domingo, 2 de outubro de 2022

O Sono Rarefeito Do Prazer Ignóbil, A Eterna Chama do Espírito Além das Guerras pelo Poder

O sol poente, chacais, lobos e anjos. O solo intermediário, areia bege
E pedras cinzas, pirraça carmesim envolta. Deus, sono, tribos, clãs, 

Fantasmas e o judaísmo ante os limites definitivos dos espíritos 

Ciumentos e vingativos. Nos teatros nas comunas francesas na 

Época de Roma, companhias alardeiam a revolta contra os

Deuses no Prometeu, de Ésquilo. Atores e atrizes lascivos 

Ante a idolatria das idéias e sentimentos elevados a metafísica

Conotativa dos costumes. Cinema americano espalhado em 

Cidades ao longo de continentes, ser, meio e subjetividade. 

Legalização de armas, decadência e renascimentos de uma 

Guerra fria. O beijo, o trauma das pessoas sensíveis a busca de


Serem melhores e as festas onde Baco não recebe culto, mas 

Deus é esquecido. Paixões e amores sendo confundidos nas 

Brasas da ignorância em corpos embrutecidos de crianças e

Pré-adolescentes em caminhos de patologias em uma 

Sociedade onde a oração é superficial. Ser mais faz-se querer 

Mais, o outro exprime-se rival, a vitória e o poder são os 

Senhores do inferno, alcançam-se objetivos e o esquecimento

Da pobreza e partilha favorecem o autoritarismo e vingança 

Diante do próximo. Onde não há arrependimento sincero, 

O animal prossegue em estado de guerra. Estamos em tempo


De despertar, palavras não bastam, precisamos de exemplos,

Não somente de rituais, todavia de santidade e coerência, 

Se não for agora poderá ser tarde demais e o céu que aqui

Tem princípio será postergado e as flamas infernais fazer-se-ão

Próximas. Inteligência, beleza, luxo, redes sociais e as piores 

Misérias humanas e mundanas. Necessária sede de amor, 

Crises em meio de confortos vãos, só o Deus de São Francisco

E de Jesus Cristo é precípuo, tão somente existe uma essência,

                                     Não há outra e esta é puramente espiritual! 

domingo, 18 de setembro de 2022

O Curso Das Afecções em Devir, Amor, Alicerce Divino

O asfalto negro das ruas e as linhas alvacentas ao meio, Oceano e 

Tétis dando vida adentro do azul, fogo e inverno: as Oceânides. 

Ninfas, modelos e jovens adolescentes. O cal, cimento, tijolo,

Árvore, infância, noite e devir. Palas de Atenas, de Arquimedes,

Galileu à Einstein: computadores, automóveis, trens, telefones,

Aviões, satélites, smartphones. Guerras dentre tribos, países e 

O imperialismo dentre asas de jato e bomba atômica. Dentro de

Nós, céu e inferno, santidade e ignominia, o poder, a loucura,

O amor e os auspícios e leituras do destino através das mãos.

O rio da vida em manancial eterno advém do Altíssimo. Sem

                                                    Deus, estamos todos decrépitos.


O instinto escravizador das formigas, mão de obra barata e 

Salários de fome, desemprego. O flanco meridional da solidão

Profunda, pele escura e filosofia pós-germânica em dor

Dilacerada. Fazendas e padres, castelos e bispos, fábricas e 

Democratas. Psicanálise e existencialismo, a consciência

Do Empíreo, o Deus de Cristo não está morto nos santos 

De toda terra e solo de almas situadas pela correção do

                                                      Mais profundo amor. 

domingo, 4 de setembro de 2022

Os Céus Tocados Pelos Dedos Humildes e Devotos

Os teus olhos, castas constelações de um outono fantasmagórico,

Vinho consumado em labaredas de uma infância, céu e destino. O

Problema do ser, a causa primária da segunda essência, fatalidade 

E adolescer do princípio das grandes virtudes. O campo orvalhado 

Dos prados de onde os castelos, arranha-céus, naves e aviões 

Traduzem o frio das mágoas, bombas, dilacerações de apegos e 

Auroras inacabadas dentre pinceladas de pintores em montanhas 

E alpes gelados de onde fugir da vaidade, guerra e devastação do

Livre-arbítrio do homem enquanto cativo a purgar pela sua libertação.


Quisera a existência animada o faro primitivo do poder, inteligência e 

De afecções dilaceradas em crises do capitalismo e do racionalismo 

Nas jaulas civilizatórias de um céu que não existe sem ascese 

Espiritual. A alma, o espírito, o corpo, a arte, a teologia, ciência e 

Filosofia. Os cactos verdes e espinhos de um eterno verão sem

Prece que arde na solidão amargurada do homem moderno e 

Contemporâneo. Somente Cristo, luz legítima e flor que não padece

Do eterno, nos justifica. Não existe existência humana justificada 

                                                                                Isenta de Deus. 


O Desastre do Sucesso, O Despertar Missionário

O amor é uma filosofia que devasta o egoísmo e dilacera a sanidade,

O despertar de um sono glacial e indiferente a verdade. Conquistas

Espaciais e suplícios exorbitantes. Os olhos de íris castanha de uma 

Criança recém-nascida, as estrelas, o espaço e o tempo em cada

Átimo energético de estações sombrias de discernimento em transe.

Três quartos de humanidade, a dialética do fogo entre o materialismo,

Racionalismo e espiritualidade. Linguagem, matemática, um animal 

Bípede e a metafísica e epistemologia dos filhos de Adão na luta


Contra a morte. A herdade de filhos, e o problema do prazer e da 

Ilusão do mundo e saber. O sacrifício de tecer a verdade em cada 

Ferida sensível, adeus desastre natural da confiança autônoma. 

