Olharás as magníficas árvores, adormecidas em folhas, no verão aonde
Seus troncos trazem uma fome de calor, consistentes, rochas vívidas, tecidas
Em raízes profundas, as quais duram em excesso e seu próprio sono
Impalpável, Rio de Deus, luz em harmonia com os céus e as terras, produzem
Frutos dóceis, sementes... Não ardem em deuses, Igrejas e cruzes, mesmo
Assim, macias como o ventre da mulher sensível, são mães de todos os
Pássaros que as buscam e quando caem apenas a mesma mulher sensível
Os acolhe, a divindade desses mundos não está em túmulos que banham as
Ruas de
Londres, Nova Iorque, Cidade do Cabo, Berlim, A Roma Antiga, enquanto
A noite dissolve os homens e o menino tímido, desejando está entre as mesmas
Árvores faz-se submetido ao inverno de um Abril aonde seus próprios pais
Seguem o destino dos leões que saem para caçar e alimentar a matilha que
Serve à um rei... Além deste mar morto, crucifixam homossexuais como os
Soldados, servos da Pátria de nervos evolucionistas, matam Judeus e guerras
São forjadas e o mesmo deus que morreu e ressuscitou por nos faz-se
Sepultado novamente, os cervos que passam, sob a relva orvalhada, comendo
Cavidades verdes dentre galhos são caçados para produzir peles, pessoas
Comuns de terno e gravata veem o amor em forma de ondas cegas e sob os
Relógios, eu te dou toda a conquista espiritual que consegui e vejo as pessoas
Tolas caminhando enquanto os outdoors fazem circos humanos, Pai, quantas
Vezes tento te amar, quantas vezes me esforço para que desças ao útero
De minha Mãe e diga: ''Filho, sei que não estás dentro de mim, mas estas
Terras ora são íngremes, a gravidade pode te puxar, mas espero que saibas
Que conseguirás, não importa aonde estejas, não deixarei teu sangue esfriar,
Não serei um fantasma de
Um império para concordar com teus medos e negar o amor pelo poder, a
Natureza dá empréstimos aos homens, mas eu te darei a mesma do silêncio e
Da música, pois para deus, nada faz-se impossível, te impulsionarei a vida!''
A luz transborda os túmulos, eu cultivo este jardim e vejo o universo e a
Luz nos teus olhos, a poesia faz-se este hoje, este agora, esta amizade em
Forma de sol há traduzir todo o mistério da lua!
''O homem pode fazer o que quiser, mas não pode querer o que quer'' Schopenhauer
terça-feira, 9 de abril de 2013
sábado, 6 de abril de 2013
Os Tecidos do Tempo, Os Rios da Vida
Quando o tempo excedia em forma de rios lábios penetrantes do espaço,
Moldando na morte a face da lua em torno de deus, sentíamos que nosso
Corpo poderia navegar em oceanos desconhecidos, aonde os ponteiros
Apontariam para infância. Ecos de reis e igrejas, pessoas que passavam
Enquanto a neve descia pálida nos teus olhos castanhos e os fantasmas se
Evaporavam, sentíamos que os céus faziam-se estas terras e as trincheiras,
Tanto quanto as guerras seriam sementes germinando o ventre da mulher
Adormecida nos olhos do homem adorável, com fogo tempestuoso em
Forma de relva invadindo a noite com cavernas e rios amáveis, aonde a
Autoridade fazia-se amável destino de frutas doces, uvas e cerejas aonde
O relógio e teus olhos adormeciam apenas um sono dócil de acalanto,
Os poetas passam, os cientistas assim como os atletas... A presença
Dos espíritos da morte aparecem de repente em meio aos hábitos daquele
Ser de cabelos pálidos com medo de se remodelar, túmulos e traduções
De padres em 3/4 da consciência, mas teus olhos como luzes perante
O fogo!
Moldando na morte a face da lua em torno de deus, sentíamos que nosso
Corpo poderia navegar em oceanos desconhecidos, aonde os ponteiros
Apontariam para infância. Ecos de reis e igrejas, pessoas que passavam
Enquanto a neve descia pálida nos teus olhos castanhos e os fantasmas se
Evaporavam, sentíamos que os céus faziam-se estas terras e as trincheiras,
Tanto quanto as guerras seriam sementes germinando o ventre da mulher
Adormecida nos olhos do homem adorável, com fogo tempestuoso em
Forma de relva invadindo a noite com cavernas e rios amáveis, aonde a
Autoridade fazia-se amável destino de frutas doces, uvas e cerejas aonde
O relógio e teus olhos adormeciam apenas um sono dócil de acalanto,
Os poetas passam, os cientistas assim como os atletas... A presença
Dos espíritos da morte aparecem de repente em meio aos hábitos daquele
Ser de cabelos pálidos com medo de se remodelar, túmulos e traduções
De padres em 3/4 da consciência, mas teus olhos como luzes perante
O fogo!
