quinta-feira, 11 de julho de 2013

Lovely Tones Of Light

Woods, the bark of the streets. Um urso está ao meu caminho. Não um
Fantasma. Um urso-fantasma. This watch. ''Bear-ghost''. It's a child of Eden.
Nas negociações De um armário, Margarida, dispõe de maças que seu homem
Comprou para ela. Faz tempo que os filhos estão crescendo. O mundo com
Uma pupila de espadas Faz-se viável para quem quer desfrutar nas manchetes
                                                                           das revistas. Son of the Man.

Ye, arise the middle of Saturn. Moons, wolfs. Daughts at castles in a aristocratic
Air. Quando estavas adentro do útero a gravidade já vinha do mundo. The
Angels of Heaven. Dissestes em algum tempo que nada era, te afogastes no
Vinho. Mas teu pai te ama, Escuta as vozes dele e deixa de cético. Your father
Is telling to everybody. Including Shakespeare. That you is a child of grace.

Some years ago i drop tears Cause you was a sensible child in a caotic age.
As consequências de guerras mundiais, o término do terceiro milênios, muitos
Mortos, muitos bons padres assassinados, Judeus inocentes que queriam um
Cristo mais amável que essa humanidade Inside the skin, flesh and light. The
                                          River pass. This river is you and your family Apollo!

sexta-feira, 5 de julho de 2013

Paixões da Soberba Política

Ungido pelas mãos de Baco, ele sente em sua pele adversas palhas rarefeitas
Adjuntas as camadas de cebola ou cevada das almas inquietas, suas sombras
São espelhos aonde Narciso se afundou em um rio, dentre manchetes,
Televisões, páginas pálidas de um rio soturno. Assim caminham as ovelhas
Negras aonde os pastores compõem-se por idólatras, homens comuns ardem
                                                                                          Em sono há discutir

Os aparentes problemas do senado, dentre neves as mulheres de Atenas
Concordam com os hábitos aristocráticos de seus maridos lascivos tidos como
Defensores da democracia. A imagem de deus vai ardendo enquanto as religiões
São sinagogas e igrejas vigentes ao amor à pátria de formigas humanas. Assim

Caminha a humanidade, passos indecisos. Pessoas no trono dos dragões do
Apocalipse, elevadas, vendo as bestas percorrendo os sonhos e perdendo o
Vigor da juventude dos deuses pelos ídolos de bronze. Crianças sensíveis ao
Fogo, adolescentes incompreendidos aonde o caus entra em colapso com os

Homens maduros dissimulados... ''Sou socialista, quanto à mim sou um outro
Espécime, me classifico social democrata'' Deus não precisa das bestas, mas
As almas aflitas necessitam dos seres de luz, venham almas belas, o mundo
                                                                                   Carece de iluminação!

quinta-feira, 4 de julho de 2013

As Fontes Da Luz Transbordando No Sono Impalpável

Ali vem ela, a dama do terceiro milênio, a deusa pagã dos devotos das
Guloseimas fragmentadas de deus. Vem em figura de loba ou de raposa.
Seus olhos são rubis e seus sonhos são da natureza de carvalhos em
Tochas medonhas. Para ela vendestes tua alma e deixastes de ser um
Judeu convicto para servir há quem está ao lado dos fariseus, filisteus e
                                      Aparentes servos de igrejas contra o politeísmo

Aonde os vários deuses foram substituídos pelas múltiplas dissimulações,
Assim caminha a humanidade como rebanho. Massas de gado aonde o
Metano entra na atmosfera em forma de pudor para os que procuram
Manter sua alma. Dentre cavernas, granizos frente à manada dos
Soldados induzidos pelo rei, arde um oceano de dor e vergonha, nada há
                       Perder e nada há ganhar, um rio de sangue há disseminar-se

Assim corre uma multidão de mitologistas, aonde a face de deus está ferida.
Tu sentes e andas Madalena, és triste e amada por deus, eles não te
Compreendem. Pois para aqueles nada és. A deusa faz-se a megera,
Loba-raposa do terceiro milênio. A chuva caí, a neve caí, os sonhos iludem,
                                                                           Os selvagens aparecem e

São condenados à idolatria, mas quando vejo teus olhos mãe de deus,
És a adorável Madalena tão pura e impura quanto Maria, pois só
Através do filho o homem vai à deus que faz-se o pai. Adorável prole,
Sofro como sofreis, nada sou além de um servo de um mistério maior,
Juntos haveremos de dar as mãos como ungidos pelo sol, pois a noite
Não haverá de descer, posto que vivemos pela luz das estrelas, venham
                                            Espíritos de luz, haveremos de transbordar!

Canto Às Sementes do Estábulo

Blasfêmia, dentre engrenagens, artifícios estridentes na superfície do rio dos
Sonhos, correm moços há caçar coelhos, cervos e veados. Estende-se na
Neve a figura da mulher vigente ao sono dos reis. A devoção natural das
Sensíveis e o vinho das que  seguem aos mencionados enquanto dentre
Árvores, camadas verdes das folhas passam as sensíveis crianças com a
                                      Era do caus viável nas dunas da juventude como                                                                                                  

A era das paixões, espíritos e desígnios de deus passam assim como os
Faunos, cavalos com formas de homens banham os currais e já vejo o
Inverno banhar a pele das mulheres sensíveis condenas há tornarem-se
Prostituas enquanto os fariseus correm atrás de suas rédeas e a figura de
Deus faz-se substituída pelos raios de Zeus com ciúmes de Apolo, seu filho.
         Vimos o mundo dividido em ondas pálidas de guerra e inverno, a

