Waves coming from mountains, bats flying in caves, such a lonely day
Deeping in your vains, angels teaching lies to your children, while you
Is touching wars and deaths by hands with golden rings, God is the
Key, but over these skies, deeping in grey fields of woods, the people
Won the world and loose their soul, newspapers and smokes in the
Countryinside, there's an shadow in green eyes and inside the womb
Of a mother resting in churches, but exist space for kindness, watches
And machines at streets, madness at sensible skins, i'm a soul, you are
Soul, take my hand, let's be discovering the invisible kingdom in us!
''O homem pode fazer o que quiser, mas não pode querer o que quer'' Schopenhauer
sábado, 16 de março de 2013
English Prose
My early thougts rising while desert islands were deeping on the shore, the moon as a dog could be surviving in these eyes of a womb. A lonely day, clouds beside flames by child streets, mountains and ships while the skies are in churches and factores. Touch me as one nature of time of sheeps, only your eyes a are fighting while guns are coming from teeths of soldiers of this dead king as ghost. Love is bigger, this world seems like a silver atmosphere, sleeping with birds at my own home, with a new sight, touching the sun light, the eyes of sensible woman, without desires to receive nothing in return, are the center of this universe!
sexta-feira, 8 de março de 2013
O Mundo Em Fogo No Oceano Impalpável
Nascemos, em sono, o gelo no ventre da mamãe, o fogo nos olhos do
Mundo, queres em demasia, o pouco que és? Não, fostes criança, e
Vivestes teus cabelos pálidos, nada faz-se difícil dentro do reino dos
Céus, exceto enquanto não tentares, a argila, o barro e o medo são
Frutos de um tempo perdido, cristalizado em falta de fé, deus nos teus
Olhos amor, paixão sem rédeas germinando em chamas quando nos
Abraçamos enquanto amigos, pais e filhos em um linha impalpável, sabe
Quando cantamos na hora de dormir a tradução das estrelas, não
Temos pesadelos, cavalgando durante o dia, a agitação e o tumulto, da
Esperança e dos prêmios perecíveis, vemos que passaram, mas que
Nossos olhos mais valem que as rimas e cálculos ansiosos, estou farto
Deste cartesianismo de olhos de esmeraldas valiosos, sou servo de
Muitos deuses, Cristo, Buda e Pã são uma só música dentro de Adão e
Jacó em harmonia com um deus pequenino, haveremos de dançar o
Sonho mais belo de nosso sono, todo sofrer germina uma felicidade
Estonteante, admiras a arte, o esporte, a ciência e a religião, mas os
Olhos deste pequena oração são triunfantes, paz e vontade de sentir
A Luz em meio ao caus!
As Folhas, Minhas Raízes e A Luz
Como uma planta, minhas raízes ardem neste solo, cintilam e se formam,
Vejo que minhas folhas são verdes e se adaptam à esta luz, sob os véus
Dos céus vejo um mundo de tolices há confundir este milagre em
Troca de cães e reis, crianças sofrendo no mel do prazer e adultos
Sendo seduzidos por jornais, os cavalos passam e somos eleitos seres
Evoluídos, o amor faz-se a lei maior, mas quanto à ti, vítima da idade da
Pedra, dentre árvores, mendigas a paz da morte, por que? Queres poder,
Glória e mentes para te mesmo, és pequeno, sensível e ocultas teus olhos
Da sensibilidade do pequenino para venerar paixões e deuses da tua falta
De fé, alguns se veneram do que haverão de conseguir, outros do que
Deixaram de conseguir, mas haverás de te ver como espelho em face e
Amar à deus enquanto te vês como ser imperfeito, os relógios e a morte
Existem, quando olhas para o passado, vês com pré-conceito a própria
Vida te elevando em abundância para seres iluminado como és, desperta!
Todo dia faz-se tempo de crescer enquanto ser humano, o sol não se
Lamenta, simplesmente existe e faz o ciclo da vida, a lua faz-se rio neste
Mar, amo-te, adormece em paz, somos uma família feliz, o reino em mim,
Em ti!