No Princípio Era O Verbo, A Luz Faz-se o Verbo
Um rio que passa aonde o amor se fez gelo na superfície, a tua face, pálida,
Adormecida aonde meus olhos tensos contraiam um ventre aonde a mulher
Sensível fez-se ferida perante as guerras, minha carne arde e pouco sentimos,
Queremos em sono, os murmúrios de um vento aonde as igrejas e as
Universidades nos dão um trigo em forma de vinho, as faces de vidro e os
Navios repartidos em impérios, enquanto as pessoas fazem-se tolas e
Os músculos se contraem em diamantes burilados por tronos e inteligências,
Aquele criança, ali sentada no colo de sua mamãe, já não mais sabe se a
Terra faz-se redonda ou se gira em torno do sol, se os céus são tão azuis
Quanto os seus próprios olhos ardendo em sensibilidade, um pai seduzido
Pela gravidade pré-histórica, um abril estonteante aonde não há espaço
Para a arte e a espiritualidade, o vinho anda solto nos ares e choramos
Ao adolescer, crescemos há ouvir os pássaros e as águias sendo
Confundidos pelo tráfego e as promoções de quem atiraria a lança mais
Apropriada ao sonho da tribo aonde o pajé seria tão selvagem quanto
Aquele jovem de quinze anos que sonha em vencer os mundos e chora
Ao descobrir o vácuo daquele menino, carente de pais e sem cavalos para
Sustentá-lo há morrer como ele enquanto sua infância como a do mesmo
Foi induzida pelo ópio do mundo, o ouro de Adão e Eva cicatrizados em
Lucas, Marcelo, Eduarda e Elisabete. Quando tinha teus catorze anos e
Tremias, a eletricidade dos nervos fazia-se cálice de bebidas ébrias nas
Guerras dos teus treze, chorastes por não ter à quem te ouvir, o vento
Suave, as montanhas que banham indiferentes as mesmas fontes, as quais
Extraímos a água todas as manhãs antes do suor, são dádivas de deus,
Tu simplesmente não sabes aonde ir, mas olha nos olhos das pessoas
Sábias, elas movem montanhas enquanto o mundo arde em estática!
Adormecida aonde meus olhos tensos contraiam um ventre aonde a mulher
Sensível fez-se ferida perante as guerras, minha carne arde e pouco sentimos,
Queremos em sono, os murmúrios de um vento aonde as igrejas e as
Universidades nos dão um trigo em forma de vinho, as faces de vidro e os
Navios repartidos em impérios, enquanto as pessoas fazem-se tolas e
Os músculos se contraem em diamantes burilados por tronos e inteligências,
Aquele criança, ali sentada no colo de sua mamãe, já não mais sabe se a
Terra faz-se redonda ou se gira em torno do sol, se os céus são tão azuis
Quanto os seus próprios olhos ardendo em sensibilidade, um pai seduzido
Pela gravidade pré-histórica, um abril estonteante aonde não há espaço
Para a arte e a espiritualidade, o vinho anda solto nos ares e choramos
Ao adolescer, crescemos há ouvir os pássaros e as águias sendo
Confundidos pelo tráfego e as promoções de quem atiraria a lança mais
Apropriada ao sonho da tribo aonde o pajé seria tão selvagem quanto
Aquele jovem de quinze anos que sonha em vencer os mundos e chora
Ao descobrir o vácuo daquele menino, carente de pais e sem cavalos para
Sustentá-lo há morrer como ele enquanto sua infância como a do mesmo
Foi induzida pelo ópio do mundo, o ouro de Adão e Eva cicatrizados em
Lucas, Marcelo, Eduarda e Elisabete. Quando tinha teus catorze anos e
Tremias, a eletricidade dos nervos fazia-se cálice de bebidas ébrias nas
Guerras dos teus treze, chorastes por não ter à quem te ouvir, o vento
Suave, as montanhas que banham indiferentes as mesmas fontes, as quais
Extraímos a água todas as manhãs antes do suor, são dádivas de deus,
Tu simplesmente não sabes aonde ir, mas olha nos olhos das pessoas
Sábias, elas movem montanhas enquanto o mundo arde em estática!
