sábado, 6 de junho de 2020

Estar na Dimensão Última. Luzir, Empíreo. Adeus: Superfície do Mundo.

Os desastres incidentes, raios de Zeus. O eclipse do anjo apocalítico,
O tempo. A pandemia, os idosos ameaçados, o imperialismo ocidental e
Oriental; a mesma Roma de César não padeceu. As cavernas pagãs do
Veludo celeste matinal Está imersa no sono. Baratas, cinzas e ossos dos
Novos faraós. Os perseguidos; sejam católicos, protestantes, judeus,
Islamitas, taoistas, budistas, janistas, espíritas; estão latentes no rio caudal
Onde Ades os tenta. A torre, os fantasmas, lordes, senhores de
Escravos; o nacionalismo espanhol, brasileiro, estadunidense, alemão e
Italiano. Os jovens homossexuais ocultos nos alpes, receosos dos
                                                  Ditadores brancos que se autodenominam

Cristãos. A metafísica da árvore genealógica humana advém do negro,
Todas trazemos a marca definitiva desta etnia. Anjos, santos, arcanjos,
Maria, Jesus estão nas Igrejas dos mais oprimidos, dando água aos
Pobres e ignorados. Tal qual o destino das águas errantes do jovem
Emancipado pelo fluxo das suas faculdades intelectuais aspira por
Conhecimento, esperança, sonhos e anos dourados em musas da
Poesia decassílaba; a crise suprime o idealismo filosófico na ovelha
Perdida nos braços do Messias autêntico. Olhai os carros a energia
Solar, aviões dos impérios corporativistas, as doenças venéreas, os
Aplicativos de celulares para encontros de luxúria. As viagens

Terra afora, a Nasa. A Organização das Nações Unidas em suas
Tímidas manifestações. Alma, espírito, dialética; besta, brutalidade,
Vinho. Uma sociedade de sabidos em estado doentio zombando uns
Dos outros; viver para mostrar-se, competir para ganhar o inferno.
O sábio judeu sente a necessidade de Jesus Cristo advir novamente,
Para fazer crer os adeptos do batismo do cristianismo que falsificam
A conversão até nunca se render à ela em nome do mundanismo.
Apenas o humilde, complacente que aprende com seus erros e
Vê sua miséria tem a dignidade de ser chamado um ser humano;
Não por existir simplesmente como um animal ou demônio como
Qualquer pode ser por si. Mas pelo fato de se sentir tocado pela
Verdade e de abrir caminho para o Reino de Deus em sua vida;
                     Sem a luz dele nada somos; apenas o que provém do
                                                                      Empíreo faz-se eterno!

quinta-feira, 4 de junho de 2020

A Existência Oculta no Orvalho dos Teus Olhos, Flama Imperecível de Deus

Neste instante, toda complexidade do rei édipo. Tu és tão bela que as
Crateras da lua resguardam como ventre de impressões de minha
Infância o destino metafísico das realidades possíveis para além do
Cartesianismo das guerras que consumiram o homem. Se de fantasmas,
Cálices de vinho, cicutas, filosofias, saídas de cavernas sob a luz da
Verdade entre adolescências sofridas ao meio de bustos de Deuses
Ocultos em um universo secular desconhecido que providencialmente
Poderia abrir as asas dos anjos que nos protegem para o Cristo. Se

Tão pequeno sou e habito dentre os menores que um dia se conceberam
Gigantes úteis. Como poderia negar o sentido de um sofrimento por uma
Causa que me precede e justifica um fim ao qual jamais poderíamos
Atingir. Somente a tua delicada face, tua tez terna e macia tal como
Adornos de uma ponte entre o ser e o nada me levam ao silêncio das
Moradas impenetráveis e aí tende residir por toda eternidade o mesmo
Deus que concedeu à todos os santos o princípio do Empíreo o maior
                    Dogma para a salvação oculto no mistério dos teus olhos!

O Ocidente, Ferida Inóspita do Poder. Adentro, O Empíreo.