Vejo que minhas folhas são verdes e se adaptam à esta luz, sob os véus
Dos céus vejo um mundo de tolices há confundir este milagre em
Troca de cães e reis, crianças sofrendo no mel do prazer e adultos
Sendo seduzidos por jornais, os cavalos passam e somos eleitos seres
Evoluídos, o amor faz-se a lei maior, mas quanto à ti, vítima da idade da
Pedra, dentre árvores, mendigas a paz da morte, por que? Queres poder,
Glória e mentes para te mesmo, és pequeno, sensível e ocultas teus olhos
Da sensibilidade do pequenino para venerar paixões e deuses da tua falta
De fé, alguns se veneram do que haverão de conseguir, outros do que
Deixaram de conseguir, mas haverás de te ver como espelho em face e
Amar à deus enquanto te vês como ser imperfeito, os relógios e a morte
Existem, quando olhas para o passado, vês com pré-conceito a própria
Vida te elevando em abundância para seres iluminado como és, desperta!
Todo dia faz-se tempo de crescer enquanto ser humano, o sol não se
Lamenta, simplesmente existe e faz o ciclo da vida, a lua faz-se rio neste
Mar, amo-te, adormece em paz, somos uma família feliz, o reino em mim,
Em ti!
domingo, 3 de março de 2013
A Luz Solar na Lua do Teu Olhar
Quando vemos neste mundo, o teor das guerras, aonde a infância da
Exuberância do fogo faz-se traduzida no gelo dos reis, em que os céus
São repartidos no Éden dos que este mundo querem vencer, vemos
Soldados sendo medidos como máquinas por profissionais que acumulam
Pérolas nesta terra aonde os vermes fervilham o sono, as igrejas sendo
Viáveis em cálices de vinho, mentindo para as crianças-adultas, aonde está
O ser humano feito à imagem e semelhança de deus? Os anjos e a vida
Adormecidos nessa jornada aonde a dor e a lua são confundidos pelo
Relógio das ambições, as montanhas, as árvores e o verde das veredas
Adormecidas na loucura do filho que mendiga a paz da morte e se
Esquece do mistério do amor! A concórdia entre filhos, o poder de
Remodelação entre os pais e os mesmos... Flores, rosas e noites
Traduzidas no sol que faz-se a raiz da vida na terra, haverás de ser luz!
Exuberância do fogo faz-se traduzida no gelo dos reis, em que os céus
São repartidos no Éden dos que este mundo querem vencer, vemos
Soldados sendo medidos como máquinas por profissionais que acumulam
Pérolas nesta terra aonde os vermes fervilham o sono, as igrejas sendo
Viáveis em cálices de vinho, mentindo para as crianças-adultas, aonde está
O ser humano feito à imagem e semelhança de deus? Os anjos e a vida
Adormecidos nessa jornada aonde a dor e a lua são confundidos pelo
Relógio das ambições, as montanhas, as árvores e o verde das veredas
Adormecidas na loucura do filho que mendiga a paz da morte e se
Esquece do mistério do amor! A concórdia entre filhos, o poder de
Remodelação entre os pais e os mesmos... Flores, rosas e noites
Traduzidas no sol que faz-se a raiz da vida na terra, haverás de ser luz!
O Adolescer Sob a Luz, Árvores e Vida Abundante
Estás a adolescer, as fantasias da infância, o medo do escuro, estão indo
Embora, não és mais o cowboy correndo através com seus cavalos e
Defendendo seus ideais, hoje vês a sombra, acreditas que os servos deste
Exército do mundo poderão te salvar, ris enquanto o homem aparentemente
Maduro chorará, mas armaduras nada o são, olha nos olhos da mulher
Sensível, daquela pequena criatura do teu tamanho, para que temer teu
Próprio sonho? Tem compaixão da carne, de que adiantará pedir
Empréstimos à morte, um reino desconhecido menor que o brilho das
Estrelas e ao esplendor desta natureza cujas águas te banham dia após
Dia?
