sexta-feira, 31 de janeiro de 2020

O Destino a Arder, Eterno Atributo para Ser

Em cada semente de cada manhã, a superfície dos teus olhos traduz 
Em mim os medos das tempestades de uma infância incompreendida. 
Vi minotauros, lobos e pequenos correndo com medo dos soldados, 
Fantasmas e de toda a violência acidental da incompreensão. Como 
Ser mais; o azul, o medo e a face da morte nos perseguindo. Quisera 
Que em cada madrugada o destino estendesse suas mãos para além 
Dos túmulos e cavernas de nossa ancestralidade; de lordes, escravos, 
                                                           Latifundiários e príncipes infelizes. 

O tão quanto o sono me embaça e a tua face angelical acesa atira-me na 
Verdade dos teus tímpanos aos ecos do silêncio e da música das formas. 
Tu vives em mim mais do que tudo, o esquecimento não envolve o que 
Arde a ser santo. Tu estarás em mim ao mais derradeiro dos meus 
Dias até o alcance daquilo que faz-se realmente eterno tal como fruto 
                                                                                                De todo o céu! 

quarta-feira, 27 de novembro de 2019

A Face Idônea de Toda Identidade Permanente

Jamais coube ao engano, de por Deus deixar de preservar o fruto das
Sementes eternas das coisas que são. Ninguém poderia me fazer crer,
Conceber que poderia deixar de amar. Por vocação original nem o
Cérebro maciço, os nervos, a eletricidade das metrópoles e as calúnias,
Notícias danosas provincianas emancipadas aos amplos burgos me
Permitiriam isentar o alcance as formas dos olhos dela. Se por quinze
Anos, fantasias, medos, as fumaças, os delírios e o que já se foi
Anteriormente nas espáduas de todo o sofrimento do mundo em
Minha pele. Filosofar, negar e não ceder de modo algum as frivolidades
Que matam, escravizam e dilaceram. Como criança ao meio dos prados,
Arvoredos, rosas e odores exóticos ao verde, escarlate e azul; os mistérios
Da noite me tocavam e vêm a minha sensibilidade no caos das afecções

Possíveis. Meninos em conflito em uma escala do monte improvável até
A queda dos titãs e a descoberta de um Deus que nos precede em tudo.
Encaminhando-se até os dezesseis anos. Acidentes, medos, apreensões.
Brincadeiras lúdicas e desprovidas de uma moral complexa aos doze anos.
Se te quero por inteira e na intimidade te preservo na vontade daquele que
Faz-se tudo em todos, consciente e alerta por divisão não tenho o tempo;
Sozinho conservo a eternidade pelo zelo com o que és. A luz dar-me
A graça de ver que terras e céus passam, e que minha solidão se esvaí
Enquanto em Deus vivo toda a castidade e a face do guardador de
Rebanhos que ao ter-me como amigo, leva-me onde absolutamente
 Todos estão, na face da misericórdia justificando tudo o que somos.
   O puro amor é o dom gratuito em que ofertamos tudo o que se exprime
   Em nós, o Empíreo em humildade essencial, alicerce definitivo, aí reside                                                                                     Toda identidade permanente!

terça-feira, 26 de novembro de 2019

Toda Superfície Sobrepujada Pela Intimidade das Coisas que São

As ruas, os casebres, os animais. Os lírios, jasmins e bromélias. O bronze
Nos tímpanos ao sono impactante e diáfano a ser purgado na ironia de um
Deus adormecido. Cavalos, fantasmas, burgueses atormentados. Fazendas,
Delírios de estudantes onde até os cinco anos de idade o autoritarismo
Oriundo dos condes na genealogia da moral melancólica aos filhos de
Adão tecia-se em medo, carvão e impressões de um crepúsculo minado
Em ser mais. De todas a mais bela, rios ardem, o azul da forma da tua
Santidade sublima todo o ouro. Quatro sextos de afecções diluem-se  e
        Te vejo com os trajes do Empíreo, luz perene. A alma está atrás do
                        Veludo do mundo e Tu és para mim esta fonte que não cessa!

quinta-feira, 10 de outubro de 2019

A Ultima e Intima Dimensão do Ser, Flor Áurea da Existência

Pelos teus olhos castanhos, folhas verdes dispersas na planície, o arvoredo e
O espelhos uma infância inconstante. Ruas, vinhedos e a loucura dentre raios
Esquálidos das estações solitárias. Mundos vencidos, as ciências oriundas
Da filosofia natural, o sono dos dias idos no adolescer do outono dos patriarcas 
Envelhecidos. Os alpes, os mares, oceanos e rios de tempos onde as guerras 
Triunfavam sobre a consciência. Tu fostes para mim a metafísica que venceu
O enlevo das manhãs altivas e festivas de uma meninice que teria sido 
Sepultada com a feia moda do momento, o embuste dos tóxicos, da música,
Dos passeios na multidão infeliz. O anoitecer que desce, maças e 
Dias que fazem-se ensolarados. O útero pagão de uma tempestade de cor 

Púrpura e lilás; não permitirei os descaminhos dos ídolos, ainda que amigos 
Disfarçados com as espadas do individualismo e da morte me oprimam.
Tu vives em cada flor escarlate, áurea ou anil de um devir nos leitos
Fluídos donde correm as fontes límpidas das paixões que se purgam.
O Olimpo onde Baco, os soldados de Marte se alastram nas dimensões
Continentais no prazer e na agressividade destes homens lascivos,
Dados ao luxo e a intrepidez dos esportes estéreis. Dai ao mundo o
Embevecimento de seus adeptos irresolutos. Ainda que venham crises,
A subjetividade dos que verdadeiramente amam com antecedentes 

