O esplendor da noite, a inquietação dos mares, a gravidade da lua, o brilho
Impactante das estrelas. Toda a exuberância do fogo preenchendo os mistérios
Da morte nas árvores em que a relva, os pássaros, formigas, cigarras e rios
Traduzem o verde em chamas das ruas da cidade. A primavera em que o
Sono envolto no azul dos céus traduz os navios envoltos na fome dos
Aviões, Adão dentre os Édens na vista do outono em que as folhas caem
E as garças traduzem em pétalas envoltas na torre a febre do sono em que
O inverno dos olhos do rei traduzem ilusões de igrejas e vertigens. Deus
Adormecido em guerras. A noite em que infância idílica se dissolve em
Delírios em que o fogo do sol invade a sensibilidade das cavernas. A
Felicidade em que a propriedade privada abre cinzas para as aves
Erguidas tais como artificiais pétalas de um jardim soturno. Deus
Adormecido na flexibilidade de anjos envoltos no espírito de um luzir
Para além nas fumaças das fábricas. No adaptar-se aos rios da cidade
E dos campos vejo deus nos olhos da criança que deixou os barcos de
Exploração da jocosidade de tenentes e soldados do exército civil dos
Uniformes dissimulados e voltou de braços erguidos para a sua mãe e
Familiares para além da sede de prazeres e dores do plano para combater a
Sensibilidade dos lírios sem o amor, o qual vence todas as ilusões dissipadas
Do sonho mortal. Nesta eternidade dos teus olhos o divino desabrocha seus
Ramos e perfumes de anemonas ao lado da verdejante sensação das
Araucárias!
''O homem pode fazer o que quiser, mas não pode querer o que quer'' Schopenhauer
sexta-feira, 11 de abril de 2014
sexta-feira, 21 de março de 2014
O Veludo Das Esculturas Dos Verdes da Terras, O Manto dos Céus
O veludo dos olhos de Marte, a guerra dos princípios aonde as esculturas de
Vênus, esculpidas pela beleza irradiante do vinho trouxeram mortes e suicídios
Perante a lua dentre soldados inquietos e repletos de fúria pela aura dos reis
Penetráveis no devir da falsa sabedoria. Os Papas, os pais sedentos a glória
Das nações. Estavam repletos de ascensão demagógica na era medieval,
Dentre avenidas aonde correm cavalos, burros e servos. A falsificação de
Deus, os demônios correndo, um menino há demonstrar a curiosidade do
Prazer natural sendo enganado enquanto os céus e o inferno são uma
Projeção de nosso
Próprio espírito enquanto seres terrenos e divinos. A vida em abundância,
Os rios, fontes e cachoeiras. A infância idílica há de renascer com a vontade
Contante de encontrar o prazer estoico e epicurista, não ter medo de sentir
Os mesmos céus e sentir-se abençoado por ser uma das bençãos do real
Filho de deus!
Vênus, esculpidas pela beleza irradiante do vinho trouxeram mortes e suicídios
Perante a lua dentre soldados inquietos e repletos de fúria pela aura dos reis
Penetráveis no devir da falsa sabedoria. Os Papas, os pais sedentos a glória
Das nações. Estavam repletos de ascensão demagógica na era medieval,
Dentre avenidas aonde correm cavalos, burros e servos. A falsificação de
Deus, os demônios correndo, um menino há demonstrar a curiosidade do
Prazer natural sendo enganado enquanto os céus e o inferno são uma
Projeção de nosso
Próprio espírito enquanto seres terrenos e divinos. A vida em abundância,
Os rios, fontes e cachoeiras. A infância idílica há de renascer com a vontade
Contante de encontrar o prazer estoico e epicurista, não ter medo de sentir
Os mesmos céus e sentir-se abençoado por ser uma das bençãos do real
Filho de deus!
A Dança Das Estrelas Nas Montanhas E Tráfegos
A mãe sob a lua adormecida nos rios, os pavões, avestruzes, nas ondas
Da praia, os anjos adormecidos nos cemitérios sob a pele da superfície
Das ondas de Veneza, os barcos adormecidos em uma neve aonde a
Zona meridional do pudor e medo dos meninos do frio traduz a fome da
Vida envolta dos olhos da mulher de oitenta anos em sua cadeirinha. O
Ser envolto nas fumaças da metrópole, a cidade repleta dos mesmos
Rios coroados com o devir das guerras aonde o fogo traz o medo da
Chuva aonde as cigarras saem para cantar e as formiguinhas vão trabalhar
Na maestria do sono de um deus judaico-cristão. As avenidas aonde o
Mundo abre as feridas das peles dos ursos que eram caçados nos
Tempos em éramos homens de barro moldados pela inteligência e a
Força
O ventre das rosas latentes no anoitecer dentre um outono em que as
Folhas e a primavera de flores são espelhos de um museu eterno nas
Pétalas e os ramos com seus tecidos verdejantes dos olhos do amor
Há mover o mundo para além das fronteiras do sono. A vida dentre
Montanhas rochosas do oeste estadunidense. Muitos os fantasmas
De guerras, brincadeiras de crianças, ascensão de líderes: papas, bispos e
Reis; a vida dos sacerdotes, as nuvens e suas raízes no mar deparam as
Imagens do relógio penetrante na safira dos castelos no sono das montanhas
Dentre árvores e ruas. As ovelhas e o guardador de rebanhos, a imagem
Das árvores e das catedrais repercutidas no prazer dos jovens. O
Orvalho e o ópio das granadas do mundo da subjetividade primitiva,
Aonde os ciúmes de deus perante os anjos caídos tendem há querer
Iludir os cordeiros abençoados de Cristo. Assim segue a vida nas
Montanhas e cachoeiras da infância idílica em que o primeiro-amor
Faz-se a inocência dos três anos de idade e desta forma os céus
Descem o esplendor da flor para os homens. A descoberta de deus!