Folhas, Anoitecer e o Anel de Luz nos Teus Olhos
A atmosfera latente no verde sob a lua, o mundo repousa nas folhas sob
As quais desce a noite, reflexos do dia e da luz no homem bêbado que
Caça cães e alimenta a matilha com o faro do destino dos reis e as
Crianças com medo de panteras, ecos de sinos e os meninos
Vagando dentre árvores enquanto na loucura perante a fama o mundo
Divide-se em exércitos e igrejas, na rua os fantasmas trazem cavernas,
Desejos perante a carne e o fogo aprisiona-te bela dama, eu te
Necessito, posto que o mundo faz-se governado pelo poder e o ópio
Fomos piratas lutando contra reis, cavalgamos e batalhamos para
Conquistar animais selvagens, mas os teus olhos não medem a dor
Dos autoritários, somos uma semente e a terra sob os céus no rio
Da vida!
As quais desce a noite, reflexos do dia e da luz no homem bêbado que
Caça cães e alimenta a matilha com o faro do destino dos reis e as
Crianças com medo de panteras, ecos de sinos e os meninos
Vagando dentre árvores enquanto na loucura perante a fama o mundo
Divide-se em exércitos e igrejas, na rua os fantasmas trazem cavernas,
Desejos perante a carne e o fogo aprisiona-te bela dama, eu te
Necessito, posto que o mundo faz-se governado pelo poder e o ópio
Fomos piratas lutando contra reis, cavalgamos e batalhamos para
Conquistar animais selvagens, mas os teus olhos não medem a dor
Dos autoritários, somos uma semente e a terra sob os céus no rio
Da vida!
sábado, 23 de março de 2013
A Semente da Anoitecer, O Regar Dos Verdes
Dentre redes, eu vou em direção ao útero do mundo, como a chuva que
Caí dentre as oscilações da rocha de nosso sono, o ventre da flor traz ondas
De cabelos pálidos em meio a infância, hábitos adormecidos em fantasmas e
Deus latente nos teus olhos, na noite estamos livres e enquanto os soldados
Dentro de mim lutam por uma paz impenetrável, vimos as raízes e o delírio
Da perfeição, reis e cálices de vinho, a sensibilidade amável e carismática de
Meus pais, quando menino nas velhas fotos poderia repousar sem temor na
Pele sensível aonde a autoridade não estava adormecida na ficção da vida
Nas espadas do relógio, meu pai dizia para minha mãe, vai com o pequeno e
Caso não possas conte comigo, tenho um imenso prazer em levá-lo em meus
Braços, um rio que passa e os pássaros que cantam em meio as ruas da alma,
Ás vezes faz-se como um jardim aonde devemos cultivar a semente, o teu
Legado não deve servir de escultura para os museus antológicos, mas os
Teus frutos haverão de tecer o tempo deste vento transbordando na
Imperfeição do mundo!
sábado, 16 de março de 2013
Lonely Eyes, Universe in Yours Eyes
Waves coming from mountains, bats flying in caves, such a lonely day
Deeping in your vains, angels teaching lies to your children, while you
Is touching wars and deaths by hands with golden rings, God is the
Key, but over these skies, deeping in grey fields of woods, the people
Won the world and loose their soul, newspapers and smokes in the
Countryinside, there's an shadow in green eyes and inside the womb
Of a mother resting in churches, but exist space for kindness, watches
And machines at streets, madness at sensible skins, i'm a soul, you are
Soul, take my hand, let's be discovering the invisible kingdom in us!
Deeping in your vains, angels teaching lies to your children, while you
Is touching wars and deaths by hands with golden rings, God is the
Key, but over these skies, deeping in grey fields of woods, the people
Won the world and loose their soul, newspapers and smokes in the
Countryinside, there's an shadow in green eyes and inside the womb
Of a mother resting in churches, but exist space for kindness, watches
And machines at streets, madness at sensible skins, i'm a soul, you are
Soul, take my hand, let's be discovering the invisible kingdom in us!
English Prose
My early thougts rising while desert islands were deeping on the shore, the moon as a dog could be surviving in these eyes of a womb. A lonely day, clouds beside flames by child streets, mountains and ships while the skies are in churches and factores. Touch me as one nature of time of sheeps, only your eyes a are fighting while guns are coming from teeths of soldiers of this dead king as ghost. Love is bigger, this world seems like a silver atmosphere, sleeping with birds at my own home, with a new sight, touching the sun light, the eyes of sensible woman, without desires to receive nothing in return, are the center of this universe!
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