segunda-feira, 23 de julho de 2012

Arame, folclore da sexualidade, mula de jornais, intelectuais proprietários
Da maça ateia, vasto mundo de  e circuitos, a superstição diabólica dos 
                        Ratos, a televisão nutrindo os recém-nascidos com ácidos

Os cavalheiros da primavera da granada-flor estão loucos, em minha infância
A mundanidade estava na mãe invisível, Afrodite amante de Ades, a a América
Haveria de ganhar o mundo e eu estava em seu berço, lutei intensamente pela
Minha verdadeira mãe e a encontrei procurando refletir-se em Maria, uma
Luta de espadas e céus, e a amável bíblia de meu misericordioso pai me 
Seduziram e fizeram tremer a mãe invisível; as árvores, suas folhas e raízes 
                                                                                              são maiores]
O pai nas linhas de granizo, a agulha do amor nos bordados de nuvens,
A barata aonde Adão esculpiu um rebanho de formigas, as pálpebras de
Engrenagens adormecidas no gelo das flores da minha amada, os filhos
Nos ventres de rubis sentindo búfalos e anjos, as ondas e coqueiros 
                                                                                               próximos]

Trazem-me no vento a relva orvalhada do tempo, há de haver um deus
Além do xadrez, adormecendo em pedras relógios e tempestades, mas o 
Silêncio divino dá asas aos pequenos insetos menores que as aves em 
                                                                                   pleno crepúsculo! 
I
O homem passa pelo nível material e cognitivo ante o sensível, sofre e depois alcança o espiritual, matando os pré-conceitos e tabus do mundo como superstição.                                                                                                         
II
Amo meu pai pela pessoa que ele é, não pelo ''símio' que procura me enquadrar no mundo e estimular pedras pedras, preciso estudá-las intuitivamente, perdoá-lo como o sol que amanhece em todas as manhãs.
III
Adoro à deus e à meus progenitores, não os culpo pelo símio encubado, negando a existência do divino, pois a terra faz-se ilimitada pela discórdia, criou-se o céu fertilizando com a chuva os tempos secos na escuridão mergulhada na luz
As árvores vencem os homens, fortes em troncos e raízes, reciclam suas folhas, enquanto a elas devastamos como deuses, toda afirmação de poder faz-se um pensamento em meio a argila, natural tal como o cair das pétalas da rosa, no adubo do sol ante os espinhos, posto que a luz mais vale que a rosa.
Sim, tal como soldado na guerra da paz, errei e me endividei com fantasmas invisíveis, atirei em filmes em que atuei e me confundi com minha própria identidade, me subornei à críticas de irônicos críticos pré-históricos e no teatro em muitos atos fui palhaço na armadura dos adultos; mas além dos conflitos via os céus e um ventre etéreo da alma das mães e minha ferida fez-se sede de cicatrizes.
A história de Júlio  César, dos exércitos das academias, dentes, ossos e
Almas em granadas de silêncio ardente no frio do verão de espadas, os
Escudos dentro de mim, enquanto os pássaros picam meus olhos verdes,
A guerra permeável na dor faz-se um fogo de vida, nervos e artérias de
                                                                                        Chamas

Dentre nuvens e alegres lágrimas de vidro, pés de crianças em um ventre
De sangue, o vinho e a manada das baratas, reis autoritários e rainhas pie-
dosas, uma caverna alemã em um fóssil aonde jazia escrito:'' Deus está
                                                                                                    Morto''

O leão predador está em todos, diante de prazeres na oscilação do humor,
O espírito retorna aos antílopes calmos, no círculos das águas e brasas,
Na sensualidade nos céus criamos submissos rochas imortais, mas o filho
                                                 do homem morre, para depois ressuscitar!

terça-feira, 3 de julho de 2012

Fragmentos de safira, gemendo na pedra da alegria, escorpiões e faróis
Aonde os lábios de Narciso esculpem estátuas dentre pétalas adormeci-
das ao fogo das flores, matamos deus ouvindo sinfonias de Beethoven, 
                  Adão vive dentro de todos nós, os pedaços quebrados dos

Aviões na gravidade puxando os sexos para baixo, os túmulos e as
Rochas se confundem no ar, mas o silêncio gracioso do sol evapora
A neve na fé nas pálpebras sensíveis de Maria, as árvores, a relva na
Na chuva ao orvalho da natureza imperfeita arde em meus olhos, mas
                                      O rio passa e o divino vai às fontes límpidas!