Te tornarás um homem, e serás tão pequeno quanto as mais elevadas
Montanhas, o que se cobra haverá de passar? As estantes e relógios
Deste mundo cheio de jardins de inocência sem rosas passaram,
A dupla da sabedoria e a espiritualidade ao sabor das amoras do teu
Sono, amor
Alma do corpo, além de Igrejas, aí estás, paciência, calma, se errastes,
Estás na terra, deus não veio ao mundo para a penitência, mas para a
Ressurreição, vês esta trilha de relva, verde, orvalhada, faz-se o esplendor
Do sol há iluminar a noite, vive!
Embora, não és mais o cowboy correndo através com seus cavalos e
Defendendo seus ideais, hoje vês a sombra, acreditas que os servos deste
Exército do mundo poderão te salvar, ris enquanto o homem aparentemente
Maduro chorará, mas armaduras nada o são, olha nos olhos da mulher
Sensível, daquela pequena criatura do teu tamanho, para que temer teu
Próprio sonho? Tem compaixão da carne, de que adiantará pedir
Empréstimos à morte, um reino desconhecido menor que o brilho das
Estrelas e ao esplendor desta natureza cujas águas te banham dia após
Dia?
Te tornarás um homem, e serás tão pequeno quanto as mais elevadas
Montanhas, o que se cobra haverá de passar? As estantes e relógios
Deste mundo cheio de jardins de inocência sem rosas passaram,
A dupla da sabedoria e a espiritualidade ao sabor das amoras do teu
Sono, amor
Alma do corpo, além de Igrejas, aí estás, paciência, calma, se errastes,
Estás na terra, deus não veio ao mundo para a penitência, mas para a
Ressurreição, vês esta trilha de relva, verde, orvalhada, faz-se o esplendor
Do sol há iluminar a noite, vive!
A Infância Suculenta, Amoras Idílicas
O tempo aonde éramos fogo, ardiam os trilhos e os trens passavam, os
Pássaros prosseguiam dentre os céus azuis e com suas nuvens tecíamos
O bordado das flores, rosas, a neve descia e teus olhos ardiam, castanhos,
E no teu corpo víamos o quanto o instinto fazia-se supremo, lutávamos
Como piratas contra os reis, instinto? Ou prazer? Fome de ser sol aonde
A luz desvendava o espaço negro deste universo aonde o sono mas vale
Que as guerras destes reis na fratura de ossos e carnes como cadáveres?
Os padres mentiam, os brinquedos ardiam, eu te amava mamãe, quando
Encaixavas aquelas peças comigo, e víamos deus adormecido nos olhos da
Vida, a morte fazia-se medo instantâneo, o inferno era eco das Igrejas, e
Quando adolescente e vi teu útero nas minhas lágrimas como gotas de
Sangue, olhei para os céus e vi os mesmos pássaros traduzindo deus para
Além da carne, o amor faz-se maior, dizem que os profetas e poetas mentem,
Mas se o selvagem existe nas lutas, quando retornamos ao olhar da mulher
Sentimos que Cristo está vívido nos olhos das mães, os versos passam, as
Religiões exigem, mas eu te amo, a dor e a lua são um só sol de alegria,
Vida!
Pássaros prosseguiam dentre os céus azuis e com suas nuvens tecíamos
O bordado das flores, rosas, a neve descia e teus olhos ardiam, castanhos,
E no teu corpo víamos o quanto o instinto fazia-se supremo, lutávamos
Como piratas contra os reis, instinto? Ou prazer? Fome de ser sol aonde
A luz desvendava o espaço negro deste universo aonde o sono mas vale
Que as guerras destes reis na fratura de ossos e carnes como cadáveres?
Os padres mentiam, os brinquedos ardiam, eu te amava mamãe, quando
Encaixavas aquelas peças comigo, e víamos deus adormecido nos olhos da
Vida, a morte fazia-se medo instantâneo, o inferno era eco das Igrejas, e
Quando adolescente e vi teu útero nas minhas lágrimas como gotas de
Sangue, olhei para os céus e vi os mesmos pássaros traduzindo deus para
Além da carne, o amor faz-se maior, dizem que os profetas e poetas mentem,
Mas se o selvagem existe nas lutas, quando retornamos ao olhar da mulher
Sentimos que Cristo está vívido nos olhos das mães, os versos passam, as
Religiões exigem, mas eu te amo, a dor e a lua são um só sol de alegria,
Vida!
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