Os teus olhos desnudos dentre folhas decaídas na estação primaveril de
Minha angústia. O ventre da filosofia, a existência dos Deuses.
O niilismo selvagem, os olhos do lince. A tortura ditatorial. O homem
Pre-histórico com os holofotes a seu favor dentre primatas que utilizam
A razão ao meio de tempestades, ilusões, incoerências na face viva da
Morte. O sonho da fama, a glória imortal onde o tolo ascende em
Três moradas de adaptação à um mundo onde o sono se sepulta no
Espetáculo; feira de vaidades, escrúpulos e aversão à tudo o que o
Excede o antropocentrismo das falsas de idéias de ser alguém livre.
A existência de espinhos, rosas, estátuas, tecnologias, manchetes,
Dinheiro, conhecimento, títulos, posses e poder. A infância onde
Residem os oráculos do mistério insondável entre montanhas,
Verdes pastagens, alpes, cervos, veados e guardadores de rebanhos
Em meio a lobos e cães de caça. Os druídas, fadas, anões e
Guerreiros. A alegria, as brincadeiras, a raiva, o nada, o céu e Deus.
Ser preparado ao meio de sacerdotes e santos diante de burocratas,
Doutores, artistas, poetas, cientistas. A decadência moral de uma
Juventude ignorada a ética secular, a espiritualidade ignorada.
´´Deus está morto´´ brada o alienado mental enquanto sua irmã
        Consulta o relógio e lê o jornal do nacionalismo prussiano.

Os Dons Juans do novo milênio convivem com os fantasmas
Infelizes de raios de Zeus atacando os sensuais que usam sua inteligência,
Miséria e poder ao longo de seduções, túmulos e uma reprodutividade
Mais feroz que a de qualquer mamífero indomesticado. Converter-se
Na era democrática, escárnio. Profetizar o caos: genialidade. Mera
Ironia do super-homem. Só Deus preenche o vazio do existencialismo
Fatal do homem consumado por suas forças; aceitá-lo faz-se consentir
Com a própria vida, a forma e dialética imortal do espírito. O transcurso
                  Do tempo, os cavalos e as sombras sob as torres. As paixões

Da alma, quantos cárceres trafegam recônditos dentre mistérios, infâncias
E luzes de um destino incerto. Faces de militares, cortesãs, casas de senzala.
Os céus intrépidos em um mundo esguio e maciço. Atenas e a inteligência
Oportunista de nossos ancestrais burgueses. A Nova Acrópole em Paris, o
Novo medo a liberdade entre seixos presentes no liberalismo, socialismo e
Fascismo. Igrejas, veredas e os pergaminhos de Alexandria ecoando nas
Universidades italianas e francesas. O Hécade infernal e a nossa vaidade,
Patriotismo e uma rede de mentiras. O vinho da vida, flor da existência do
Romantismo onírico entre o idealismo e o pesadelo de amor corrompido
Por apegos, afecções. A frustração faz-se a vitória do que teme à Deus,
Pois sem Ele nada somos. Converte-te assim que puderes, o maior dever de
Toda criatura concebida pelos céus na salvação desta terra tão frágil e
Determinada pela vontade vulgar. Apenas Deus faz-se tudo, somente a
        Prece faz-se testemunho em, vida do evangelho. Verdade inquestionável!

segunda-feira, 27 de abril de 2020

O Ardor Contemporâneo, Destilado No Cordeiro Ungido

De titãs, rios e naufrágios. O sol, os navios, mares e oceanos. A lua,
O inverno dos teus olhos cálidos na estação das afecções em chamas.
Cérebro, derradeiro órgão plácido da consciência. A dialética negativa
Do desconhecimento na vida íntima. A sociedade, os lobos; tantas
Cavernas alastradas em ruas nobres e subúrbios. Os divãs, o narcisismo
Contemporâneo. Os jovens ladram a morte de Deus enquanto frequentam

Bares e vão ao cinema. Castelos, feudos, fábricas e apartamentos providos
De três andares. A solidão a medir a espiritualidade de cada ser, renunciar
Ao mundo e estar face a face com Deus. Ir aos campos, distritos,
Municípios e metrópoles com o espírito para além do niilismo dos
Sanatórios em transe e reabilitação. O Cordeiro de Deus nunca esteve

