterno e se não

                                                  Formos servos nada mais seremos.


sábado, 6 de novembro de 2021

A Beleza Oculta no Suplício Indivisível

Há uma beleza profunda oculta em todo inverno, melancolia e

Arrependimento. O sono glacial, a estética das almas que sofrem.

Toda infância, floresta, noite e lua minguante dentre lágrimas de 

Ancestrais pobres e abastados fazem-se reflexos de estrelas na 

Medida em que nos desprendemos do perecível e amamos ao


Deus humilde que fez-se pequeno e nasceu em uma manjedoura.

O amor é maior que os ciúmes narcísicos e que a aparente

Superioridade inconsciente das bestas pensantes, o verdadeiro

Amor exprime-se em Cristo. A fama, paixão, sonhos e o oiro do

Pouco que somos dentre sombras, tudo passa, mas o Cordeiro

                                                                            De Deus é eterno.

quarta-feira, 20 de outubro de 2021

A Beleza Oculta, A Flor Da Simplicidade

Quando os aviões, aves de rapina e navios bélicos ardem na morte de

Deus em palpável caos de mísseis, garras e tragédias coercitivas, a 

Subjetividade dos civis em tempos de paz faz-se alheia a prece e 

Dentre mágoas, ódios e amarguras o amor emerge superficial e à 

Beira da deriva. Dentre lutas por dinheiro, vitória, educação e cultura

Insigne ser menos é ser mais, a alegria com o sucesso alheio é

Motivo de tristeza e a conversão para respeitar o que não é padrão

Exprime-de ausente. O capitalismo e a democracia são duas religiões


Sem rituais e os dogmas ardem em ansiedade, depressão e patologia.

Não há tempo para rezar, é preciso correr para ser, escrever livros, 

Pós-graduações, universidades e castas, gravar álbuns, ir à festas, 

Assistir filmes, beber vinhos, conhecer países e esquecer crianças 

Famintas. Deus existe, os santos o provam, o tão pouco o Espírito 

Santo traz o Cristo delineia-se a única verdade e esperança da pureza

E do amor na tristeza e equilíbrio ante a esperança alegre de confiar

Nas pequenas coisas, isentas de glória mundana e cheias de verdade.

sábado, 16 de outubro de 2021

A Intimidade Translata da Memória Divina

Tristes são as primaveras soturnas de noites consumadas em sonhos púberes

Decaídos na solidão filosófica da inexistência de Deus no desvario tecnológico

Da inocência de um mundo sob o fardo da subjetividade translata dos rios da 

Infância, tão azuis quanto o firmamento que esconde consigo a escuridão, 

Medo e terror das sedes passionais do que resta de tantas florestas 

Devastadas. O mesmo Deus do crepúsculo e do alvorecer matutino arde

Pela conversão dos filhos de Adão, só a pureza das coisas santas nos

                                                                                  Faz conhecer o amor.

sexta-feira, 15 de outubro de 2021

O Ventre e a Gravidade do Destino, A Atração Sublime de Deus

Tais como os rapazes franceses caminham melancólicos e ansiosos nas

Praças com escarlates e fulvas folhas decaídas de caules frágeis após

Tomarem seus cafés, a metempsicose das perdas de entes queridos no

Fado de um destino prévio dentre números e órbitas elípticas dentre

Karmas pitagóricos no espaço-tempo e nos corpos ante a escuridão, a


Energia e a velocidade da luz ao problema da morte, sono e

Esquecimento da ascese e união com Deus. Poesias, paixões e

Mergulhos nas tragédias do destino na noite filosófica da infância

Prévia. Pais atenciosos e repressões a biologia selvagem rumo à

Civilização e o espírito. Ó Cristo, só tu dás dita e ventura para

                                                                               Os filhos de Adão.