Familiares sofridos e com sede do divino arde e salva os que reconhecem
Sua pequenez. Afinal o que mais somos? Deixemos vir do Altíssimo
Tudo o que somos, à carne mortificação. Apenas aquilo que nasce do 
Ultimo e íntimo do ser, perpassando todos os castelos, feudos, oráculos
Delfícos, coliseus, parlamentos, comunas; o Liceu, as Academias e seus
Descentes. Jogos olímpicos, cenários da arquitetura gótica e romântica.
O panorama dos exércitos e o caos das guerras insólitas. Simplesmente
Esta semente espiritual, filosófica e santa vence a antítese de três quintos
De paixão e dois terços de sono sepultados nas necrópoles da bestialidade
Do visível. Norte da alma e  das formas eternas do idealismo transcendental
Sob o manto Mariano, ao alcance indelével do mais lúmia criatura humana, 
                                             O Cordeiro de Deus, paradigma unigênito do Pai.

quinta-feira, 12 de setembro de 2019

All Eternal Life Meaning

Soon it is time for development; coccons, rivers and fantasies.
Adolescence, love is a fever in iron bones. Sleep while fauns,
Horses and wolfs are spreanding trenches as archetypes in
Our brains. God is alive. Vulcans, deers, meadows along
Rey plantations, trees in autunm, orange and yellow leaves,
                         The wind is carrying our childhood memories.

Thine brown eyes as temples inside my ontological liberty.
Passions, fears, dragons and purgation flames. Streets and
Highways. The forbbiden fruit, there´s a lot of apples
Scattered in our apartaments, houses, neighborhoods,
Squares. Despite, Primarly inside our souls, minds as
Well as bodies. The demon adores superb men, cause
           Pride is a deep root, which comes from all evil

Pure offert for other requires pain, sacrifice and renounce.
Life only makes sense at sainthood discovery, be in
Genuine love is like die of pain and each moment is one
Sublime ressurection. Stay in earth, building our celestial
Residence. Therein exists all eternal life meaning
 

quarta-feira, 11 de setembro de 2019

A Morte Arde Na Vontade Consumada dos Ébrios. A Santidade Faz-se Concessão da Graça

Para crescer o amor é necessário arder no sono das feridas mortais.
De raios, tempestades e fúrias o tempo fertiliza na dor as formas de
Sementes profundas. A prata que envolve as formas antigas é o veludo
Do ouro das noites infelizes dos reis em monólitos fantasmagóricos.
Pois todo vinho, escultura e paixão faz-se um dilatar do sonho
Afrodisíaco das impressões enlevadas rumo a destruição do amor.

Próprio pelo reconhecimento da fluidez das coisas que são e não
São, o ser sofre pela verdade ao filosofar autenticamente e as
Opiniões por meio da imaginação e dos sentidos desvelam nele
O que não é. Montanhas, fumaças de fábricas de tijolos, criações
De ovelhas e pastores. A academia platônica e o liceu aristotélico
Ardem enquanto a ideia do mundo, do universo, do homem e o

Razoável meio-termo veem a virtude, a dialética e a infância de
Um rapaz solitário emergirem diante da inveja dos que tem sede
De poder, liberdade sem alicerce e decadência antagônica à
Espiritualidade. A categorização de uma modernidade líquida,
Jogos eletrônicos, vontades consumadas em notas de provas e
A filosofia morrendo em nome da competitividade, do êxito e
Da face esquálida do morte na óptica expressionista de um
                                           Santo a observar campos e metrópoles

Os vestígios da luxúria, da cobiça e da inveja perpassam as
Latrinas, os bairros sofisticados e comerciais. Tais como as
Províncias gemem dentre notícias espalhadas de verdades e
Mentiras que são como lâminas de facas ao meio de latifúndios
    E contendas por terras. Este fluxo se estende para
    Estabelecimentos empresariais, comercias e públicos.
    O Espírito Santo emerge a nossa permissão e o Cordeiro
    De Deus deixa escorrer lágrimas ante tantas trevas e
    Guerras do filho do homem. Somente os que buscam
     O Altíssimo podem justificar a vida dos muitos que
                                                                                Ardem!

sábado, 24 de agosto de 2019

Sensibilidade Anil ao Empíreo de Uma Dimensão Eterna

Eu te perdi, sozinho na estrada onde vulcões, dragões e cálices de ouro
Ocultam-se por trás da atmosfera sofisticada das mentiras de uma
Sociedade erguida por folhas murchas, anéis de rubi e infâncias de
Criaturas incompreendidas. Vejo a sensibilidade das mais ternas e tenras
Criaturas sendo ignoradas enquanto mancebos buscam pelo lucro e

O luxo no embuste político da adaptação da metafísica saturada pelo
Tempo e o espaço do primitivo. Eu queria ver-te como és, ter-te eterna
Ao que o tridimensional não permitiu. Mas a poesia não morreu, tua
Face angelical o silêncio venceu. E aos olhos do Pai Celestial, para
                 Mim mostra-te santa, invulnerável, imperecível e fruto do
                                                                          Empíreo incorruptível!