Da praia, os anjos adormecidos nos cemitérios sob a pele da superfície
Das ondas de Veneza, os barcos adormecidos em uma neve aonde a
Zona meridional do pudor e medo dos meninos do frio traduz a fome da
Vida envolta dos olhos da mulher de oitenta anos em sua cadeirinha. O
Ser envolto nas fumaças da metrópole, a cidade repleta dos mesmos
Rios coroados com o devir das guerras aonde o fogo traz o medo da
Chuva aonde as cigarras saem para cantar e as formiguinhas vão trabalhar
Na maestria do sono de um deus judaico-cristão. As avenidas aonde o
Mundo abre as feridas das peles dos ursos que eram caçados nos
Tempos em éramos homens de barro moldados pela inteligência e a
Força
O ventre das rosas latentes no anoitecer dentre um outono em que as
Folhas e a primavera de flores são espelhos de um museu eterno nas
Pétalas e os ramos com seus tecidos verdejantes dos olhos do amor
Há mover o mundo para além das fronteiras do sono. A vida dentre
Montanhas rochosas do oeste estadunidense. Muitos os fantasmas
De guerras, brincadeiras de crianças, ascensão de líderes: papas, bispos e
Reis; a vida dos sacerdotes, as nuvens e suas raízes no mar deparam as
Imagens do relógio penetrante na safira dos castelos no sono das montanhas
Dentre árvores e ruas. As ovelhas e o guardador de rebanhos, a imagem
Das árvores e das catedrais repercutidas no prazer dos jovens. O
Orvalho e o ópio das granadas do mundo da subjetividade primitiva,
Aonde os ciúmes de deus perante os anjos caídos tendem há querer
Iludir os cordeiros abençoados de Cristo. Assim segue a vida nas
Montanhas e cachoeiras da infância idílica em que o primeiro-amor
Faz-se a inocência dos três anos de idade e desta forma os céus
Descem o esplendor da flor para os homens. A descoberta de deus!
O Amanhecer Das Estrelas No Adormecer dos Rios
Na infância aonde as chaminés da cidade ardem aos raios de sol deparando
Com o sono das borboletas e das cavernas. As chaves aonde os reis usam
Os deuses em nome das Igrejas naturais extraídas de minas de ouro. As
Moças seguem dentre avenidas, shoppings, arco-íris e raízes de flores.
As fumaças do cigarro invadem as nevascas da França. Os navios
Chegam a América para colonizar e gerar as constituições de mármore.
Fantasmas de um inverno pré-histórico. O rio que passa, as pré-ocupações
Dos mortais, o fogo das guerras na mentalidade do homem, a competição
Dos anjos caídos seduzindo em lágrimas de chamas os presidentes e
Primeiro ministros. Suas mentiras eclodem na sensibilidade dos jovens
Assassinados.
Formigas as granadas se esboçam no vinho. Montanhas dentre rochas e
Arvoredos traduzindo o motorista em pinceladas. Um dia haverás de morrer
Perante as mentiras da democracia. Não haverás de cantar na televisão o
Espetáculo do filho do homem, nem sentirás na pele o trono de jogar
Cartas dissimuladas de Dama de Espadas ou Valete de Copas para
Dissimular com tua inteligência a glória das nações no eterno adolescer
Das mentiras que conduzem os pais há não serem os guardadores de
Rebanhos. O Rei de Ouros, Júlio César ainda desce muitas noites
Ao sono dos soldados civis. Vibra-se a lareira do tempo na sensibilidade
Das famílias felizes, enquanto o relógio adormece derretendo-se no
Sonho de São Francisco de Assis!
quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014
A Alma Eterna de Um Corpo Polido por Deus
Os céus traduzidos em seus
olhos castanhos, as ruas que passam, os pássaros que
Cantam e os anjos que descem ao parto de uma adorável criança. Um sono de Adão,
Um sonho de Cristo. Um rio
bem cozinhado pela misericórdia dos cordeiros, um
Guardador de rebanhos atento às
estrelas. O imperador segue com seus tronos,
Impondo disputas por territórios,
o ouro das Américas, os índios ensinam aos
Europeus o orvalho da relva.