De cavernas, galerias, vitrines, redes sociais e explosões de 

Triunfo aparente: a face pálida e sepulcral da morte. O Menino

Jesus, o estábulo, a manjedoura e a luz sempiterna que não 

Passa, centelha divina e eternidade perene das coisas que são e 

                                                                                     Não são. 

sábado, 20 de agosto de 2022

O Sonho Celestial, O Sono Regado em Prece

As ruas gélidas do desespero pagão, o sangue quente da juventude 

E a vontade irracional na febre da cólera, medo e desejo de tocar o

Céu para além de sua superfície. O sono, os limões e a humanidade

No início de seu processo civilizatório, a vulgarização do amor

E o desastre das paixões em apegos aos sentimentos que

Escravizam. Deuses com inclinações humanas e bestais passam,

A inteligência confiante na individualidade é traiçoeira e ídolos

Coroam as notícias do dia-a-dia e a solidão das almas que 

Descortinam a infelicidade. O mundo alastrado em dúvida, o 


Hedonismo falsifica a pureza e existem o orgulho que não se 

Percebe, a frustração teimosa e a falta de sentir o calor da 

Pobreza em respostas externas ao amor que arde dentro. 

De sonhos e exposições, os enganos coroam a desventura e

Desdita, tudo o que temos deve ser ofertado ao Pai de Cristo

E aos pobres de provisões e a evangelização faz-se o

Testemunho de vida dos que se sacrificam para além das


Chamas do sucesso e do inferno, usando o que possuem para

Eliminar o mal e prezar pela humildade. A realidade pode existir

Muito bem sem nossas ganâncias, todavia jamais sem o amor

Divino. Se não rezo, não leio as Escrituras Sagradas estou 

Condenado a ser um animal ou um demônio, mas se empreendo

Estas atividades haverei de me configurar na imagem e 

Semelhança daquele que é tudo em todos. A luz existe, o amor

É a verdade e não existe outro caminho, o amor é o caminho.

sábado, 2 de julho de 2022

A Beleza Infinda de Uma Simplicidade Que Se Oferta

Se a docilidade, a pureza e a simplicidade ofuscadas pelo frio do poder,

Prazer e sociedade ardem dentre multidões de colegas dentre amizades

Em torno da aparência, os rios gélidos de paixões são como folhas secas 

De almas sem oração. O sono, o querer e a somatização no corpo de 

Espontaneidade, filosofia, religião, decepção, separação e desilusão.

Procurar a felicidade em um emprego, pessoa, livro, compra, tudo

Tende a esvair-se. O amor tortura a alma aprisionada pela posse e

Uma suposta autonomia decrépita. Beleza na arquitetura, moradia,

Mas falta de igualdade e um mundo disseminado em guerras, a 

Princípio dentro de nós quando pouco ou nada rezamos e fazemos 

Do irmão um inimigo, por uma vaidade que custamos a perceber. 

                    Cristo morreu e ressuscitou por nós e continuamos a


Crucificá-lo, confundindo apego com amor, justiça com convicções

Estreitas na própria solidão que deveria ser de prece e leitura das

Sagradas Escrituras. Onde está Deus? Onde está a solução? 

Poderemos demonstrar a existência divina sem um grande sacrifício?

Jamais. É preciso arder, sentir o fogo do inferno no nosso egoísmo

Inconsciente e que apraz-se de não fazer algo, pensar de determinada

Forma. Precisamos aprender muito, estamos engatinhando,

Jesus, Buda, São Francisco fizeram tudo o que podemos ou 

Poderíamos ter aprendido e ainda assim somos escravos de 


Afecções políticas, de nossa suposta humildade ante dissimulações

E orgulho em torno de nossas frustrações. Necessário faz-se ser

O mais simples possível, renunciar tudo o que traz fome e opróbrio

Para o nosso semelhante. Aceito passagens de ir para lugares 

Distintos de presente enquanto cumpro responsabilidade eleitoral,

Será que tenho o direito efetivo de criticar quem faz o mesmo de 

Uma forma ou de outra? Jesus, Jesus, Jesus, o Cordeiro Imolado 

De Deus, não pretendemos ter uma vida opaca, fracionada, 

Todavia adotar tudo o que fizestes como graça diante de tudo o

Que temos, seja natural ou espiritual. Lucro, academicismo, fama

E as labaredas purgativas da ansiedade, depressão e psicose,

Estes são os frutos de uma vida individualista. Necessitamos de

Um mundo melhor, uma humanidade regenerada e isto tão

                Somente pode ter princípio dentro de nós mesmos. 

domingo, 29 de maio de 2022

O Sacrifício Eterno de Um Fogo que Não Esvaí-se

Viver a pobreza, sentir o martírio do abandono, dos afetos esfriados na 

Rua gélida. As paixões e dores estão juvenis como as tempestades, 

Procurar o próximo na projeção dos desejos potentes e solitários,

Ambiciosos e individualistas. O céu e o limite do amor a si mesmo na 

Fama consumada em desespero. Os poderosos estão tristes e 

Aprisionados, seja em apartamentos, galerias de arte e cárceres,

Fazendas e sítios apartados do mundo. Monastérios e o Monte 


Carmelo. Para onde vão as almas felizes? Na terra elas são 

Aprisionadas por sofrimento, amar faz-se um desafio de relevar 

O que aparenta ser inimizade e acariciar com afago, alimento, 

Educação e trabalho os esquecidos na acelerada guerra pelo

Dinheiro, morte e isolamento. Não queremos ser anti-sociais,

Queremos amar e ser amados, e para tal o sacrifício não é

                   Pequeno, todavia a recompensa exprime-se eterna.