terça-feira, 17 de abril de 2012

A estação, os trens, neves, férreas estradas aonde as fumaças saltam o
Espaço do coração na alma dos relógios de intenso calor, os moinhos
D'água são como ondas da morte, da pedra aonde se movimentam os fan-
tasmas, os medos, os cálculos e as poesias, na matemática do vento, do frio
No fogo, Apolo, meu deus do sol, Vênus, o teu amor de redes e dramas na
Aventura aonde os coliseus romanos amadurecem os frutos da escuridão,
O orvalho nas folhas, as paixões aonde a terra se exprime, nas correntezas
De sono, aonde o mármore e as flores adormecem em sonhos, a lua nas
Metrópoles e nos desertos, na infância e na adolescência, aonde o querer
Adulto depara com raízes, a morte, os seus lábios de poder e tristeza inven-
taram deus, dentre rochas e lobos no inverno da Europa temperada nos anjos
No firmamento, nos céus, dão espírito de promessas, à um horizonte de
                                                                                                          chamas]
                                                   
Já, foram-se, prisões de fome, almas de ferro, rios, arados e rebanhos nas
Cicatrizes do tempo das nuvens, das mentiras e da carne argilosa camuflada
Na atmosfera aonde as pedras esculpidas traziam o tempero das lágrimas de
Sangue, os redemoinhos de vento, os ventos glaciais de sono, o eterno retor-
no da lua no cenário das ovelhas e dos tigres dentro do espaço da alma nas
Ondas dos mares, Igrejas e ilhas aonde as pupilas dentre teias de aranha a-
dormecem o fogo dos vulcões, fragmentos de espelhos, solidões de solda-
            dos, a guerra das ruas e folhas ao ar livre, pêndulos de rochas e céus!

quarta-feira, 11 de abril de 2012

Limão, cascas ácidas de um verde camuflado na terra com gritos de águias
Dentre os urubus do mar, repressas, relógios, jardins do Éden, Adão dentro
De mim, os lábios do tempo, as fumaças nas chaminés do espaço dentre ár-
vores e arbustos latentes no espelho da flor aonde as raízes trazem espelhos
De raios, Júlio César, as loterias aonde os fantasmas adormecem nos cigar-
ros dos ídolos, a relva orvalhada, as pétalas das nuvens aonde caules e tron-
cos de fogo e madeira inauguram o carbono, as células e o devir da vida em
                                                                                                           fogo

segunda-feira, 26 de março de 2012

As charretes, dentre tempestades, os cocheiros em tabuleiros de mentiras
Enquanto peões, damas de espadas, relógios evaporando no ar cavernas
E cavalos na chuva aonde os seixos mergulhados em sinos traziam ventos
Nas ferradurtas dos corceis, os jardins mortos cicatrizados no verde das
Armas penetrantes na impressão da vida de sangue e vinho, as lágrimas
Que descem nas pálpebras de Apolo enquanto os estados na manada dos
Soldados criam redes e radiações atômicas, minha infância elétrica dentre
Caules e troncos de raízes de barro e dinamite, as terras camufladas nas
Camadas de flores e cebolas, chamas, o orvalho do ventre verdejante no
                       Embrião do xadrez, ao Adão dentre anjos e um bom pastor

sábado, 17 de março de 2012

As flores dissecadas como ossos, o sangue, o perfume da morte, as escamas
De céus dissipados em lágrimas e rios de águas ao solo de profundas raízes a-
mortecidas nos lábios de relógios e cristais dentre ventanias de ondas em sal-
gadas cavernas de fantasmas, as nuvens envoltas nos caules de uma árvore cu-
jas folhas acareciam o chão, a forma dos troncos, a pela da chuva, sede de
                                                          Silêncio de fogo, chamas na aura da relva!
Montanhas, rochas aonde as árvores traduzem os mares na lua inquieta, os
Lençois e veludos aonde relógios camuflam na pedra as verdes redes de so-
no, as formigas e as lareiras aonde a neve está adormecida nas nuvens, o ri-
o da vida dentre estações ferroviárias nos ventos aonde a superfície das u-
nhas arranhando as maças temperam-se ao vinho da aurora de relva orvalhada,

Os navios tempestuosos, dentre chaminés e soldados traumatizados na guer-
ra da América de muitos Zoológicos, selvas atlânticas, invernais no Alasca
Das pálpebras aonde as patas de macacos são cicatrizadas nas esculturas
De pastores e ídolos, o Big Beng e as torres de castelos cicatrizam dúvidas
Aonde os jornais na prata da ciência adormecem crianças na música do
Outono aonde a alma e os cérebros se confundem no fundamentalismo das
Teias de aranhas, as folhas caem, os espelhos ardem, o ser e o não-ser ex-
primem a luz aonde o silêncio nas crateras da noite, abre janelas de um azul
                                                                                                 Verdejante!
As guerras dentre pirâmides nas ferrovias aonde a neve traz relógios de Sol
Egípicios aonde múmias e fraturas de ossos penetráveis aonde as ruas e as
Nuvens trazem asas de sono dentre diamantes e cristais ardendo nos relógios
De fantasmas cicatrizados em cavernas e rios aonde a morte traz arcos e pé-
rolas em eclipse aonde raios e soldados da pedra adormecem as feridas dos
Sonhos, os circulos dos brancos lençois dentre selvas aonde a úmidade selva-
gem, aos trens trazem pássaros e peixes em águarios da morte dentre bombas
Na radiação da chuva de lágrimas e felicidades aonde vinho traz fábricas e
Fábricas, s ursos, tigres glaciais se evaporam enquanto Zeus e Vênus amanhe-
                                                 cem com o vento do crepúsculos e das auroras