segunda-feira, 27 de novembro de 2023

Memórias Subterrâneas da Natureza Em Devir, O Despertar do Espírito e Luz

Ao contemplar no espaço improvável da dor a memória da tua face, os céus 

E a metempsicose de um triângulo retângulo, o orgulho a traduzir em cavernas

E arranha-céus a minha perca. Os homens solitários no ciclo distante das almas

E eras de outrora em que viviam em um mundo narcísico e hedonista, sacrificaram

A fidelidade do amor mais puro a vaidade e ao prazer ignóbil. Um menino moço 

Desencantado com a sociedade e o feitiço do mercado e tecnologia, incorrespondido

Em suas paixões tenta viajar profundamente dentro de si mesmo na mais intensa 


E rebelde negação da riqueza, alienação e desgraça e a sentir o desatino da 

Frustração afetiva somatizada na forma mais amarga em seu psiquismo, enxerga 

Deus na providência de uma realidade anterior que o tornava extremamente infeliz. Desilusão,

Desapego e humildade implicam as raízes mais profundas do amor à Deus e aos 

Homens, a resposta não estar em ir atrás do que não convém e não mais nos pertence

Desde de antes de surgirmos nos braços cristãos dos únicos que fariam as mais


Profundas renúncias por nós. Viver a santidade e serenar as afecções é o dever 

De toda pessoa humana, sem isto somos um nada auto-destrutivo, a fé é tudo.

A Virgem Mãe, Jesus Cristo e Deus ardem e choram enquanto estamos presos na

Valorização descartável do nosso ego, posto que os que ofertam-se e negam a 

Competição e a mentira através do arrependimento serão vitoriosos, tão somente

Os simples e aqueles com espírito de criança sobreviveram nestes tempos de

             Individualismo, depressão e loucura que anseia pelo bem a todo custo. 

sábado, 18 de novembro de 2023

O Rio de Uma Outrora Dispersa, O Amanhecer de Uma Primavera

Escrevo em letras solitárias talvez o retrato acizentado de uma tarde onde

A infância dos Deuses trouxesse ao Olimpo o registro de um acidente do 

Destino da humanidade. Apolo em seu carro, no tráfego qual homem 

Superior exilado e cultuado por matemáticos, poetas e filósofos. O sono

Traz consigo a imagem das ninfas quais vítimas da loucura da estética 

Amorfa dos separados dos seus amigos de infância. O rio onde

Tomávamos banho, abarrotado de dor de uma época em que os gritos e

Cavernas não libertavam Odisséu e Penelope era cortejada pelos 

Homens de moral baixa. Quiça nas ruas de Nova Iorque, em Mahanttan,

Os metrôs traduzam o inverno onde os esquilos, cervos e as crianças

Não estivessem atravancadas nos jogos de linguagem dos maquinistas de 

Locomotivas antigas em um calor e fogo tenebrosos. O quádruplo do meu

Sonho é algo tão catastrófico quanto Cérbero, aquele cão gigante na 

Morada dos mortos onde os mortais não notam sua presença enquanto

Esquecem-se da Palavra de Deus e se exibem como animais tolos na 

Sociedade da transparência, onde a imagem pessoal é prostituída pelo

Dinheiro e o exibicionismo. Quem quiser amar, terá que arrancar de si o

Suplício existencial de onde o nada eclode com efeitos no problema da 

Liberdade, onde os ídolos são desmascarados e os adolescentes sentem


O amargor de um mundo que não cultua Deus nenhum, mas sim a 

Inteligência, beleza, lucro e o encontro casual. A produção, vaidade e 

Autodestruição passam, são tão efêmeras quanto o fardo de quem 

Tem tudo nas mãos e percebe que dentro de si, estava miserável.

Filosofias e almas arrastadas pelo pensamento metódico isento de 

Prece, não se aprende a humildade com aqueles que se impressionam

Com os próprios pensamentos. Somente os pobres, modestos e santos

São referências eternas, o que seria da terra sem Cristo, a Virgem Mãe e 

Seus santos, a promessa do Espírito Santo? O Paralítico é a verdade,

Fora disto há choro e ranger de dentes. O homem será consumido pelo

Orgulho, mentira e impertinência a não ser que deixe desabrochar o divino,

Que se torne pequeno e reconheça que exprime-se apenas mais um e que

                                                     Livres são os que obedecem o Criador.