O estado se entrega ao vinho. Este homem olha
Para seu relógio e vê o rubi
e a safira há anos luz de distância. Seu filhos alinham
Deus em caminhos curvos como
a luz. Javé o guarda. As nuvens dos céus traduzem
Nossos medos na chuva. Ela caí,
ele ora para não cair os relâmpagos e o sertão
Se enche de verde, as suas lágrimas
são de alegria por seus irmãos distantes.
Homem do mar e do rio, filho
dos coqueiros e cajueiros do litoral cearense.
A fé e a humildade transbordam a fonte de seu amor aos filhos, parentes e amigos.
O linho branco aonde o sangue
corre junto com a alma, os cálices de vinho e
Da loucura se atordoam diante
de um admirador de São Francisco de Assis.
Os deuses pagãos da guerra,
da morte padecem na caridade de um homem
Atento ao paraíso encontrado
na simplicidades das macieiras. A noite
Desce com seus mistérios, as águias
cruzam os carros, aviões e helicópteros
E o luzir das aves mais
puras, as abelhas que conduzem o mel de seu
Trabalho. Sua esposa devota,
admiradora da inteligência, das vestes ante
O frio do universo, banhando a
família junto deste ser maravilhoso com
Estrelas que iluminam a Via Láctea.
Esta senhora de cabelos pálidos e
Beleza de uma filha de Maria
e Marta, filha do cordeiro de deus e de
Batista. Herdeiro de João,
batizando com o ofício do amor esta adorável
Criatura. As montanhas
verdejantes que traduzem o seu adormecer.
Novamente o rio que passa e
passa trazendo o espelho divino aonde
Os fantasmas das cavernas,
cidades e luzes de lâmpadas na agitação
De uma sinfonia de furacões
morrem e renasce viva a presença deste
Homem nas vidas de seus filhos e netos
por toda a eternidade.
sábado, 1 de fevereiro de 2014
O Eterno Amor de Deus Nos Imortais
Ciganas as horas em que tocávamos flautas na infância idílica da adolescência
Sem traumas. Relógios envoltos em rios de amor. Tempestades de cicatrizes
Adormecidas no coração de Adão e na alma de deus. José e suas conquistas
E Deus nas caminhadas em que mães morriam e intercediam por céus filhos
Em caminhos misteriosos. Um caminho de amor, morangos e uma relva
Orvalhada No verde do sono. Sons de violinos e violas nos trens que passam
No sono das Crianças. O medo da morte em que os filósofos nos coroam
Com a graça dos Céus e da sabedoria. A verdade eterna para além da
Imortalidade. Vida em Abundância. Yeah O rock'n'roll isento de drogas,
A sinfonia do amor e o Sonho de sermos irmãos para sempre pela
Doce face de Cristo, seu pai e sua mãe!
Sem traumas. Relógios envoltos em rios de amor. Tempestades de cicatrizes
Adormecidas no coração de Adão e na alma de deus. José e suas conquistas
E Deus nas caminhadas em que mães morriam e intercediam por céus filhos
Em caminhos misteriosos. Um caminho de amor, morangos e uma relva
Orvalhada No verde do sono. Sons de violinos e violas nos trens que passam
No sono das Crianças. O medo da morte em que os filósofos nos coroam
Com a graça dos Céus e da sabedoria. A verdade eterna para além da
Imortalidade. Vida em Abundância. Yeah O rock'n'roll isento de drogas,
A sinfonia do amor e o Sonho de sermos irmãos para sempre pela
Doce face de Cristo, seu pai e sua mãe!
A Vontade da Vida No Verde Do Eterno
Os pedidos da santa amizade, os rastros de sangue enquanto os soldados se
Perdem na ouro dos anjos adormecidos no medo da chuva. Pássaros que
Trafegam junto com os carros. Tempestades de adolescentes em busca de
Identidade, o frio da neve oriunda das nuvens de gás. Trincheiras e o fogo
Das bolsas de valores enquanto Satã se perde em rios de magma. Os ídolos
Tempestuosos de um deus morto aonde as drogas levam à marginalidade de
Um mundo opaco. Em nome do amor veio o homem maior, seu pai nos ama
E nos põe em orações em que o universo e terra se tremem em um só céu.
O abril estonteante de dunas de fogo. A vontade de viver e Satanás e suas
Tentações de suicídio. Vida em abundância, o que necessito, vida nos
Caminhos curvos da luz. A verdade do eterno para além da imortalidade!
Perdem na ouro dos anjos adormecidos no medo da chuva. Pássaros que
Trafegam junto com os carros. Tempestades de adolescentes em busca de
Identidade, o frio da neve oriunda das nuvens de gás. Trincheiras e o fogo
Das bolsas de valores enquanto Satã se perde em rios de magma. Os ídolos
Tempestuosos de um deus morto aonde as drogas levam à marginalidade de
Um mundo opaco. Em nome do amor veio o homem maior, seu pai nos ama
E nos põe em orações em que o universo e terra se tremem em um só céu.
O abril estonteante de dunas de fogo. A vontade de viver e Satanás e suas
Tentações de suicídio. Vida em abundância, o que necessito, vida nos
Caminhos curvos da luz. A verdade do eterno para além da imortalidade!
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