sábado, 13 de agosto de 2011

Cinzas envoltas na face do outono, os relógios cicatrizando em flores
O mármore da madrugada camuflada em serpentes em uma lua cica-
Trizada nas oscilações de Sol repercutido em inverno contraído em
Ventres aonde verdes véus de primavera espelham terras e céus, o
Casulo Ficada nos trens na invisível maça da luz aonde as nuvens lidam
inconstante nos trilhos de trens dentre espelhos e asas de pássaros,


Dentre espelhos, madrugam sem rios na face das espadas em fren-
Te ao destino aonde o tempo e as rochas intrigam a face da prata,
Correntezas aonde o anoitecer faz-se fogo em madrugadas incons-
Tantes nos trilhos, os trens inconstantes adormecidos em curvas do
Tempo adormecido no verde dos espaços derretendo zinco e amor-
Tecendo as crateras da lua, aonde asas penetráveis em relógios de
Córrego lidam dentre fomes e auroras com o devir dos teus olhos na
Fratura do universo aonde os Tigres e as pedras adormecem anjos
Para a conservação da vida em leitos de um rio, demasiada terra em
                                                                                    Saara de céus!

quinta-feira, 28 de julho de 2011

Salobra e diurna contração no ventre das maças no tráfego, lebres
Se refletem e antenas de madrugada em radiação cinza adormecem
Relógios no tempero das uvas congestionadas no vinho dos escudos
E espadas na fumaça da relva aonde as casas do campo e seus moi-
Nhos esboçam o leito verde de Quixote em redes de Hércules dentre
Peças de xadrez retrógradas nas origens do fogo, os semáforos incons-
Tantes da ferida sono, viáveis dunas de uma colisão nas pálpebras aon-
De a amarela cicatriz reflete os ventos em cataventos sugando às águas
Nas raízes do tempo penetrável aos mares, os pássaros são dimensões
Últimas da chuva aonde o solo se derrete em muralhas caindo como no
Silêncio, a luz intacta na febre das horas permanece intacta, fome, devir 
A fé intrigante em ondas, dunas na maresia das vedes plantas em ramos de solo inconstante de nuvens equivalem ao sono nas pálpebras aonde asas ascendem à nebulosas aonde pássaros descem no eco de nossos ouvidos e as estrelas em um firmamento azul adormecem cercas de ferro, ocasionalmente colidem em nós impressas redes em meio ao fogo de preocupações, mas as chaves da madrugada são lençóis de compressão na aurora que reserva no silêncio a luz que penetra-me os olhos com o orvalho de toda a relva sensível à criança que renasce das cinzas da vida adulta e lança vôos no Sol espelhado na alma dos corpos.
Quando jovem o dilúvio de erros, flores e espinhos, traziam em mim risos dissecados em lágrimas, vezes perdidas os sonhos colidiam com o frio dos medos em rochas frias, geleiras e em um inverno de retina gelada minhas raízes ardiam, nos trocos derivados do vinho arde na ferida inconstante dos céus da vida esta juventude que penetra as rugas das crianças que morem nos rios da minha pele que se sensibiliza e volta para terras e no espírito do mundo arde em chama de mantos de felicidade nos pastos de crepúsculo aonde a imaginação e a crença fertilizam arenosos leitos de chuva com estações de um verão latente e mais fortes que todos os derivados de invernos, apesar de tudo faz-se Sol o magma do ser.
A cama aonde repouso meus entes, de gravidade na lua verdejante na atmosfera de meus cílios, adormecida traz a vida aonde os brinquedos se fazem sonhos de cascatas puras, ingênuas aonde o ventre dos espaços são luzes do tempo, nada me fará servir o odor do enxofre, meus movimentos são o calor e espelho a diante as estralas nos véus de minha consciência, sensibilidade e imunidade cruzaram meus ombros, e reabastecido com fogo e relva no óleo de meu ser, nada me deterá, pois a luminosidade faz-se a verdade intacta na raiz de todo devir.

quinta-feira, 21 de julho de 2011

As jaulas intrigam a face da lua em pássaros adormecidos ao ferro,
O sono intrigante em asas aonde os céus se contraem em ossos e re-
Lógios aonde crianças na fratura do vinho em cascas de noz exploram
Os desertos adormecidas em adultos, cinzas encobrem a prata da fe-
Rida, as guerras intrigantes nas flechas e espadas são tão tristes quan-
To explosões de neurônios aparentes em raios de raiva derretidas em
Lágrimas, os cervos que sentem no orvalho das folhas o perfume de sua
Natureza aos verdes da neve, auroras e nuvens são ventos do navegar,
Pétalas de cada chuva renovam-me, silêncio de jaulas abertas, pura
                                                                              Ingenuidade das asas

quarta-feira, 20 de julho de 2011


Como em um sonho em fósforo dilatado nas cinzas dos teus olhos ofuscados em nuvens de vento na chuva das tempestades aonde o ser sente a pressão dos relógios inconstantes em raios aonde despertam-se rios nos seixos e as granadas edificam montes gelados no inverno aonde os ramos e as folhas de pinheiros crescem na retina descansada aonde a ebulição do fogo traz aos cavalos em verdes semâferos o tráfego dos anjos...

O ventre em maresias de um oceano ao vislumbre da América, aonde repousa a metamorfose da raiz do universo, espadas e escudos escapam as flechas aonde a guerra intriga a lua na redescoberta dos mares da infância, minhas pálpebras e a retina do orvalho amadurecido nas uvas e o vinho temperado, o sono e o amor estão impressos nas cachoeiras aonde pedras de lâminas intrigam o ser, o silêncio penetrante e as sementes de neves adormecidas na luz do Sol, aurora e a sinfonia de sonhos em luz, sonhos argilosos derretidos na luz sob a imperfeição do ouro ao brilho das estrelas, pois toda semente sempre será uma estrela que cresce germinando frutos e inaugurando o reino dos céus em rios à terra



Os nervos de aço inconstantes em cavernas de fogo, azul retina
De luz madrugada em magma e fogo de crateras na lua às nuvens
Aonde acumulam-se as chuvas dos cárceres na pele ondulada em
Vinho ao ferro da morte nas dunas dos anjos camuflados em peças
De xadrez, antenas de cartas de rainhas, copas exprimem a chama
Dos curingas percorrendo as grutas da alma aonde o instinto ador-
Mece cavalos em montanhas de rio e sonho aonde asas e impérios
Abragem Igrejas, estados, estradas e divãs, um etc ao ponteiro do
                                                                                         Relógio]

domingo, 17 de julho de 2011

Hermes omite mensagens de tânatos, (ondas de ferro repercutidas no silêncio
aonde o azul e o vinho se confundem em nuvens de chuva verdes) espelhos
De uma inconsciência aonde a luz sensível em montanhas de verdejantes
                                                          rosas evaporam vulcânicas]
manifestações de fogo aonde as rochas adormecem verdes e nasce um
Novo deus e um novo rito de formigas, leões e fiéis de Israel simultâ-
Neos, desta forma criamos ante a morte rios nestas terras e não há nada
A temer, os céus estão a descer e o cicatrizar-se dos vulcões está em nós,
Seres, pássaros, música, encanto e silêncio nas madrugadas mergulhadas
                                                                                     Em oceanos de metamorfose!