sexta-feira, 19 de fevereiro de 2021

A Simplicidade de Um Amor Que se Oferta

Quando o mundo for agressivo contigo, lembra-te que fostes resgatado.

És uma criatura redimida. A paz, o amor e a prece estão em comunhão

Com a pessoa de Cristo. O sono das guerras, do poder e da culpa não

Haverão de dominar-te no vinho da vitória aparente. Eras uma ovelha

Perdida, o bom samaritano jamais te condenou. Tu ainda erras, ora

Pela afecção arde em ti a flama do desejo e da desordem; porém


Reside em ti uma cintilância permanente. Sofres a mercê de Deus,

Ajudas os tristes, os doentes; quantos tu exprimiu a fidedigna 

Concepção de que eram dignos do amor divino. O mundo passa;

Mas tu que conheces e dás lugar concreto às coisas santas, és

Um reflexo purificado do Empíreo, dos céus. És flor intacta e eterna,

Somente Deus, pai de todas as coisas que são e não-são, te basta.

Viverás até o fim no testemunho mais sublime que é tua própria 

                                                 Existência e consciência, tua vida!

terça-feira, 16 de fevereiro de 2021

A Exímia Luta À Primeva, Cavernosa e Aparente Banalidade do Visível. O Arder dos que Amam

Os desertos, terras áridas, mundos a parte enquanto os tolos roubam o que

Reside de mais precioso. Dinheiro, traições, ostentação e desastres de um

            Amor aparente e corrupto. Os três quartos do sono de um príncipe 

            Melancólico, a besta alastrada em mundo sem Deus. Adolescentes

            Descobrindo a intimidade filosófica do silêncio dentre crises onde 

            Circula a estupidez do carnaval e da Disneyland. O homem

            Vulgar e sedutor dentre carros de luxo, fotografias dentre esbórnia,

            

            Cachecóis ante a banalidade do visível será sempre um sedutor

            Viril, fastidioso e maçante. A solidão o oprime, está sempre com

            Alguma mulher, mesmo que para fugir da falta de sua mesquinhez;

            Gasta dinheiro, encontra-se com seus comparsas para discutir

            Parvoíces, o sexo faz-se o esporte por excelência. Sacrifício,

            Ascese, prece e um amor genuíno exprimem-se a cura para este

            Mundo enfermo; ofertar-se em nome de Deus no inferno

            Totalitário dos hedonistas, utilitaristas e perdulários, aí reside

                                             O dever de todos os verdadeiros homens!


segunda-feira, 15 de fevereiro de 2021

A Face Vívida da Verdade: O Amor. Sede Santos.

Pela mais terna verdade derradeira, os céus permanecem, os dons esquecidos

Das obras santas se esvaem. O amor, o sono, o gelo, o sofrimento humano,

O esquecimento de Deus, a sobrevivência, as paixões e o livre-arbítrio.

Humilhar-se onde reina a fama, a opulência, o opróbio e a vingança.

Para que custar a ofertar-se, a verdade estar na pobreza de espírito

E na pureza de coração. Aqueles que são tidos por loucos não 


Suportam a conformação com o egoísmo, fazem-se cientes da 

Vocação íntima do amor por os que os amam e se sacrificam por

Eles. Por que adiar a viver o amor, prolongar guerras; se esquecer

Da verdade onde o poder dilacera a oração e o verdadeiro

Sacrifício. Sede simples, a humildade e caridade excedem todo

O que faz-se aparente. A santidade não haverá de padecer,

Seja tu o que fores; sede santo. Pois somente o Cordeiro de

                          Deus faz-se flama imortal por toda a eternidade!


terça-feira, 9 de fevereiro de 2021

O Relevo da Noite Metafísica, O Amanhecer Divino

O relevo dos prados ante a noite metafísica, verde a infância das flamas 

Incompreendidas no verão das guerras intrínsecas. Tu és tal como a

Lua minguante ou o eclipse ontológico da minha frustração rumo a 

Fatalidade de um mundo adulto onde as formas tocavam em dor

A superfície das sensações aparentes. Oiro, prata, bronze? Flores,

Cactos e virtudes. Apenas Deus faz-se o pai de todas as coisas.

sábado, 6 de fevereiro de 2021

O Colonialismo e O Fardo Ancestral

As vitrines, os mundos de vida morta. Os imperadores, o estado teocrático e

As crianças-adultas dentre teatros, saunas, coliseus e os senados dentre

Lanças e espadas rumo à Germânia, Bretanha, Espânia e os territórios dos

Francos. Feitiçaria, poligamia e animismo. Nossos ancestrais colonizadores

Passaram desde antropofagia à queda do controle romano e a purgação

Medieval. A Lusitânia estava na área ibérica; fenícios, israelitas e 


Árabes estiveram ao longo do curso. A América e a África instigadas

Ao colonialismo invasor do ouro, prata, bronze, das relíquias e 

Matérias-primas. Secular a revolução ideológica burguesa, a França e 

A Alemanha no relevo do pensamento alto. O agnosticismo e o crepúsculo 

Dos ídolos. A sentença da morte de Deus pela piedade e as guerras mundiais 

No desastre da bomba atômica. Apenas o que advém do Alto faz-se eterno 

                                                                             E para sempre permanece!

terça-feira, 2 de fevereiro de 2021

A Divindade Íntima do Regar dos Santos

Seremos sempre destituídos o suficiente para sonhar muito. Dentre Deuses, homens.

O Olimpo de Atenas, Hera e Zeus está sempre como alvo de concupiscência

Nas flamas mortais da fama, da honra e do poder. Titãs solitários, adolescentes

E paixões desastrosas, a tecnologia e internet dando sementes ébrias aos

Ideais corrompidos pelo pecado, a vaidade e toda enfermidade de 


Mentiras. Os santos conhecem a verdadeira pobreza, obediência e castidade;

Eles conhecem o ocultar-se do espetáculo dos depressivos. Que sejamos 

Crianças-adultas, que fazem do complexo uma oferta aos negligenciados...

O mundo está farto de guerras, desejos de estar correto e convicto,

Que nos inspiremos no Cordeiro de Deus, pois somente Nele reside

                                                                   A verdade indelével e eterna!

terça-feira, 12 de janeiro de 2021

A Terna Face de Um Cordeiro Ao Veludo Anil de um Céu Sempiterno

O irromper de uma pureza que o mundo não concedeu; catres de prata e sofrimentos

Em exímia letargia na metempsicose do jovem sensível e tuberculoso que sente na 

Pele o pesar de um berço afamado e melancólico. O sono, o corpo e o mundo;

Estar solitário na frustração de um sonho onde os reclusos tem a vez dos paraísos

Perdidos ante à realidade afora ancha em pecados, desilusões e misérias. A pele


Macia e o desespero do poder; se queria tanto ser mais diante do caos de um

Universo onde as grandes religiões, filosofias, ciências e artes não bastam.

O universo sub-atômico de um mundo quântico mais santo em possibilidades 

De sacrifício ante tantos espetáculos tristes. Quando penso em alguém Deus 

Confirma em desolação uma íntima união, um fado de um amor terno e tenro

         Cujo fim não consiste no tempo, mas na mais indelével flama do eterno!