A memória dos infantes, crucifixos. Os tubarões, raios de um
Céu tempestuoso dentre névoas, o relógio de sol e a sombra do
Destino dentre mares onde Netuno e as oceânides ardem no caos
Do verão de meu sonho. Cupido com suas flechas arma afecções
Solitárias onde faunos e homens em desatino estão arrebatados,
Uma espécie primitiva entre cavernas e apartamentos. Nos cinemas
E Streamings a memória de Laurel e Hardy, Chaplin, Keaton e Lloyd
Estão dentre uma linguagem complexa de onde a morte, drama e
Paixão ardem como reflexos de uma subjetividade íntima fraturada.
O amor está sendo confundido dentre cálices de vinho, propagandas
De voos e eclipses efusivos em redes sociais. O ciúme sexual e as
Reminiscências do intermédio da pré- e a própria adolescência, e
A ira de uma justiça que está além da ponte que nos leva para o
Além do que supostamente supomos ser o homem. Dentre rios,
Vitrines de lojas de tecnologia informática, música e vídeo e
Livros contemplamos o que excede o mundo físico nas formas onde
Círculos, cubos e paralelogramos estão na geometria da linguagem
Que excede o que poderíamos entender como o limite do Homo
Sapiens. O devir da superfície revela a profundidade ou do martírio
Existencial dentre baratas, encurraladas e mistérios onde a ausência
Da aparente beleza explode o nada e explora o significado.
O divino está vivo, o tempo e os apegos passam, mas eternidade
Doura.
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