Inglaterra e a república dos estadunidenses negando a figura de Israel
Disseminada pelo mundo, a sensibilidade das almas sendo negada pela
Frieza dos neurônios de Homens egoístas que sonham em vencer o mesmo
E vender suas almas. Pai celestial. Entro em um canto contigo para além
Das musas dos céticos e politicamente corretos, invade o meu coração,
                        penetra as raízes profundas de minha alma, não sei se sinto

Quando descem grutas macabras, granizos estridentes de duendes
Corrompendo os  Elfos, cavernas aonde existem tecnologias de um tempo
Fragmentado em cérebros e circuitos eletrônicos. Estamos vivendo um
Cenário apocalíptico meu deus. Pessoas ganham o mundo e distanciam-se
                                      De ti, acreditam superar seus traumas atolando-se

Na metafísica dos reis. Mãe, não permita que os selvagens te iludam
Tanto quanto à Te pai carnal, não sejam tão submissos à vossas paixões.
Vejam o estábulo para além de nossa família e que nada somos frente
Ao messias que está para o contato, vivam e deixem a vida permanecer
                                  Eterna na fragilidade do corpo, o resto é barulho!

terça-feira, 2 de julho de 2013

As Tempestades de Eva e as Alegrias de Adão

Uma primavera estonteante, flores, acácias, anémonas, bromélias, indulgências.
Lados escuros da lua, crateras de um tempo perdido e úteros de mães santas e
Megeras simultaneamente. Tu, filho iluminista da reforma protestante e católica,
Falsificaste a imagem de deus, agora aí estás, os demônios correm em
Torno dos desígnios e gênios enquanto bebes o teu adorável vinho e vais ao
                                                                     Discurso da teologia refratária

Destes uma de digno enquanto pensavas e sentias na pele a sensibilidade
Pagã, fazias pelas escolas e instituições em que andastes o dever de
Defender a figura ingraciosa da pureza de menino embutida em Eva, triste
Adão que iludes meninos e meninas. Anjos e guias riem de ti, acreditas
Grande ser e és uma formiga humana. Tens vida em abundância tanto
Quanto perfume e aparentas humilde ser, mas adentro de ti, és um
Pré-conceito embutido. Venha luz admirável, pois cristo fez, faz mais pela
                                         Humanidade que o dissimulado filho do homem!

The Face of the World, The God's or Sate's Face

Sparks coming from islands of abyssm, dragons, streets, temples where
Childs and Monkeys are going to the Zoo. Maybe to take a pleasure
Touching the womb of Madelaine and Mary or the theories of dead words,
While the prime-minister is A deep atiic in sleep of the people who you need
To feel. Been loving the nights in house Of wood. Steps along the songs of
Cockes and birds in a mourning that give to us the sleep of a sensible and
                                                                                         Imperfect woman

Along flowers and factories, Daisy is crying for Jean. He was so sensible along
The wars that comes from deathes to criet a new pagan God. Suddenly kings
Were coming with their castles, fountains of wine. And she loose Jean for a
Men who loved so much of the things of this ephmeral world. She was
                                      Suffering in a deep winter. The clock was in this tower

Suddely came to my world ships of darkness sailors, priests and nuns. Ghosts of
Sate, silver dreams and wounds shinning while god wasn't with needs of the
Beasts. Feasts. Presidents lying while hourses and watches were coming
From Caves. Trees, apples and pies. You feel that you need to live with
Prays as deserts Silences of lights. Cause you need this superb coming from
Caves and fragilities Allowing these speechs where they live in. Swans and
                            Boats are present in dreams of humble men and woman.
                                                                              God, i will see your face!

Há um Tempo de Colher as Luzes

Quando dentre rédeas, espaços opacos e silenciosos aonde o vácuo abre
Espaços Para os mortos, as esculturas dos grandes deuses da guerra e dos
Prazeres, aonde o intelecto mais uma vez provou a dinâmica das lanças,
Escudos, espadas, armas de Fogos e bombas atômicas, vimos dançarem
Nas escolas, universidades, tribunais, hospitais, serras, litorais no campo e
                                       montanhas vigentes no verde do sono o mundo

Aonde a delicadeza de Vênus desceu ao medo do incesto e do suicídio
Enquanto as avenidas dançavam nos fantasmas de um tempo aonde o útero
Das mães foi viável à sede dos homens há correr dentre as tuas de Roma
Ansiosos pelas polêmicas do coliseu e do senado, muitos cavalos adentro
Das engrenagens do Cérebro. Muitas camadas de fama, luas viáveis aos
Vulcões de Marte derretidos no apocalipse do sonho do instinto domesticado
                                                                                             Pela ganância

Rochas, vermelhas faces de desespero. Todavia ainda há luz e poucas
Almas estão viajando para as portas da caridade psicológica, árvores,
Verdes folhas, orvalho sob a relva enquanto as crianças-adultas colhem
Os dons da profecia, mulheres naturalmente devoras, igrejas dos desígnios
                                                                   De deus, fraquezas de um tempo

Aonde nascem flores acima de todos os túmulos e a vida entra em deslumbre
Pela sensibilidade das plantas que nos alimentam eternamente com oxigênio e
Mas duram que a genialidade dos primatas, venha meu deus, faz-se tempo de
Chegar, os pagãos vem e vão, nasce o trigo e o joio, mas os teus olhos haverão
                                                                                      De durar para sempre!