terça-feira, 31 de outubro de 2023

A Guerra a Despir a Capacidade de Amar, A Oração da Reforma Íntima

Sentir-se quais as pétalas de um crisântemo escarlate e outro róseo,

A fatalidade do destino e a solidão delicada do soldado a voltar da

Guerra desertado… Longe de quem amamos, perdidos na noite solitária

E fria. A ganância, inveja, cobiça e intolerância do homem que não ora

É semeada no caos de um sono abarrotado de espinhos, bombas e

Desastres. Os olhos das crianças órfãs, as paisagens e a solidão daqueles 

Que com suas famílias procuram o prazer e glória desconhecida em sua

Intimidade em um amanhã cheio de traumas, confinações e as memórias 

Amargas de uma existência desprovida de Deus. O pequeno em suplício


Compreende esta terra marcada pelo sexo, paixões arrebatadoras e 

Destrutivas, profissionais competitivos e decaídos. Olhar as meninas e 

Ver o poder de casais despedaçados por profundas inseguranças em 

Um amor em degelo inundado. O querer é uma chaga que extravia a 

Capacidade de amar, o drama existencialista na sociedade burguesa é

Um sofrimento contínuo desde de a derrota dos feudos na herança de 

Adão e do feitiço das coisas e saber, iludido o homem desafia o Criador

E volta esmagado com as marcas da pior experiência possível. 


A consciência em sua fenomenologia animal anda armada, apegada 

Aos pensamentos vãos em estado de conflito enraizado. Já a 

Contemplar os santos, o romantismo e a vaidade do potencial jogado 

Ao acaso se esvaem, na isenção de Jesus Cristo a vontade de potência

Anda como a camuflagem da mentira e destruição. Somente os simples,

Castos e de espírito pobre serão vencedores, os últimos serão os 

Primeiros e os que tentaram a vitória mundana, como ovelhas perdidas

Serão faróis na multidão inquieta quando reconhecerem Deus na pequenez

                       Da morada de suas almas, na maior intimidade possível.

domingo, 29 de outubro de 2023

A Crise Da Sociedade Burguesa em sua Ânsia Por Deus

Assim como os meteoros traduzem a crise do panteísmo filosófico de

Uma tendência do livre-árbitro doentio, todos desenhamos o cálculo

Diferencial integral da loucura como animais angustiados ansiando por

Anjos. O amor é uma febre no universo frio do desespero individualista,

As crianças estão livres, assim como corremos para enjaular os pássaros.

Pequenas aves que também como nós, onívoras, podem sentir tristeza.

As árvores, há um tempo remoto eram extremamente altas, assim

Como a atmosfera era distinta. Os céus e as terras, a metafísica e as 


Paixões de um adolescente ardendo por uma identidade em um mundo

De multidões que desconhecem os efeitos da profunda solidão ulterior.

Os juízos matemáticos, linguísticos e filosóficos dos herdeiros de Adão

E Eva que perderam o paraíso, buscando a verdade conforme uma 

Vontade estritamente irracional, filhos rebeldes com os pais, procurando

O prazer e clamando por sucesso, felicidade. Escolhas fatais, destinos

De suplício. A sociedade desprovida de Deus é uma destruição da


Verdadeira identidade. Uma serpente, Satanás é uma mera mitologia, 

A espiritualidade é o resultado do fardo existencial, o romance é fruto 

Do acaso. A reforma da dimensão última, o martírio psicológico e 

Psiquiátrico, a vaidade alastrada em redes sociais, o desejo secular

Intenso de mostrar-se, os estudos são fonte de crescimento e expiação…

Se Deus estivesse completamente ausente viveríamos o inferno.

A misericórdia divina não se esgotou, os santos não se extinguiram e a

                                                                             Esperança não feneceu! 

sábado, 16 de setembro de 2023

O Semblante Melancólico de Um Outono Tardio, O Amanhecer de Um Esforço Celeste

Um dia, no tempo inefável de uma primavera em um mundo similar a este,

Desabitado e dentre rios de fantasmas distantes, ante minhas impressões de 

Um crepúsculo consumado em desespero, poderia talvez, pensar no 

Sono dos príncipes, na odisséia dos jovens burgueses infelizes e na 

Solidão filosófica das criaturas sensíveis. O amor é tão ferino para a 

Grosseria do instinto, por ventura na inexistência do teorema de Pitágoras

Ante o mistério da morte, na liberdade do karma, onde os torturadores

Não se lesionam, os traidores não tendem a procurar namoradas solteiras

Como eles em enigmas de um purgatório terrível diante da vontade 


A eliminar o trajeto animal de um corpo infeliz cujo poder do cérebro e 

Da força liquidou a alta capacidade de amar por um trono de ilusões.

Pensar na liberdade e no amor é mais que o desastre de uma paixão 

Ébria e desventurada. A terra pode existir sem a vaidade dos que se

Dedicam a arte, ciência, estes buscam para si mesmos a própria destruição.