Mais vivo quanto a aurora que teus olhos que cintilam a angelical
Reconquista do paraíso do eterno imbuído das formas do Empíreo
Aos que oram e vivem em suas vidas as pétalas róseas do Evangelho.
O existencialismo dos Édens perdidos não fluem a essência do alicerce
Legado pelos santos; o sentido do sofrimento faz-se a caridade e castidade
Dos que transcendem o seu ego para além do desespero inconstante de
Identificá-lo. Pois o puro amor que arde na Virgem Mãe, contemplou
                              Em Cristo, o filho ressuscitado; que o mundo, venceu.

sábado, 1 de fevereiro de 2020

A Juventude Viril, A Queda. O Espírito ao Alicerce Divino

A juventude viril; os desertos, espelhos de um mar de sangue.
Vinho, desastre. O prazer e a satisfação econômica tais como
Os sintomas de uma liberdade vulgar. As manadas de néscios;
Apaixonados pelo exercício de uma sexualidade medíocre,
Vãos. Narcisistas, desrespeitosos para com os pais. Niilistas,
Assegurados de um desespero que não sentem nem vestígio
De um sofrimento metafísico e definitivamente existencial,
Essencial. Semeadores de tóxicos, adoradores de suas

Próprias verdades descartáveis. Arrastam consigo inocentes,
Roubam a pureza dos pacatos. Até quando os tolos poderão
Emancipar o poder e conduzir à insensatez ao centro dos
Sistemas, tornando-os decadentes? Homens, mulheres;
Anciões e jovens de vínculo perene com o eterno, toquem
Os que necessitam deste alicerce e jamais permitam que os

Produtores do que é imberbe e corrupto causem tanta
Miséria. Apenas os sensíveis e atentos ao Empíreo podem
Resgatar o que é imbuído de celestial, perene e imortal.
Estes devem renunciar ao útero do mundo e da desgraça;
Os humildes e que buscam a pureza haverão de vencer
E o exército da não-violência com a paz, a prece e a
Humildade haverá de vencer toda a realidade aparente
                                                                     Dos nefastos!

As Afecções do Corpo e da Mente, A Alma dos Que Sofrem e Amam

A tirania envolta na lâmina das espadas, guerras santas, demônios 
E infernos imersos nos sonhos individualistas do egoísmo humano.
O amor a ser devorado enquanto os tolos se orgulham de seus 
Ancestrais por razões esquálidas, imberbes e inúteis. O sono 
Subdividido no fado das afecções entre a fama, o poder e o
Desespero dos que entram no mundo das formas e saem das 
Cavernas. A dor imensa para ser mais; dentre homens vulgares
E mulheres esnobes, o proselitismo político dilata a identidade
Vazia dentre opiniões demagógicas. Como na segunda vinda
De Cristo; poderia ele vir a reinar como majestade se seus
                Maiores deturpadores são batizados em seu nome?

A direita e a esquerda dos humanistas relativistas cômicos
A olharem para fora. Deus está morrendo enquanto notícias
Espalham-se como calvários de peregrinos de suas próprias
Vaidades. Amar, ser, purgar-se; eis aí o destino de todos os 
                                                                Verdadeiros homens!


sexta-feira, 31 de janeiro de 2020

O Destino a Arder, Eterno Atributo para Ser

Em cada semente de cada manhã, a superfície dos teus olhos traduz 
Em mim os medos das tempestades de uma infância incompreendida. 
Vi minotauros, lobos e pequenos correndo com medo dos soldados, 
Fantasmas e de toda a violência acidental da incompreensão. Como 
Ser mais; o azul, o medo e a face da morte nos perseguindo. Quisera 
Que em cada madrugada o destino estendesse suas mãos para além 
Dos túmulos e cavernas de nossa ancestralidade; de lordes, escravos, 
                                                           Latifundiários e príncipes infelizes. 

O tão quanto o sono me embaça e a tua face angelical acesa atira-me na 
Verdade dos teus tímpanos aos ecos do silêncio e da música das formas. 
Tu vives em mim mais do que tudo, o esquecimento não envolve o que 
Arde a ser santo. Tu estarás em mim ao mais derradeiro dos meus 
Dias até o alcance daquilo que faz-se realmente eterno tal como fruto 
                                                                                                De todo o céu!