Rubis, ofícios da primavera efervescente no seio da nuvens, os alpes
E montanhas traduzidos no verde e nas rochas, o inverno do silêncio,
As Igrejas na tradução de cavernas gregas e pré-históricas, o granizo
E a chuva nos relógios, enquanto cavalos correm em um mar mar de
Ondas calmas e intensas dentre circuitos, cinzas de abril trazem suíci-
dios em traumas de guerra, leões e leoas caçam para alimentar-se en-
quanto antílopes fogem, eles vivem dentro de mim, nossas mães nos
Amam como anjos e soldados, o drama e o cômico engrandecem e
Choram, com ou sem deus, ele existe
''O homem pode fazer o que quiser, mas não pode querer o que quer'' Schopenhauer
terça-feira, 3 de julho de 2012
quarta-feira, 23 de maio de 2012
Penetrantes cristais, safiras e rubis, dentre ventres, cavidades, nas formigas,
Nos flocos de neve, nas lágrimas de sol, como sal adormecido na luz, ácida,
Camuflada, terra aonde a gravidade dos mares na lua adormece o sono no
Magnetismo das cavernas e anjos, o devir, tempo de expressão da relva e
Do verde, dentre ondas nos solos, registros nos olhos, cabelos grisalhos, a
Vida imersa em granadas, pássaros e rochas ardendo em larvas, órbita de
Adão em mim, os céus descem
quinta-feira, 10 de maio de 2012
Rochas, virgens camadas de espelhos, aonde arbustos e flores
Penetráveis na luz, como lençóis, fazem-se asas de diamantes, as guerras,
As trincheiras aonde os soldados dentre aviões, armas de longa distância,
Lâminas aos olhos cristalinos nos escudos de neve, aonde o gelo camufla
Nos agasalhos de minha pele sensível de seis anos, as carruagens, embalam
Jornadas, nos cavalos e carros suspensos na carne da tecnologia, no caos,
Nas superfícies de terra, água, se aprofunda no silêncio, a face de Deus
Penetráveis na luz, como lençóis, fazem-se asas de diamantes, as guerras,
As trincheiras aonde os soldados dentre aviões, armas de longa distância,
Lâminas aos olhos cristalinos nos escudos de neve, aonde o gelo camufla
Nos agasalhos de minha pele sensível de seis anos, as carruagens, embalam
Jornadas, nos cavalos e carros suspensos na carne da tecnologia, no caos,
Nas superfícies de terra, água, se aprofunda no silêncio, a face de Deus
Os balões, camuflados dentre nuvens, nos vestidos azuis de fantasmas
Cicatrizados em estrelas efervescentes dentre a atmosfera e tocas de coelhos,
O sono aonde o xadrez e os moinhos de vento embalam um ventre de
Vinho e sangue nas guerras da juventude como orvalho na expressão da
Relva, os castelos aonde estão cárceres atrás de belas paisagens, aonde a
Gravidade pucha os dedos da morte e satiriza o homem com as chamas de
Relógios, o ser, dentro de mim, nas teias das aranhas no arado das montanhas
No arder das vegetações, aonde as árvores, o verde e os ramos amadurecem
O sonho e o sono
Cicatrizados em estrelas efervescentes dentre a atmosfera e tocas de coelhos,
O sono aonde o xadrez e os moinhos de vento embalam um ventre de
Vinho e sangue nas guerras da juventude como orvalho na expressão da
Relva, os castelos aonde estão cárceres atrás de belas paisagens, aonde a
Gravidade pucha os dedos da morte e satiriza o homem com as chamas de
Relógios, o ser, dentro de mim, nas teias das aranhas no arado das montanhas
No arder das vegetações, aonde as árvores, o verde e os ramos amadurecem
O sonho e o sono
segunda-feira, 23 de abril de 2012
Faíscas, ventanias, cataventos, manadas de antílopes, o ensolarado véu sob
O gafanhoto, as fibras, os anéis de Saturno, a lua dentre as névoas da noite
Delicada da sensibilidade do ventre na luz adormecida em outro hemisfério
Da terra, o espelho aonde o soldado, nas névoas e cerrações dos labirintos
De árvores imensas, cujas folhas se renovam há milênios, o ventre dos pás-
saros e lobos, Roma, Londres, Madri, nada há de novo, apenas deus há de
Se despertar e ressuscitar amenizando o mundo, com raízes e troncos de luz
Os lábios, camuflados escudos de aço, com lâminas de tempo dentre terras e
Ondas, aonde os remos escodem a correnteza dentre pássaros e macocos no
Verde das árvores, dentre raízes de gênios e asas de naves da Nasa, os vulcões
Mecânicos aonde a fumaça abre a radiação atômica do meu ser na rosa escul-
pida em tempestades, a aurora oculta dentre ferrovias aonde tempo traz ventres
De espadas, lâminas de véus aonde os fantasmas se perdem na madrugada aon-
de o dia desce das nuvens sob as armas dos jornais e dos cemitérios ardendo
No prazer e na sanidade do sangue ao vinho fazendo o espírito, carne: a guerra
De vivos e espelhos
Ondas, aonde os remos escodem a correnteza dentre pássaros e macocos no
Verde das árvores, dentre raízes de gênios e asas de naves da Nasa, os vulcões
Mecânicos aonde a fumaça abre a radiação atômica do meu ser na rosa escul-
pida em tempestades, a aurora oculta dentre ferrovias aonde tempo traz ventres
De espadas, lâminas de véus aonde os fantasmas se perdem na madrugada aon-
de o dia desce das nuvens sob as armas dos jornais e dos cemitérios ardendo
No prazer e na sanidade do sangue ao vinho fazendo o espírito, carne: a guerra
De vivos e espelhos
sexta-feira, 20 de abril de 2012
Árvores, folhas, camadas de orvalho sob os frutos, dentre sementes de casulos,
Cães nas chaminés de rios aonde o fogo, adormecido, abre pétalas de relógios,
Veados que fogem dos arcos do lobo do homem, coelhos em tocas penetráveis
Em cinzas e labirintos aonde os duques e barões sepultam nuvens em cemitérios,
Soldados, navios dentre formigas, baratas, o arado selvagem dos anjos na ferida
Em sangue da minha adolescência, as nuvens pálidas, cheias de chamas trazem
Espelho do meu amor tecido no verão e no outono no inverno das guerras, abra-
-me os olhos esculpidos em terra e luz, carvão em vulcões, amanhece ao Sol a
O silêncio de um Deus preenchido além das montanhas
Assinar:
Postagens (Atom)