Lojas abarrotadas de presentes no carro com o chofer de uma matriarca 

Abastada, o filho em uma piscina particular com três moças despidas…

Este talvez ainda arda menos em suplício que aquele que estuda demais 

E abandona a ilusão de uma potência que o corroí. Jesus veio ao

Mundo pobre, foi casto e morreu em uma cruz, não podemos esperar


Em sociedade uma vida cheia de confetes e aplausos, os holofotes tem um

Fardo pesado para o megalomaníaco. Feliz e bem-aventurado é o que se

Tem em pouca conta e faz tudo o que pode para servir o outro, pois ir atrás

Dos próprios sonhos na era do individualismo é uma chamada para a morte,

Todavia realizar o uso dos dons naturais e espirituais é o caminho para nada 

Mais que o próprio céu, o lugar onde a solidão não existe em um exílio 

Espacial, já que aquele é onde o egoísmo e as feridas do ódio se extinguem

Para sempre, por tudo haveremos de bem aceitar a trajetória do sofrimento

Na realidade aparente, posto que a efetiva requer a renúncia que nos lega

                                                                                                            O amor. 

sexta-feira, 15 de setembro de 2023

A Melancolia, As Ruas, Órbitas, Cavernas e Luzes… Fogo

Uma taça, vinho, olhar para fora, os céus azuis ocultam a matéria e energia

De uma eletricidade que pode variar e alavancar ou descer a infância

Da natureza no fogo das coisas que são. Mistério? Todas as estrelas, as infantes

E já os jovens a questionar a natureza das coisas em um universo limitado no

Livre arbítrio dos soldados de paixões e guerras por pedaços de poder e

Prazer… Sono, amor, dialética, filosofia, solidão. A vontade irracional e as 

Camisas de força. Ciclopes e faunos estão em jaulas nesta realidade 

Paralela, no adormecer da consciência os primatas de coluna ereta são

Tristes, a existencialidade corroí-lhes a sensibilidade; viver de forma 


Santa é estar além do passado de ânsia de potência, materialismo,

Racionalismo, materialismo epicurista, moral farisaíca e o testemunho 

Do assassinato contínuo de Cristo pelo preço do pecado na síntese do 

Tempo na carne imperfeita e no cérebro e mente egocêntricos e decrépitos.

Os infelizes e desencantados com este mundo onde ser passional é

Ser amoroso, adaptado ter inclinação para seguir a desprezível moda do

Momento estão no caminho da salvação, só existe verdade em Espírito,

O corpo é uma casca decifrada pela psicologia e a biologia. Deus está

Vivo no sacrifício de quem ora, não há verdade sem fé e as obras.

quinta-feira, 24 de agosto de 2023

O Fogo do Olimpo, A Fuga de Prometeu, O Sofrimento Regenerativo e Reconquista

A tua face oculta um semblante misterioso, a matéria morta das estrelas 

E os rios filosóficos da identidade de meu sono cicatrizado no anoitecer 

Inconstante. A treva de ser humano, as cavernas onde nos escondíamos

Ante as ameaças febris. O tempo que pertencia a Cronos no berço do 

Olimpo ardia na formação de mundo caótico. Triângulos, polígonos 

Confusos dentro de círculos, a matemática traz uma linguagem objetiva

Nos nervos de bípedes ante a observação das constelações de mundos

Solitários onde Hermes traz notícias de uma nova era de oiro a passos 

Adiante de Atenas… Paris, Londres e Frankfurt estão no arcaboiço dos


Que se revoltaram contra os Deuses, somos todos do hemisfério norte ao

Sul, herdeiros do Prometeu acorrentado que roubou o fogo do lar de Zeus

Para dar aos homens o poder e tem todos os dias o fígado renovado para

Ser torturado. A dialética, não és mais o mesmo de antes de Heráclito, e 

O inverno é a estação mais profunda, ante a neve e o frio o existencialismo 

E a inventividade teórica e aplicada provam que números primos infinitos e

Dimensões atômicas de figuras de geometria não-euclidiana trazem consigo

Universos paralelos de elfos e vampiros, santos e filósofos solitários.

Metempsicose, sonho e a epistemologia do Egito à Nova Iorque, Pequim,

Lagos, Bombaim, São Paulo, Cidade do México e Buenos Aires. Quando


O fim delineia a paisagem de uma pré-adolescência perdida, frustrações 

Tecem os caminhos da insanidade e textos gregos traduzem os fantasmas 

Da ironia nos ares, o destino é fatal e o amor é tão profundo que faz do 

Sexo algo trágico e acidental… O que se perde no mundo, o desespero, 

A solidão e a descoberta de um Deus além do ego evidente nas redes

Sociais de uma era narcísica traduzida no existencialismo onde o tempo

Estanca o ser no problema da fatalidade. Se somos pouco, ainda menos

Temos de ser diante do pai de Cristo, pois se não há Deus não há propósito,

A história é a síntese do poder ante a natureza hegemônica da vontade 

Primitiva sem espiritualidade, sem misericórdia e fé, seremos sempre 

Sozinhos e lúgubres, o tempo se dilata nas afecções e na sociabilidade

Individualista, mas a eternidade pertence ao mundo das formas, 

Igualmente na música e silêncio meditativo, as provações se seguem e 

                                                        Criador está cada vez mais vivo.